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Economia e Orçamento

CORREIO ECONÔMICO | Preço do carro usado dispara desde o início da pandemia

por Editor 22 de dezembro de 2025
22 de dezembro de 2025 0 comentários
Preços dos usados passaram a subir em ritmo acelerado | Foto: Divulgação
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Quem acompanhou o mercado de veículos nos últimos anos percebeu que os carros usados tiveram uma valorização expressiva, sobretudo a partir da pandemia de Covid-19. A leitura do IBV Auto, índice que acompanha os preços dos veículos leves usados no país, em comparação com os valores dos carros zero-quilômetro medidos no IPC-Fipe, mostra que a alta dos usados foi mais intensa desde 2020.

Desde janeiro daquele ano, os preços dos usados passaram a subir em ritmo mais acelerado do que os dos carros novos. Nesse período, que compreende até novembro de 2025, os zero-quilômetro acumularam alta de 51,9%, enquanto os usados avançaram 80,5%. Na comparação entre os índices padronizados, é visível que desde o início do movimento de alta o usado encareceu mais do que o novo.

“Essa diferença tão expressiva entre a alta dos usados e dos carros novos reflete uma mudança clara no comportamento do consumidor ao longo dos últimos anos. Com fortes reajustes dos zero-quilômetro, especialmente durante a pandemia, o mercado de usados passou a concentrar uma demanda maior do que o habitual, o que ajuda a explicar por que os preços avançaram de forma tão acelerada”, afirma Roberto Padovani, economista-chefe do banco BV.

Esse movimento está diretamente ligado ao avanço dos preços dos carros novos, que se intensificou durante a pandemia e reduziu o acesso de parte dos consumidores aos zero-quilômetro. Diante desse cenário, muitos optaram pelo mercado de usados como alternativa, aquecendo ainda mais o segmento de seminovos.

Mesmo caminhando juntos ao longo do tempo, os dois mercados não reagiram da mesma forma. A cada novo ciclo de reajustes nos preços dos carros novos, o mercado de usados respondeu com variações mais fortes, reflexo da alta sensibilidade do consumidor brasileiro ao preço do zero-quilômetro. Hoje, mesmo com sinais mais recentes de acomodação, os valores seguem em patamares historicamente elevados, especialmente entre os usados, que ainda sentem os efeitos do forte movimento de alta observado nos últimos anos.

“Mesmo com um cenário mais estável recentemente, o consumidor ainda encontra preços elevados na hora de comprar um usado. Por isso, o papel do crédito, do planejamento financeiro e da escolha consciente do veículo se torna cada vez mais relevante para viabilizar a troca de carro sem comprometer o orçamento”, diz Jamil Ganan, diretor executivo de Varejo do banco BV

Metodologia e critérios

O IBV Auto (Índice BV Auto) é um indicador desenvolvido para medir, com precisão e base metodológica robusta, a variação de preços de automóveis leves usados no Brasil. Construído a partir da base de dados do banco BV, líder em financiamento de veículos no país, o índice reflete as tendências de valor de mercado a partir de um volume expressivo de transações reais. Sua metodologia incorpora critérios rigorosos de amostragem, ajustes por depreciação e agrupamento técnico de modelos, permitindo acompanhar mensalmente a dinâmica dos preços por região e tipo de propulsão — combustão, híbrido ou elétrico

A ponderação é realizada com base no valor total das negociações (volume * preço): quanto maior o preço e mais comercializado for um determinado modelo e ano, maior será o peso do veículo na cesta que compõe o indicador. O índice utiliza o ano de 2019 como base histórica inicial, fixando o indicador nacional em 100, para permitir comparações ao longo do tempo até o mês mais recente de 2025. Nos índices regionais, a base é ajustada de acordo com a diferença média de preços em relação ao mercado nacional naquele ano. Isso garante que a série reflita com precisão a evolução dos preços e as diferenças regionais, oferecendo uma leitura mais apurada do mercado de usados.

Além disso, o IBV Auto busca medir a evolução das taxas de desvalorização de cestas comparáveis de automóveis híbridos (HEV), elétricos (BEV) e a combustão (ICE) mensalmente. O objetivo principal é permitir a comparação da desvalorização de automóveis com diferentes tipos de propulsão (a combustão, híbridos e elétricos), tomando como base veículos de mesma idade e características gerais comparáveis (preço quando novo, tamanho, categoria, país de origem, entre outros).

Diferença expressiva

“Essa diferença tão expressiva entre a alta dos usados e dos carros novos reflete uma mudança clara no comportamento do consumidor ao longo dos últimos anos. Com fortes reajustes dos zero-quilômetro, especialmente durante a pandemia, o mercado de usados passou a concentrar uma demanda maior do que o habitual, o que ajuda a explicar por que os preços avançaram de forma tão acelerada”, afirma Roberto Padovani, economista-chefe do banco BV.

Zero-quilômetro

De acordo com o especialista, esse movimento está ligado ao avanço dos preços dos carros novos, que se intensificou durante a pandemia e reduziu o acesso de parte dos consumidores aos zero-quilômetro. Diante desse cenário, muitos optaram pelo mercado de usados como alternativa, aquecendo mais o segmento de seminovos. Mesmo caminhando juntos ao longo do tempo, os dois mercados não reagiram da mesma forma. A cada novo ciclo de reajustes nos preços dos carros novos, o mercado de usados respondeu com variações mais fortes.

Patamar

Hoje, mesmo com sinais de acomodação, os valores seguem em patamares historicamente elevados, especialmente entre os usados, que ainda sentem os efeitos do forte movimento de alta observado nos últimos anos. “Mesmo com um cenário mais estável recentemente, o consumidor ainda encontra preços elevados na hora de comprar um usado”, diz Jamil Ganan, diretor do BV.

Plataforma vendeu mais de R$ 30 milhões em 7 dias

Yalo vendeu mais de R$ 30 milhões em 7 dias via WhatsApp | Foto: Yalo/Divulgação

A plataforma inteligente Yalo, que faz vendas via agentes de Inteligência Artificial, registrou no Brasil, em apenas 7 dias, mais de R$ 30 milhões em volume total de vendas pelo WhatsApp no período da Black Friday.

O valor corresponde exclusivamente às transações realizadas dentro da plataforma da Yalo, envolvendo campanhas personalizadas e conduzidas por grandes marcas da indústria e do varejo, que utilizam a tecnologia conversacional da empresa para escalar suas operações de vendas. Atualmente, a companhia atende marcas como Nestlé, Coca-Cola Femsa, Kellanova, Colgate, Mondelez e The Magnum Company, além de distribuidores e indústrias regionais.

WhatsApp como canal de venda

O resultado consolida o WhatsApp como um dos principais canais de vendas do varejo brasileiro e reforça a força do comércio conversacional impulsionado por IA, conectando indústrias, distribuidores e varejistas por meio de agentes inteligentes. “Esse resultado mostra, na prática, como a IA aplicada às jornadas conversacionais deixou de ser tendência para se tornar motor real de receita”, afirma Tiago Maldaner, gerente de Customer Success Brasil da Yalo. 

IA aplicada

“Esse resultado (registrado na Black Friday) mostra, na prática, como a Inteligência Artificial (IA) aplicada às jornadas conversacionais (nas ferramentas como o WhatsApp) deixou de ser tendência para se tornar motor real de receita para as empresas”, afirma Tiago Maldaner, gerente de Customer Success Brasil da Yalo. 

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