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Política e Gestão

Categoria do DF é representada na nova direção executiva da CNTE

por Editor 20 de janeiro de 2026
20 de janeiro de 2026 0 comentários
Eleição foi realizada no 35º Congresso da confederação | Foto: Divulgação
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Com 93,76% dos votos, a Chapa 10 “Unidade para Lutar e Conquistar” foi vitoriosa nas eleições para a direção-executiva e conselho fiscal da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) para o quadriênio 2026-2030. A diretora do Sinpro-DF Berenice Darc e os ex-diretores do sindicato Rosilene Corrêa, Henrique Torres e Cláudio Antunes compõem o grupo presidido por Fátima Silva. 

A direção foi eleita no sábado (17) durante o 35º Congresso da CNTE e “tomou posse com o compromisso de fortalecer a luta por avanços reais para a educação pública e seus profissionais”, informou o Sinpro-DF.

A eleição de Fátima Silva tem peso simbólico, especialmente por se tratar de uma categoria composta majoritariamente por mulheres. Ela é a segunda mulher a presidir a CNTE em toda a história da entidade. A primeira foi Juçara Dutra Vieira (2002–2008).

Rosilene Côrrea, ex-dirigente do Sinpro, foi reconduzida para a Secretaria de Finanças. Ela destaca o papel estratégico da CNTE na conquista de direitos para o magistério público e reforça a importância da luta unificada dos trabalhadores da educação. Como conquistas concretas dessa unidade, ela cita a Lei do Piso do magistério público e a visão do Supremo Tribunal Federal sobre a constitucionalidade da Lei federal 11.738/2008, que reserva 1/3 da carga horária do magistério para atividades extraclasse.

Para Rosilene Corrêa, “a boa gestão dos recursos da entidade sindical é imprescindível para que se tenha avanços na política”.

“Continuarei atuando para que a Secretaria de Finanças não seja meramente técnica, apenas para fazer a gestão do patrimônio financeiro, mas adote uma lógica de que é necessária boa gestão financeira para avançar nos direitos de toda uma categoria”, disse.

A diretora do Sinpro, Berenice Darc, reconduzida à direção executiva da CNTE, afirma que “a confederação luta por um projeto de nação onde a justiça social seja prioridade”.

“A CNTE é um pilar fundamental na defesa da escola pública, dos seus profissionais e do futuro do nosso país. Em jogo está a garantia de um direito social básico: uma educação de qualidade, inclusiva, democrática, laica e socialmente referenciada”.

Ela destaca como lutas a valorização profissional com salários dignos e carreira consolidada; o fortalecimento do financiamento público da educação; o combate aos retrocessos e privatizações; e a defesa da liberdade de ensinar e aprender.

Henrique Torres, ex-diretor do Sinpro e atual secretário de Meio Ambiente da CUT-DF, aponta como principais desafios para a gestão da CNTE a recomposição das perdas obtidas desde o golpe de 2016.

“Disputamos com as políticas neoliberais de precarização da educação, em defesa do trabalho digno, do Estado democrático; em defesa da valorização dos profissionais da educação, com a melhoria dos planos de carreira, incentivos à formação continuada, fortalecimento do piso do magistério e estabelecimento do piso para os funcionários, com carreira PPGE no DF. Também lutamos pela universalização da gestão democrática em todos estados e munícipios do Brasil, pela defesa da formulação dos currículos pelas comunidades escolares; além de lutar contra todo tipo de retrocesso democrático, em defesa da soberania e das políticas sociais”, disse.

O ex-diretor do Sinpro Cláudio Antunes vai compor a direção-executiva adjunta. Para ele, a nova gestão assume a entidade com o comprometimento de garantir a manutenção dos direitos do magistério público e de avançar em reivindicações históricas da educação. Ele também destacou a necessidade de reformulação da Lei do Piso, conquistada com atuação da CNTE.

“A Lei do Piso é uma das políticas mais exitosas de valorização salarial do magistério, pois estabeleceu um parâmetro nacional mínimo para os vencimentos da categoria. No entanto, trata-se de uma política que hoje precisa ser modernizada para continuar avançando na remuneração dos professores”, afirmou.

Plano de lutas

O 35º Congresso da CNTE também aprovou o plano de lutas que orientará a organização e a mobilização da entidade no próximo período. Entre outros pontos, o plano de lutas aprovado reafirma a defesa intransigente da educação pública, gratuita, laica, democrática e socialmente referenciada.

O fortalecimento do financiamento educacional, a valorização dos profissionais da educação — com destaque para a Lei do Piso —, além da luta por melhores condições de trabalho, outras formas de retrocesso nos direitos sociais também estão no documento.

Boa gestão de recursos

Para Rosilene Corrêa, “a boa gestão dos recursos da entidade sindical é imprescindível para que se tenha avanços na política”. “Continuarei atuando para que a Secretaria de Finanças não seja meramente técnica, apenas para fazer a gestão do patrimônio financeiro, mas adote uma lógica de que é necessária boa gestão financeira para avançar nos direitos de toda uma categoria”, disse.

A diretora do Sinpro, Berenice Darc, afirma que “a confederação luta por um projeto de nação onde a justiça social seja prioridade”.

Sem retrocesso

“Também lutamos pela universalização da gestão democrática em todos estados e munícipios do Brasil, pela defesa da formulação dos currículos pelas comunidades escolares; além de lutar contra todo tipo de retrocesso democrático, em defesa da soberania e das políticas sociais”, finalizou Torres.

Valorização

O secretário da CUT defende ainda o “Estado democrático; valorização dos profissionais da educação, com a melhoria dos planos de carreira, incentivos à formação continuada, fortalecimento do piso do magistério e estabelecimento do piso para os funcionários, com carreira PPGE no Distrito Federal.

Conquistas do magistério público

A eleição de Fátima Silva tem peso simbólico, especialmente por se tratar de uma categoria composta majoritariamente por mulheres. Ela é a segunda mulher a presidir a CNTE em toda a história da entidade. A primeira foi Juçara Dutra Vieira (2002-2008). Rosilene Côrrea, ex-dirigente do Sinpro, foi reconduzida para a Secretaria de Finanças. Ela destaca o papel estratégico da CNTE na conquista de direitos para o magistério público.

Trabalho digno

Henrique Torres, ex-diretor do Sinpro e atual secretário de Meio Ambiente da CUT-DF, aponta como principais desafios para a gestão da CNTE a recomposição das perdas obtidas desde o golpe de 2016.

“Disputamos com as políticas neoliberais de precarização da educação, em defesa do trabalho digno”, disse.

Lei do Piso I

O ex-diretor do Sinpro Cláudio Antunes vai compor a direção-executiva adjunta. Para ele, a nova gestão assume a entidade com o comprometimento de garantir a manutenção dos direitos do magistério público e de avançar em reivindicações históricas da educação. Ele também destacou a necessidade de reformulação da Lei do Piso.

Lei do Piso II

“A Lei do Piso é uma das políticas mais exitosas de valorização salarial do magistério, pois estabeleceu um parâmetro nacional mínimo para os vencimentos da categoria. No entanto, trata-se de uma política que hoje precisa ser modernizada para continuar avançando na remuneração dos professores”, afirmou.

Plano de lutas

O 35º Congresso da CNTE também aprovou o plano de lutas que orientará a organização e a mobilização da entidade no próximo período. Entre outros pontos, o plano de lutas aprovado reafirma a defesa intransigente da educação pública, gratuita, laica, democrática e socialmente referenciada.

Defesa da escola pública

“A CNTE é um pilar fundamental na defesa da escola pública, dos seus profissionais e do futuro do nosso país. Em jogo está a garantia de um direito social básico: uma educação de qualidade, inclusiva, democrática, laica e socialmente referenciada”. Ela destaca como lutas a valorização profissional com salários dignos e carreira consolidada; o fortalecimento do financiamento público da educação.

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