Na correria do dia a dia e também na espera de um dinheiro extra, como o 13º salário, por exemplo, consumidores acabam se enrolando com as compras de Natal, sejam os presentes para parentes e amigos ou os produtos da ceia. Não se desespere! Se deixou as compras para a última hora, foque em praticidade! Não fica feio e agrada a todos, embora não seja um hábito: dê cartões de presente (gift cards), o presenteado pode comprar roupa, sapato, bolsa e até perfume de acordo com seu gosto.
E a expectativa para o Natal é boa: a Confederação Nacional do Comércio (CNC) projeta faturamento de R$ 72,71 bilhões, alta de 2,1% sobre 2024. O Sindicato do Comércio Varejista (Sindilojas) reforça esse otimismo, esperando mais contratações e maior confiança do consumidor, especialmente em segmentos como supermercados e vestuário, com aumento na remuneração média.
Entre as estratégias para economizar e agilizar, a dica é escolher lojas locais: além de evitar atrasos de entrega, o apoio ao comércio da sua região cai muito bem. Centros de consumo, como shoppings, costumam ampliar o horário para atender a demanda.
Cuidados essenciais
Pesquise preços e qualidade: não escolha apenas pelo valor mais baixo; verifique se o produto é confiável.
Evite sites suspeitos: golpes online aumentam muito nesta época; desconfie de links recebidos por mensagem ou anúncios com preços muito abaixo do mercado.
Cheque prazos de entrega: se comprar online, confirme se há opção de entrega expressa ou retirada na loja.
Dicas práticas
Cestas temáticas: chocolates, vinhos, kits de café ou até produtos de banho — muitos mercados e farmácias oferecem opções prontas.
Presentes personalizados rápidos: canecas, camisetas ou agendas com impressão expressa ainda podem ser encomendadas em lojas locais.
Monte kits caseiros: biscoitos natalinos, geleias ou artesanato simples são presentes afetivos e rápidos de preparar.