• POLÍTICA E GESTÃO
  • ECONOMIA E ORÇAMENTO
  • CONCURSOS
  • PROJETOS DE LEI
  • POLÍTICA E GESTÃO
  • ECONOMIA E ORÇAMENTO
  • CONCURSOS
  • PROJETOS DE LEI
9, fevereiro 2026
ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Peso econômico invisível da saúde mental no serviço público e privado
CORREIO JURÍDICO | Justiça brasileira intensifica alinhamento ao Sistema Interamericano de...
CORREIO ECONÔMICO | Setor de serviços cresce 0,1% em agosto e...
Iniciada formação para novos servidores
JORNAL DO SERVIDOR | Sindifisco: Justiça valida conversão de tempo
CORREIO ECONÔMICO | Ágio do leilão do pré-sal chega a 251,63%...
CORREIO ECONÔMICO | Senado ouve trabalhadores sobre alta da isenção do...
CORREIO ECONÕMICO | Lula 3 baterá seu próprio recorde de queda...
CORREIO ECONÔMICO | Febraban: cresce o número de jovens no sistema...
CORREIO DO APOSENTADO | Corte de verba ameaça benefícios previdenciários
ANUNCIE CONOSCO
ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Peso econômico invisível da saúde mental no serviço público e privado
CORREIO JURÍDICO | Justiça brasileira intensifica alinhamento ao Sistema Interamericano de...
CORREIO ECONÔMICO | Setor de serviços cresce 0,1% em agosto e...
Iniciada formação para novos servidores
JORNAL DO SERVIDOR | Sindifisco: Justiça valida conversão de tempo
CORREIO ECONÔMICO | Ágio do leilão do pré-sal chega a 251,63%...
CORREIO ECONÔMICO | Senado ouve trabalhadores sobre alta da isenção do...
CORREIO ECONÕMICO | Lula 3 baterá seu próprio recorde de queda...
CORREIO ECONÔMICO | Febraban: cresce o número de jovens no sistema...
CORREIO DO APOSENTADO | Corte de verba ameaça benefícios previdenciários
  • POLÍTICA E GESTÃO
  • ECONOMIA E ORÇAMENTO
  • CONCURSOS
  • PROJETOS DE LEI
Copyright 2021 - All Right Reserved
Projetos de Lei

TJ-RJ: 47% das ações no final do ano foram medidas protetivas para mulheres

por Editor 14 de janeiro de 2026
14 de janeiro de 2026 0 comentários
Especialista diz que realidade dos crimes de ódio contra a mulher é diária e avassaladora | Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado
72

O ano começa com dados críticos em relação à violência contra a mulher e com iniciativas governamentais no combate ao feminicídio, assassinato de mulheres por razões de gênero. O Brasil ocupa o 5º lugar no ranking mundial deste crime. Segundo o Tribunal de Justiça do Rio, quase metade dos processos registrados pelo Plantão Judiciário no Rio de Janeiro, durante o recesso de final de ano, foram relativos a medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha. Das 18h do dia 19 de dezembro de 2025 às 11h de 6 de janeiro deste ano, foram despachados 4.027 processos na capital fluminense. As medidas protetivas corresponderam a 47%.  

Em 2025, a plataforma Maria da Penha Digital – desenvolvido por alunos da UFRJ – aponta que no Estado do Rio de Janeiro, 4.014 mulheres pediram medidas protetivas. Desse total, 523 registros foram em dezembro. Ou seja, a média é de 11 pedidos por dia ou uma solicitação a cada 2h. Em 2025, segundo dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública foram 1.075 mortes de mulheres somente em 2025.

Para denunciar violência contra a mulher, seja a vítima ou pessoa próxima, basta ligar gratuitamente para a central 180.

Formulário

Para se ter uma ideia da gravidade da situação, em 2025, o governo federal criou o Formulário Nacional de Avaliação de Risco (Fonar). A ferramenta visa padronizar o registro de informações de vítimas de violência doméstica e familiar no Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp).

O objetivo é subsidiar os profissionais de segurança e do sistema de justiça com informações precisas para que eles possam reconhecer o risco elevado de morte da mulher ou qualquer forma de violência doméstica, e ajudá-la com pedidos de medidas protetivas.

Descumprimento

O país registrou uma taxa de 18,3% de descumprimento de medidas protetivas de urgência em 2024, o que corresponde a um total de 101.656 registros nas delegacias de polícia. Os números foram divulgados pela primeira vez pelo Anuário Brasileiro de Segurança Pública em julho de 2025 e revelam uma falha no sistema de proteção à mulher, com um crescimento de 10,8% nas violações em relação a 2023.

De acordo com o levantamento, a cada 10 mulheres com proteção judicial, quase duas tiveram a medida desrespeitada pelos agressores.

Os casos de descumprimento somaram 101.656 no ano passado, contra 87.642 em 2023. As medidas mais comuns concedidas pela Justiça incluem a proibição de aproximação e contato com a vítima, além do afastamento do agressor do lar.

Dia de Luto e Memória

O alto número de morte de mulheres vítimas de feminicídio fez o governo federal instituir o Dia Nacional de Luto e Memória (Lei nº 15.334) em 17 de outubro, em homenagem também a jovem Eloá Cristina Pimentel, assassinada em Santo André (SP), e a criação da lei que determina publicação de relatório bienal sobre violência contra as mulheres. A lei foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e leva leva a assinatura das ministras Márcia Lopes (Mulheres), Macaé Evaristo (Direitos Humanos e da Cidadania) e Margareth Menezes (Cultura).

Outra medida do governo foi o programa Antes que Aconteça, criado para garantir recursos a ações de fortalecimento da rede de apoio às mulheres em situação de violência doméstica, com olhar especial para a prevenção. Por meio do Ministério da Justiça e Segurança Pública, também lançou o Programa Nacional das Salas Lilás, instituindo diretrizes nacionais para fomentar e direcionar o acolhimento e atendimento especializado às mulheres e meninas em situação de violência de gênero nas instituições de segurança pública e de justiça.

Em 2024, o Ministério da Justiça e Segurança Pública editou portaria para estabelecer que 10% dos repasses obrigatórios do Fundo Nacional de Segurança Pública aos estados e ao DF sejam destinados ao enfrentamento da violência contra a mulher.

Campanha nos aeroportos do país

O Ministério de Portos e Aeroportos iniciou no final de dezembro de 2025, a campanha “Assédio Não Decola, Feminicídio Também Não”, nos aeroportos do país, para somar às ações de combate à violência contra as mulheres e reforçar a proteção no setor aéreo. A apresentação ocorreu no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, e contou com a presença do ministro Silvio Costa Filho. A iniciativa marcou o início da veiculação de peças de conscientização, prevenção, orientação e informação, envolvendo profissionais da aviação e o público em geral.

A iniciativa faz parte da segunda fase da campanha “Assédio Não Decola”, iniciada em maio, voltada à conscientização e ao enfrentamento da violência contra as mulheres. A ação, desenvolvida pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) em parceria com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e a Associação Brasileira das Concessionárias de Aeroportos (ABR), orienta trabalhadores, empresas, passageiros e usuários sobre prevenção, enfrentamento ao assédio e os canais adequados de denúncia e apoio.

“Todos os dias, infelizmente, mulheres são vítimas do feminicídio no Brasil. Por isso, decidimos fazer uma ampla campanha de sensibilização da sociedade brasileira, para que toda a população tenha uma atenção especial para essa pauta”, diz o ministro.

Para a gerente do Programa Mulheres na Aviação, da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Ana Mota, a campanha do MPor reforça a importância de usar todos os locais para reforçar o combate à violência contra as mulheres. “Nenhuma forma de violência pode ser naturalizada e nem tolerada em nenhum ambiente. Nós da Anac apoiamos essas iniciativas, que dialogam com ações dos nossos programas “Asas para Todos” e “Mulheres na Aviação”, e contribuem para que a aviação seja um espaço que promove respeito, espaço e dignidade.

Balanço de 2024

Dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública indicam um aumento de 26% no número de tentativas de feminicídio em 2024. De janeiro a setembro de 2025, mais de 2,7 mil mulheres sofreram esse tipo de crime. Outras 1.075 morreram vítimas de feminicídio.

A diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Samira Bueno, diz que é preciso dar acolhimento às vítimas e investir na educação das novas gerações.

“Não é só garantir que ela acesse uma delegacia de polícia para ter uma medida protetiva de urgência. É garantir que ela tenha acesso a, por exemplo, programas de emprego, geração de renda. Começar a trabalhar isso também desde a primeira infância com os meninos e as meninas no ambiente escolar, é uma forma de a gente evitar que essas crianças, as nossas crianças de hoje, não sejam nem agressores amanhã nem vítimas da violência”, afirma.

Compartilhar 0 FacebookTwitterPinterestThreadsBlueskyEmail
Editor

Postagem anterior
Teto do seguro-desemprego vai a R$ 2,5 mil
Próxima postagem
Contas do início de ano causam ‘ressaca financeira’

Você também pode gostar

e-Cidadania recebe sugestão para igualar auxílios

29 de janeiro de 2026

Câmara aprova Lei Maria da Penha mais dura para servidores

27 de janeiro de 2026

Recurso descongelado da Covid: ‘Passa no RH, por favor’

23 de janeiro de 2026

Boulos: ‘Fim da escala 6×1 pode elevar produtividade’

22 de janeiro de 2026

DPU institui programa nacional voltado às Mães de Haia

21 de janeiro de 2026

Lei muda a relação entre seguradoras e empresas

19 de janeiro de 2026

Deixe um comentário Cancelar resposta

Salvar meu nome, e-mail e site neste navegador para a próxima vez que eu comentar.

Posts recentes

  • Pagamento de juros da dívida pública passou de R$ 1 trilhão
  • Caderneta de poupança registra saques líquidos de R$ 23,5 bilhões em janeiro
  • Sindicato quer discutir produtividade com o INSS
  • IR zero para quem ganha até R$ 5 mil já está no contracheque
  • Projeto de lei quer afastar servidor com função política

Comentários

Nenhum comentário para mostrar.

Follow Us

Recent Posts

  • Pagamento de juros da dívida pública passou de R$ 1 trilhão

    9 de fevereiro de 2026
  • Caderneta de poupança registra saques líquidos de R$ 23,5 bilhões em janeiro

    9 de fevereiro de 2026
  • Sindicato quer discutir produtividade com o INSS

    5 de fevereiro de 2026
  • IR zero para quem ganha até R$ 5 mil já está no contracheque

    3 de fevereiro de 2026
  • Projeto de lei quer afastar servidor com função política

    3 de fevereiro de 2026

Categories

  • Concursos (17)
  • Destaque (16)
  • Destaque 2 (10)
  • Destaque 3 (5)
  • Destaque 4 (12)
  • Economia e Orçamento (151)
  • Lifestyle (2)
  • Política e Gestão (93)
  • Politics (1)
  • Projetos de Lei (46)

Jornal do Servidor

Uma publicação do Jornal Correio da Manhã.

  • Email: correiodamanha@gmail.com

Links

  • Sobre nós
  • Contato
  • Anuncie Conosco
  • Relações de Midia
  • Conformidade

Termos de Uso

  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Política de Legenda Oculta
  • Declaração de Acessibilidade

Newsletter

Últimas Notícias

Projeto de lei quer afastar servidor com função política
Servidores federais apresentam pauta unificada ao governo
Marinho discute reestruturação da carreira administrativa
Sai dia, entra dia e a desinformação circula

©2025 – Todos os direitos reservados. Projetado e desenvolvido pelo Correio da Manhã.

Facebook Twitter Instagram Youtube
  • Home