• POLÍTICA E GESTÃO
  • ECONOMIA E ORÇAMENTO
  • CONCURSOS
  • PROJETOS DE LEI
  • POLÍTICA E GESTÃO
  • ECONOMIA E ORÇAMENTO
  • CONCURSOS
  • PROJETOS DE LEI
24, junho 2026
ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Peso econômico invisível da saúde mental no serviço público e privado
CORREIO ECONÔMICO | Ágio do leilão do pré-sal chega a 251,63%...
CORREIO JURÍDICO | Justiça brasileira intensifica alinhamento ao Sistema Interamericano de...
CORREIO ECONÔMICO | Setor de serviços cresce 0,1% em agosto e...
CNJ retoma debate sobre sustentação oral em julgamentos virtuais
“Meu Registro” unifica pedidos de certidões em plataforma
Aposentados têm até sábado para pedir devolução de descontos do INSS
Iniciada formação para novos servidores
JORNAL DO SERVIDOR | Sindifisco: Justiça valida conversão de tempo
Servidores da Cultura pedem esclarecimentos sobre nova carreira federal
ANUNCIE CONOSCO
ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Peso econômico invisível da saúde mental no serviço público e privado
CORREIO ECONÔMICO | Ágio do leilão do pré-sal chega a 251,63%...
CORREIO JURÍDICO | Justiça brasileira intensifica alinhamento ao Sistema Interamericano de...
CORREIO ECONÔMICO | Setor de serviços cresce 0,1% em agosto e...
CNJ retoma debate sobre sustentação oral em julgamentos virtuais
“Meu Registro” unifica pedidos de certidões em plataforma
Aposentados têm até sábado para pedir devolução de descontos do INSS
Iniciada formação para novos servidores
JORNAL DO SERVIDOR | Sindifisco: Justiça valida conversão de tempo
Servidores da Cultura pedem esclarecimentos sobre nova carreira federal
  • POLÍTICA E GESTÃO
  • ECONOMIA E ORÇAMENTO
  • CONCURSOS
  • PROJETOS DE LEI
Copyright 2021 - All Right Reserved
Projetos de Lei

DPU institui programa nacional voltado às Mães de Haia

por Editor 21 de janeiro de 2026
21 de janeiro de 2026 0 comentários
Programa foi criado pela DPU com o objetivo de auxiliar mulheres separadas dos filhos | Foto: Freepik
106

A Defensoria Pública da União (DPU) criou um programa para ajudar mulheres que sofrem com a retirada internacional de seus filhos e àquelas que, igualmente vítimas de violência doméstica, voltaram ao Brasil com seus filhos e depois enfrentam pedidos para devolver as crianças ao país estrangeiro, com base na Convenção de Haia, de 1980. 

O programa da  garante acesso à justiça e proteção dos direitos dessas mulheres, sem importar a renda. O atendimento é feito por especialistas da Defensoria Pública da União (DPU) em todo o Brasil, inclusive por canais online em locais onde não há unidades físicas.

O Programa Nacional de Atendimento às Mulheres Vítimas de Violência Doméstica Acusadas de Subtração Internacional de Crianças foi oficializado pelo defensor público-geral federal, Leonardo Cardoso de Magalhães. Ele também criou um setor específico dentro da DPU para organizar melhor a atuação em três áreas:

* novo programa de apoio às mulheres,

* programa nacional contra a violência de gênero,

* função da Defensoria como órgão responsável no Brasil pela Convenção de Haia sobre pensão alimentícia internacional para crianças e familiares.

Segundo a DPU, essa iniciativa segue tratados internacionais de direitos humanos, como:

* na Convenção de Haia,

* na Convenção para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher (CEDAW),

* na Convenção de Belém do Pará.

Decisões de cortes superiores

O programa, segundo a DPU, está em sintonia com decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) e da Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), de agosto de 2025, que reconhecem a violência doméstica como um fator importante na análise de pedidos de retorno internacional de crianças.

Mãe ainda aguarda retorno das filhas

Um dos casos mais conhecido é o da nutricionista Raquel Cantarelli, que aguarda que as filhas de 5 e 7 anos de idade voltem para o Brasil, depois de as duas terem sido arrancadas à força com ajuda de agentes da Polícia Federal (PF), em junho de 2023. Após vitórias no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e no Supremo Tribunal Federal (STF), no entanto, a mãe ainda aguarda o retorno das duas filhas menores.

O caso se arrasta desde 2019, quando Raquel conseguiu fugir da Irlanda para o Brasil com o auxílio de autoridades consulares brasileiras depois de alegar ser vítima de violência psicológica sexual e patrimonial. A filha mais velha da brasileira também teria sido abusada.

O pai, entretanto, moveu na Justiça brasileira uma ação de busca e apreensão, com base na Convenção de Haia, para que as crianças fossem devolvidas. A ação foi aberta ainda em 2019 pela Advocacia-Geral da União (AGU), que aceitou um pedido de cooperação jurídica feito pelo irlandês.

Em 2022, após laudo pericial apontar os riscos do retorno das meninas à Irlanda, o juízo de primeira instância decidiu pela manutenção delas com a mãe, no Brasil. No ano seguinte, contudo, o Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) decidiu reformar a decisão, determinando o cumprimento imediato da devolução das crianças ao pai, motivo pelo qual elas foram retiradas de casa por um oficial de Justiça acompanhado de agentes da PF.

Foi quando a Defensoria Pública da União (DPU) e o Ministério Público Federal (MPF) também decidiram intervir em favor da nutricionista.

Em 11 de junho de 2025, a mãe obteve vitória definitiva no Superior Tribunal de Justiça (STJ) após uma gangorra judicial, com sucessivas reviravoltas.

A Primeira Turma do STJ reconheceu haver provas reais de risco às crianças e reformou mais uma vez o desfecho do caso, restabelecendo a decisão de primeiro grau e determinando a devolução das crianças à mãe.

A AGU chegou a ainda recorrer por meio de embargos de declaração, mas o resultado final acabou confirmado pelo STJ em junho, depois que o órgão informou que iria desistir desse último recurso.

Corte Interamericana de Direitos Humanos

Em maio de 2024, a DPU levou o caso da nutricionista à Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), denunciando a República Federativa do Brasil de violação dos direitos humanos devido ao modo como as crianças foram retiradas da mãe, com ajuda de escolta armada e mesmo diante de provas que atestavam o risco do convívio com o pai.

Entre os pedidos, a DPU solicitou que a comissão recomende ao Brasil a compensação às vítimas por danos materiais e emocionais.

O tema foi levado também ao Supremo Tribunal Federal (STF). Em fevereiro do ano passado, o plenário começou a julgar uma ação aberta pelo PSOL, que questiona a validade no Brasil de regras relativas ao crime de sequestro internacional de crianças.

Cumprimento de sentença

A advogada Aniele Carvalho, de Brasília, explica que o cumprimento da decisão (que prevê o retorno das crianças ao Brasil), porém, depende das autoridades irlandesas.

“Se não estiver em local de fácil acesso, as autoridades irlandesas têm que localizar, oficiar, e só depois as crianças poderão voltar oa Brasil”, pontua.

Segundo a DPU, os defensores Daniela Jacques Brauner e Holden Macedo, que atuaram no caso, se reuniram ainda em junho com representantes do Ministério da Justiça para tratar sobre o cumprimento da sentença.

Compartilhar 0 FacebookTwitterPinterestThreadsBlueskyEmail
Editor

Postagem anterior
Novas embarcações da Petrobras triplicarão capacidade de transporte
Próxima postagem
Depressão e ansiedade causam perdas de US$ 1 trilhão

Você também pode gostar

Número de servidores federais poderá ultrapassar 1 milhão após aprovação no Senado

14 de março de 2026

‘Vozes do Serviço Público’ vai até o dia 31

11 de março de 2026

Sindireceita destaca projetos para a pauta feminina

5 de março de 2026

Gonet recomenda limitar penduricalhos no MP

4 de março de 2026

Nova lei preocupa defensores públicos

3 de março de 2026

Educação: STF aceita combinação de regras para aposentadoria

3 de março de 2026

Deixe um comentário Cancelar resposta

Salvar meu nome, e-mail e site neste navegador para a próxima vez que eu comentar.

Posts recentes

  • “Meu Registro” unifica pedidos de certidões em plataforma
  • CNJ retoma debate sobre sustentação oral em julgamentos virtuais
  • Servidores da Cultura pedem esclarecimentos sobre nova carreira federal
  • Governo libera crédito de R$ 20,5 bilhões; foco é o Minha Casa, Minha Vida
  • BID anuncia US$ 5,8 bilhões para a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza

Comentários

Nenhum comentário para mostrar.

Follow Us

Recent Posts

  • “Meu Registro” unifica pedidos de certidões em plataforma

    23 de junho de 2026
  • CNJ retoma debate sobre sustentação oral em julgamentos virtuais

    23 de junho de 2026
  • Servidores da Cultura pedem esclarecimentos sobre nova carreira federal

    22 de junho de 2026
  • Governo libera crédito de R$ 20,5 bilhões; foco é o Minha Casa, Minha Vida

    22 de junho de 2026
  • BID anuncia US$ 5,8 bilhões para a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza

    22 de junho de 2026

Categories

  • Concursos (17)
  • Destaque (34)
  • Destaque 2 (12)
  • Destaque 3 (5)
  • Destaque 4 (12)
  • Economia e Orçamento (230)
  • Lifestyle (2)
  • Política e Gestão (184)
  • Politics (1)
  • Projetos de Lei (60)

Jornal do Servidor

Uma publicação do Jornal Correio da Manhã.

  • Email: correiodamanha@gmail.com

Links

  • Sobre nós
  • Contato
  • Anuncie Conosco
  • Relações de Midia
  • Conformidade

Termos de Uso

  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Política de Legenda Oculta
  • Declaração de Acessibilidade

Newsletter

Últimas Notícias

BID anuncia US$ 5,8 bilhões para a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza
Aposentados têm até sábado para pedir devolução de descontos do INSS
INSS envia aviso por WhatsApp sobre agendamento do BPC
Aposentados têm até sábado para pedir devolução de descontos do INSS

©2025 – Todos os direitos reservados. Projetado e desenvolvido pelo Correio da Manhã.

Facebook Twitter Instagram Youtube
  • Home