• POLÍTICA E GESTÃO
  • ECONOMIA E ORÇAMENTO
  • CONCURSOS
  • PROJETOS DE LEI
  • POLÍTICA E GESTÃO
  • ECONOMIA E ORÇAMENTO
  • CONCURSOS
  • PROJETOS DE LEI
9, maio 2026
ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Peso econômico invisível da saúde mental no serviço público e privado
CORREIO ECONÔMICO | Setor de serviços cresce 0,1% em agosto e...
CORREIO JURÍDICO | Justiça brasileira intensifica alinhamento ao Sistema Interamericano de...
Iniciada formação para novos servidores
JORNAL DO SERVIDOR | Sindifisco: Justiça valida conversão de tempo
CORREIO ECONÔMICO | Ágio do leilão do pré-sal chega a 251,63%...
CORREIO ECONÔMICO | Senado ouve trabalhadores sobre alta da isenção do...
CORREIO ECONÕMICO | Lula 3 baterá seu próprio recorde de queda...
CORREIO ECONÔMICO | Febraban: cresce o número de jovens no sistema...
CORREIO DO APOSENTADO | Corte de verba ameaça benefícios previdenciários
ANUNCIE CONOSCO
ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Peso econômico invisível da saúde mental no serviço público e privado
CORREIO ECONÔMICO | Setor de serviços cresce 0,1% em agosto e...
CORREIO JURÍDICO | Justiça brasileira intensifica alinhamento ao Sistema Interamericano de...
Iniciada formação para novos servidores
JORNAL DO SERVIDOR | Sindifisco: Justiça valida conversão de tempo
CORREIO ECONÔMICO | Ágio do leilão do pré-sal chega a 251,63%...
CORREIO ECONÔMICO | Senado ouve trabalhadores sobre alta da isenção do...
CORREIO ECONÕMICO | Lula 3 baterá seu próprio recorde de queda...
CORREIO ECONÔMICO | Febraban: cresce o número de jovens no sistema...
CORREIO DO APOSENTADO | Corte de verba ameaça benefícios previdenciários
  • POLÍTICA E GESTÃO
  • ECONOMIA E ORÇAMENTO
  • CONCURSOS
  • PROJETOS DE LEI
Copyright 2021 - All Right Reserved
Economia e Orçamento

Renda média mensal dos brasileiros chega a R$ 3.367 em 2025 e bate novo recorde

por Editor 8 de maio de 2026
escrito por Editor

O rendimento médio mensal real de todas as fontes da população no Brasil alcançou R$ 3.367 em 2025, o maior valor da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), iniciada em 2012. O resultado representa um crescimento de 5,4% em relação a 2024 e consolida o quarto ano consecutivo de expansão. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (8/5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O rendimento médio mensal real habitualmente recebido de todos os trabalhos foi estimado em R$ 3.560 em 2025, alta de 5,7% em relação ao ano anterior, atingindo também o maior valor da série histórica. Em relação a 2019, o crescimento acumulado foi de 11,1%.

Do total de 212,7 milhões de pessoas residentes no Brasil em 2025, 67,2% possuíam algum tipo de rendimento, o equivalente a 143 milhões de pessoas. Esse percentual é superior ao observado em 2024 e representa o maior nível da série histórica da pesquisa. A Região Sul manteve a maior proporção de pessoas com rendimento (70,9%), enquanto Norte (60,6%) e Nordeste (64,4%) apresentaram os menores percentuais, apesar dos avanços registrados nos últimos anos.

O avanço relativo ao rendimento no país é ainda mais expressivo se comparado ao período pré-pandemia. O rendimento médio de todas as fontes, que abrange os rendimentos provenientes tanto do trabalho quanto de outras fontes, ficou 8,6% acima do registrado em 2019 e 12,8% superior ao observado em 2012. Após as perdas verificadas durante a pandemia de COVID-19, especialmente em 2020 e 2021, a recuperação iniciada em 2022 se manteve de forma consistente até 2025.

MASSA DE RENDIMENTO – A massa de rendimento mensal real de todos os trabalhos atingiu R$ 361,7 bilhões em 2025, o maior valor da série, com crescimento real de 7,5% frente a 2024 e de 23,5% em relação a 2019. Com o resultado do último ano, somam-se quatro anos consecutivos de crescimento da massa de rendimento do trabalho a taxas anuais superiores a 6,0%. Esse avanço foi impulsionado principalmente pelo aumento do rendimento médio do trabalho, além da expansão da população ocupada com rendimento, que chegou a 101,6 milhões de pessoas.

Segundo o IBGE, os 10% da população brasileira com maior rendimento domiciliar per capita detinha, em 2025, 40,3% do total da massa de rendimentos domiciliares, parcela superior à que possuíam os 70% da população com os menores rendimentos. Os 10% da população com os maiores rendimentos receberam, em média, 13,8 vezes mais do que os 40% com os menores rendimentos.

OUTRAS FONTES – No que se refere às outras fontes de rendimento, aposentadorias e pensões seguiram como a principal categoria, alcançando 13,8% da população residente. Em 2025, 9,1% da população recebia rendimentos de programas sociais do governo, percentual que se manteve relativamente estável em relação a 2024, mas em patamar superior ao período anterior à pandemia. As regiões Nordeste (15,8%) e Norte (13,7%) tinham os maiores percentuais de pessoas com rendimentos de programas sociais.

APOSENTADORIA E PENSÃO – Dentre todas as categorias que compõem o rendimento de outras fontes, o item aposentadoria e pensão manteve-se como o de maior valor médio em 2025 (R$ 2.697), permanecendo próximo dos valores registrados em 2024 e 2019. O valor médio dos rendimentos de programas sociais do governo, incluindo programas das esferas federal, estadual e municipal, era de R$ 870 em 2025, similar ao valor observado em 2024 (R$ 875). Em relação a 2019 (R$ 508), o valor médio dos rendimentos de programas sociais do governo cresceu 71,3%.

RENDIMENTO DOMICILIAR PER CAPITA – O rendimento médio mensal real domiciliar per capita também atingiu valor recorde em 2025, ao chegar a R$ 2.264, com crescimento de 6,9% frente a 2024. Entre 2019 e 2025, a elevação acumulada foi de 18,9%. Em 2025, o rendimento de todos os trabalhos compunha 75,1% do rendimento médio mensal real domiciliar per capita, mantendo-se em patamar próximo do registrado no ano anterior.

Os 24,9% provenientes de outras fontes se dividiam em rendimentos de aposentadoria e pensão (16,4%), que correspondiam à maior parte, mas também em rendimentos de programas sociais do governo (3,5%), aluguel e arrendamento (2,1%), pensão alimentícia, doação e mesada de não morador (0,9%) e outros rendimentos (2,0%).

A região Sul liderou o valor do rendimento médio domiciliar per capita no país: R$ 2.734. Em seguida aparecem as regiões Centro-Oeste (R$ 2.712), Sudeste (R$ 2.669), Nordeste (R$ 1.470 ) e Norte (R$1.558). Entre 2024 e 2025, a Região Centro-Oeste (11,3%) se destacou pelo crescimento do rendimento médio domiciliar per capita, ao passo que a Região Sul apresentou a menor variação (4,9%). Se comparado a 2019, as Regiões Norte (33,6%), Centro-Oeste (27,4%) e Nordeste (23,8%) apresentaram as maiores elevações do indicador, enquanto a Região Sudeste (14,1%), a menor.

TRABALHO – O rendimento proveniente do trabalho continuou sendo a principal fonte de renda da população brasileira. Em 2025, 47,8% dos residentes tinham rendimento habitual do trabalho, o que representa uma variação positiva de 0,7 ponto percentual (p.p.) em relação a 2024. Outros 27,1% recebiam rendimentos de outras fontes, como aposentadorias, pensões e programas sociais do governo, oscilando 0,6 p.p. frente ao ano anterior. O crescimento da população com rendimento do trabalho manteve a tendência observada desde 2021, ainda que em ritmo mais moderado do que nos anos imediatamente anteriores.

REGIÕES – As regiões Centro-Oeste (R$ 4.133), Sul (R$ 4.026) e Sudeste (R$ 3.958) registraram as maiores fontes de rendimento, com o Nordeste (R$ 2.475) e o Norte (R$ 2.777) vindo na sequência. Em relação ao ano de 2024, foi registrada elevação do rendimento habitual do trabalho em todas as regiões, com destaque para o Centro-Oeste (9,5%) e o Norte (8,1%). Na comparação com 2019, as maiores expansões também foram observadas nessas duas regiões, com crescimento de 19,5% na Centro-Oeste e de 19,8% na Norte. A região Sudeste (7,2%) foi a que apresentou a menor variação do rendimento médio do trabalho no período.

PROGRAMAS SOCIAIS – O rendimento médio mensal real domiciliar per capita nos domicílios que recebiam o Bolsa Família em 2025 foi de R$ 774, o que corresponde a menos de 30% do rendimento médio daqueles que não recebiam tal benefício, cujo valor foi de R$ 2.682. Para os domicílios que recebiam o BPC-LOAS, o rendimento médio domiciliar per capita foi de R$ 1.218 e, entre aqueles que recebiam outros programas sociais, o rendimento médio foi de R$ 948.

Considerando o total de domicílios que recebiam rendimento de algum programa social do governo, seja o Bolsa Família, o BPC-LOAS ou seja algum outro programa social, o rendimento médio domiciliar per capita foi de R$ 886, ao passo que aqueles que não eram abrangidos por programa social registraram um rendimento de R$ 2.787. Assim, os domicílios beneficiados por algum programa social do governo registraram, em média, um rendimento inferior a um terço do rendimento per capita dos domicílios não abrangidos por programas sociais.

*com informações da Secom

8 de maio de 2026
0 FacebookTwitterPinterestThreadsBlueskyEmail
Política e Gestão

Varejo testa escala 5×2 e enfrenta desafios para adaptar operação

por Editor 8 de maio de 2026
escrito por Editor

Grandes e médios varejistas brasileiros começaram a testar a escala de trabalho 5×2 — cinco dias de expediente e dois de descanso — e relatam ganhos na atração de funcionários, redução da rotatividade e diminuição de faltas. O movimento ocorre em meio ao debate no Congresso Nacional sobre o fim da escala 6×1 e a redução da jornada semanal de trabalho no país.

Empresas como Supermercados Pague Menos, RD Saúde, dona das redes Droga Raia e Drogasil, e Savegnago já adotam experiências com o novo modelo em algumas unidades. Segundo executivos do setor, a possibilidade de dois dias de folga tem atraído mais candidatos em um momento de dificuldade para contratação no comércio.

Entidades do varejo afirmam que, após a pandemia, trabalhadores passaram a valorizar mais a flexibilidade e a qualidade de vida. A percepção é de que as novas gerações aceitam jornadas mais intensas ao longo do dia em troca de mais tempo livre durante a semana. Em muitos casos, os funcionários usam as folgas para estudar, descansar ou realizar trabalhos extras.

Além da retenção de mão de obra, empresas relatam redução de custos com vale-transporte, alimentação e afastamentos por acidentes de trajeto. Ainda assim, o modelo traz desafios operacionais, principalmente para pequenos negócios.

No comércio, a carga semanal atual é de até 44 horas. Para manter esse limite dentro da escala 5×2, a jornada diária sobe para cerca de 8 horas e 48 minutos. A reorganização das equipes exige escalas mais complexas e, em alguns casos, contratação de trabalhadores horistas para cobrir folgas e horários de pico.

Representantes de supermercados e shopping centers alertam que a mudança pode elevar despesas trabalhistas e pressionar pequenos lojistas. Segundo a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), estabelecimentos com apenas três a cinco funcionários precisariam ampliar equipes para garantir cobertura das operações, o que poderia elevar os custos em até 40%.

A discussão ganhou força no Congresso após a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovar a tramitação de propostas que reduzem a jornada semanal de 44 para 36 horas e alteram o regime de escalas. O governo federal, porém, defende um limite de 40 horas semanais sem definir um modelo único de jornada.

Estudo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estima que uma redução para 40 horas semanais exigiria a abertura de cerca de 980 mil vagas para compensar a diminuição da carga horária. A entidade calcula impacto de R$ 357,5 bilhões sobre os setores de comércio e serviços.

Pesquisa Datafolha aponta que 71% dos brasileiros apoiam o fim da escala 6×1. O tema se tornou uma das principais pautas trabalhistas do governo Lula e deve continuar no centro do debate entre empresários, trabalhadores e parlamentares ao longo de 2026.

Com informações de Felipe Mendes e Sylvia Miguel da Folhapress

8 de maio de 2026
0 FacebookTwitterPinterestThreadsBlueskyEmail
Política e Gestão

Associações de bancos reagem à suspensão do consignado

por Editor 8 de maio de 2026
escrito por Editor

A Associação Brasileira de Bancos (ABBC), a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e a associação do setor financeiro Zetta, manifestaram preocupação com a decisão cautelar do TCU que suspendeu de forma abrupta as modalidades de crédito consignado do INSS. O segmento movimenta cerca de R$ 100 bilhões por ano e R$ 9 bilhões em descontos mensais, com 17 milhões de aposentados e pensionistas com operações ativas. A carteira reúne 65,4 milhões de contratos e R$ 283,9 bilhões, com taxa média de 1,82% ao mês. Pesquisa indica que 56% usam o crédito por necessidade imediata e 35% para quitar dívidas. As entidades afirmam que a medida atinge população vulnerável e restringe acesso ao crédito barato.

Entidades destacam autorregulação

As entidades destacam ainda avanços de autorregulação: 1.173 advertências, 899 suspensões, 130 correspondentes banidos e 14 agentes de crédito suspensos por 12 meses. As reclamações caíram de 1.710, em junho de 2025, para 623 em dezembro, recuo acima de 60%. Agora, ABBC, Febraban e Zetta pedem ao TCU a modulação da decisão para manter o consignado com reforço gradual de controles.

Perfil falso é derrubado pela Meta

Perfil falso é derrubado pela Meta
Simulação do perfil Dr Perito do INSS desativadoCrédito: Ilustração/Imagem gerada por IA

A Meta desativou o perfil “Dr.Perito do INSS”, no Instagram, após receber uma notificação extrajudicial da Advocacia-Geral da União (AGU). A página era utilizada para captar clientes para um escritório de advocacia previdenciária de maneira irregular. As condutas deste usuário configuravam fraude eletrônica, usurpação de função pública, falsificação de selo ou sinal público e falsa identidade. Além disso, o perfil não ia de acordo com os termos de uso do aplicativo, que proíbem utilização dos serviços para finalidades fraudulentas ou enganosas.

Outro perfil foi derrubado pela Meta

A notificação citou decisão do Supremo Tribunal Federal que permite responsabilizar as plataformas pelos conteúdos ilícitos publicados pelos seus usuários. A AGU também efetivou a derrubada do perfil e do Whatsapp Business do escritório de advocacia Samara Vieira, que eram utilizados para a captação de clientes. A notificação atendeu a pedido do Ministério da Previdência Social.

INSS Empresa I

A ferramenta INSS Empresa começa a funcionar a partir do dia 15 de maio. Ela permite que empresas consultem os afastamentos de empregados durante o vínculo empregatício. Com interface mais simples e aqmigável, a plataforma oferecerá dados desde 2019, em tempo real e com atualizações imediatas.

INSS Empresa II

O acesso será feito por meio de autenticação da conta gov.br com certificado digital de pessoa jurídica. Além disso, o responsável pela empresa poderá autorizar representantes para visualizar as informações do sistema, desde que tenham conta gov.br nível prata ou ouro. A plataforma reunirá dados sobre trabalhadores.

Parcela Opção I

A 1ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região rejeitou por unanimidade o recurso da União e manteve decisão favorável a aposentados ligados ao Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário e do MPU no DF. A ação trata da Parcela Opção, vantagem paga a servidores que exerceram cargos de chefia ou funções comissionadas.

Parcela Opção II

A decisão anula os efeitos do Acórdão 1.599/2019 do TCU, que havia barrado o pagamento da Parcela Opção para quem cumpriu os requisitos de aposentadoria após a Emenda Constitucional 20, publicada em dezembro de 1998. O entendimento do tribunal beneficia servidores aposentados que recebiam a vantagem incorporada aos vencimentos.

Desvios I

A Força-Tarefa Previdenciária deflagrou a Operação Falsa Matriz para combater fraudes relacionadas ao roubo de aposentadorias por meio do uso de documentos falsos. Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão em Alagoas e em São Paulo, em endereços ligados aos principais suspeitos investigados.

Desvios II

Segundo a investigação, foram utilizadas procurações e atestados médicos falsos para sacar valores retroativos de benefícios previdenciários e desviar parcelas da aposentadoria da vítima. De acordo com a Cordenação-Geral de Inteligência da Previdência Social (CGINP), o prejuízo ultrapassa R$ 50 mil.

8 de maio de 2026
0 FacebookTwitterPinterestThreadsBlueskyEmail
Política e Gestão

24 milhões de pessoas ainda não fizeram a declaração do IR

por Editor 8 de maio de 2026
escrito por Editor

Faltando poucas semanas para o encerramento do prazo do Imposto de Renda 2026, cerca de 24 milhões de trabalhadores ainda não enviaram a declaração à Receita Federal. Segundo dados divulgados pelo órgão, mais de 20,3 milhões de documentos haviam sido entregues até a manhã desta quarta-feira (7), o que representa 46,1% do total esperado de 44 milhões de declarações neste ano. O prazo para envio termina em 30 de maio. Quem perder a data estará sujeito a multa mínima de R$ 165,74, que pode chegar a 20% do imposto devido. A Receita recomenda que os contribuintes evitem deixar a entrega para os últimos dias, quando há maior risco de lentidão no sistema e aumento na procura pela plataforma de envio.

Voos cancelados

Companhias aéreas em todo o mundo cortaram até 2 milhões de assentos e cancelaram milhares de voos no mês de maio. Algumas tem adotado aeronaves menores, segundo dados da Cirium divulgados pelo jornal Financial Times. O motivo é o aumento do preço do combustível de aviação, provocado pela guerra no Oriente Médio.

IPhone com lance mínimo de R$ 922

A Receita Federal abriu novos leilões eletrônicos de mercadorias apreendidas, com envio de propostas durante o mês de maio e sessões de lances em datas diferentes conforme o edital. Os lotes incluem iPhones, notebooks, videogames, joias, carros e caminhões, com preços iniciais entre R$ 50 e mais de R$ 1,2 milhão. Há casos de iPhone com lance mínimo de R$ 922 e lotes de eletrônicos a partir de R$ 100. Para participar, é preciso acessar o Sistema de Leilão da Receita.

30% dos MEIs do país estão no CadÚnico

30% dos MEIs do país estão no CadÚnico
2,6 milhões abriram o CNPJ após aderirem ao CadÚnicoCrédito: Ilustração/Imagem gerada por IA

Quase 30% dos microempreendedores individuais (MEIs) do país estão inscritos no Cadastro Único (CadÚnico), segundo levantamento do Sebrae e do Ministério do Desenvolvimento Social. Isso representa 4,6 milhões de MEIs entre os 16,6 milhões existentes no Brasil. A pesquisa aponta que 2,6 milhões abriram o CNPJ após aderirem ao CadÚnico, indicando que programas sociais têm estimulado a busca por autonomia financeira. O setor de serviços concentra a maioria dos empreendedores cadastrados, com 54% do total. Na sequência aparecem comércio (26%) e indústria (10%).

Fiscalização I

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) identificou irregularidades em fiscalizações realizadas entre 20 e 30 de abril em 13 estados. Em Minas Gerais, houve oito autos de infração, três interdições e apreensão de 24 mil litros de combustíveis. Em Santa Catarina, 142,2 mil litros de óleo lubrificante foram apreendidos.

Fiscalização II

No Pará, a ANP interditou um estabelecimento sem autorização para operar e apreendeu 9,6 mil litros de gasolina e 2,7 mil litros de diesel. Também foram registrados casos de destinação irregular de combustíveis e falhas em documentação e equipamentos durante as ações de fiscalização.

Conferência Anual do Banco Central

O Banco Central realizará, entre 13 e 15 de maio, a Conferência Anual do Banco Central, em Brasília. O evento reunirá especialistas e pesquisadores para debater temas como macroeconomia, estabilidade financeira, inovação financeira e sustentabilidade. A edição de 2026 terá como palestrante principal Gabriel Chodorow-Reich, da Universidade de Harvard.

Dinheiro na conta I

A Embraer, uma das maiores fabricantes de aeronaves do mundo, aprovou o pagamento de R$ 7,6 mi em dividendos, equivalentes a R$ 0,01 por ação. Terão direito os acionistas com posição em 11/maio (data-com). O pagamento será em 20/maio. A empresa registrou carteira de pedidos recorde de US$32,1 bilhões(R$ 168 bi), alta de 22%.

Dinheiro na conta II

A Gerdau, uma das maiores produtoras de aço das Américas, aprovou o pagamento de R$ 354,1 milhões em dividendos aos acionistas, equivalentes a R$ 0,18 por ação. Terão direito os investidores com posição em 13 de maio (data-com). O pagamento dos proventos será realizado em 9 de junho de 2026.

Dinheiro na conta III

A Neoenergia, uma das maiores companhias do setor elétrico brasileiro, aprovou o pagamento de R$ 700 milhões em juros sobre capital próprio (JCP). Terão direito os acionistas com posição em 19 de maio (data-com). O pagamento dos proventos será realizado até dezembro de 2026, conforme cronograma da companhia.

8 de maio de 2026
0 FacebookTwitterPinterestThreadsBlueskyEmail
Destaque

Retirada da poupança soma R$ 41,7 bilhões até abril em cenário de endividamento recorde das famílias

por Editor 8 de maio de 2026
escrito por Editor

A caderneta de poupança registrou retirada líquida de R$ 41,7 bilhões entre janeiro e abril de 2026, segundo dados divulgados pelo Banco Central. No período, os saques feitos pelos investidores superaram os depósitos realizados nas contas da aplicação.

O resultado mantém a sequência de perdas observada nos últimos anos. Apenas em março, último dado consolidado disponível, a retirada líquida somou R$ 11,1 bilhões. No mês, os depósitos chegaram a R$ 331,9 bilhões, enquanto os saques totalizaram R$ 343 bilhões. Os rendimentos creditados nas contas de poupança ficaram em R$ 6,4 bilhões.

Os dados foram divulgados em meio ao aumento do endividamento das famílias brasileiras. Levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostrou que 80,9% das famílias estavam endividadas em abril deste ano, maior percentual da série histórica iniciada pela entidade. A pesquisa considera dívidas como cartão de crédito, cheque especial, financiamento de veículos, crédito consignado e carnês.

A taxa básica de juros da economia, a Selic, está em 14,75% ao ano. Pela regra em vigor, a poupança rende 0,5% ao mês mais a Taxa Referencial (TR) quando os juros permanecem acima de 8,5% ao ano.

O Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), modalidade ligada ao financiamento imobiliário, concentrou a maior parte das retiradas registradas neste ano. Entre janeiro e abril, o segmento acumulou saída líquida de R$ 39,6 bilhões. Já a poupança rural apresentou retirada líquida de R$ 2,1 bilhões no mesmo período.

Em março, o SBPE registrou depósitos de R$ 287,7 bilhões e saques de R$ 298,5 bilhões, gerando retirada líquida de R$ 10,8 bilhões. Na poupança rural, os depósitos somaram R$ 44,2 bilhões e os saques ficaram em R$ 44,5 bilhões, com saldo negativo de R$ 327 milhões.

Apesar das retiradas, o estoque total da caderneta segue próximo de R$ 1 trilhão. Os dados históricos do Banco Central mostram que a aplicação acumula perdas desde 2021. Naquele ano, a retirada líquida foi de R$ 35,5 bilhões. Em 2022, o saldo negativo chegou a R$ 103,2 bilhões. Em 2023, os saques superaram os depósitos em R$ 87,8 bilhões. Em 2024, a retirada líquida ficou em R$ 15,5 bilhões. Já em 2025, o saldo negativo voltou a crescer e atingiu R$ 85,6 bilhões.

Em 2020, durante a pandemia de Covid-19, a poupança registrou entrada líquida recorde de R$ 166,3 bilhões, maior captação anual da série histórica do Banco Central.

A próxima divulgação dos dados da poupança está prevista para o início de junho, com os números referentes ao mês de maio.

8 de maio de 2026
0 FacebookTwitterPinterestThreadsBlueskyEmail
Economia e Orçamento

STF analisa “revisão da vida toda” para aposentados do INSS

por Editor 7 de maio de 2026
escrito por Editor

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli votou nesta semana, em julgamento virtual, a favor de permitir a chamada “revisão da vida toda” do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em casos específicos. Se aprovada, a proposta vale para aposentados que entraram com ação na Justiça entre 16 de dezembro de 2019 e 5 de abril de 2024, período em que houve mudanças de entendimento sobre o tema nos tribunais.

O julgamento ocorre na ação 2.111, que trata do fator previdenciário e também foi usada como base para decisões que levaram à derrubada da revisão da vida toda no Supremo. O voto de Toffoli diverge da posição que ele mesmo havia adotado em 2024, quando se manifestou contra a tese.

No voto, o ministro defende que aposentados que buscaram a Justiça naquele intervalo devem ter o direito analisado conforme o entendimento que existia na época. Ele argumenta que houve “quebra de confiança” em relação às decisões anteriores do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do próprio STF, que em 2022 chegaram a admitir a revisão.

A revisão da vida toda é uma ação em que aposentados pedem que o cálculo do benefício leve em conta todas as contribuições feitas ao longo da vida, inclusive as realizadas antes do Plano Real. Em alguns casos, isso pode alterar o valor da aposentadoria.

O relator do caso, ministro Kassio Nunes Marques, votou contra o pedido. Ele afirmou que o recurso não traz novos argumentos e busca reverter uma decisão já tomada pelo STF, que considerou a revisão inviável. Segundo o relator, não é possível reabrir a discussão nesta fase do processo.

O entendimento foi acompanhado por outros ministros, entre eles Cármen Lúcia, Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin. Com esses votos, a votação parcial está 4 a 1 contra o recurso, com apenas o posicionamento de Toffoli favorável à tese em situações específicas.

O julgamento ainda não foi concluído. Ele ocorre em plenário virtual e não tem data definida para encerramento. O tema pode voltar a ser analisado dentro do próprio andamento do julgamento, conforme a liberação de votos e eventual conclusão das etapas em discussão no Supremo.

A tese da revisão já teve diferentes decisões no STF. Em 2022, foi aceita pela maioria dos ministros. Em março de 2024, o tribunal passou a impedir sua aplicação ao julgar ações relacionadas ao fator previdenciário. Em novembro de 2025, o Supremo confirmou a derrubada da tese por 8 votos a 3.

Segundo o advogado João Badardi, do Instituto de Estudos Previdenciários (Ieprev), a aplicação defendida por Toffoli seria restrita a casos específicos. Ele afirma: “Tem muita gente que não tinha direito e entrou com o processo. Muitas pessoas, muitas vezes por erro de cálculo, com cálculos que não vão subir o valor do benefício. São as exceções que têm o direito”.

Com informações da Folhapress

7 de maio de 2026
0 FacebookTwitterPinterestThreadsBlueskyEmail
Política e Gestão

Indústria cresce 0,1% em março e acumula alta de 3,1% em 2026

por Editor 7 de maio de 2026
escrito por Editor

A produção industrial brasileira cresceu 0,1% em março na comparação com fevereiro e registrou o terceiro avanço consecutivo em 2026. Com o resultado, o setor acumula expansão de 3,1% no ano e opera 3,3% acima do nível pré-pandemia, de fevereiro de 2020, embora ainda esteja 13,9% abaixo do recorde histórico alcançado em maio de 2011. Os dados foram divulgados na quinta-feira (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na Pesquisa Industrial Mensal (PIM).

Na comparação com março de 2025, a indústria avançou 4,3%, após recuo de 0,7% em fevereiro. Segundo o IBGE, o resultado foi influenciado pelo calendário, já que março deste ano teve 22 dias úteis, três a mais que no mesmo período do ano passado.

Segmentos

Entre fevereiro e março, quatro grandes categorias econômicas e oito dos 25 ramos pesquisados registraram crescimento. Os destaques positivos foram coque (combustível sólido produzido a partir do carvão mineral), produtos derivados do petróleo e biocombustíveis, com alta de 2,2%, e produtos químicos, que cresceram 4%. O primeiro setor completou quatro meses consecutivos de expansão, acumulando ganho de 11,5% no período. Já o segmento químico recuperou a queda de 1,5% registrada em fevereiro.

Também avançaram veículos automotores, reboques e carrocerias (1,1%), metalurgia (1,2%) e máquinas e equipamentos (1%). Entre as grandes categorias econômicas, bens de consumo duráveis tiveram a maior alta mensal, de 1,7%, acumulando crescimento de 9,9% em três meses. Bens de capital cresceram 0,6%; bens intermediários, 0,5%; e bens de consumo semi e não duráveis, 0,4%.

Caíram em março

Por outro lado, 16 atividades industriais apresentaram retração em março. As principais quedas vieram de bebidas (-2,9%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-3,9%). Também recuaram móveis (-6%), confecção de artigos do vestuário e acessórios (-4,1%), produtos alimentícios (-0,5%), manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (-3,9%), celulose, papel e produtos de papel (-1,3%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-2,3%), produtos de madeira (-4,4%) e produtos de borracha e material plástico (-1,1%).

Comparação com 2025

Na comparação com março de 2025, 19 dos 25 ramos industriais mostraram crescimento: veículos automotores, reboques e carrocerias, com alta de 18,7%; produtos alimentícios (5,7%); indústrias extrativas (4,7%); e coque, derivados do petróleo e biocombustíveis (4,2%).

Também tiveram desempenho positivo equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (9,3%), outros equipamentos de transporte (11,3%), produtos de borracha e material plástico (3,9%), produtos diversos (13,5%), produtos químicos (1,7%), móveis (9,9%) e produtos farmoquímicos e farmacêuticos (4,2%).

Entre os setores em queda na comparação anual, o principal impacto negativo veio de celulose, papel e produtos de papel, que recuaram 4,5%.

Nas grandes categorias econômicas, bens de consumo duráveis cresceram 18,7% em março frente ao mesmo mês do ano passado, interrompendo quatro meses seguidos de retração. O segmento foi impulsionado pela fabricação de automóveis, que avançou 38,9%, além de eletrodomésticos da linha marrom (15,8%), linha branca (12,7%), motocicletas (34,7%) e móveis (11,4%). O grupamento de outros eletrodomésticos teve queda de 22,3%.

Os setores de bens de capital cresceram 6,5%; bens de consumo semi e não duráveis, 4,6%; e bens intermediários, 2,9%.

Próxima divulgação

A próxima divulgação da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, com os dados de abril de 2026, será em 3 de junho de 2026.

7 de maio de 2026
0 FacebookTwitterPinterestThreadsBlueskyEmail
Economia e Orçamento

Inadimplência atinge 29,7% das famílias brasileiras em abril, aponta CNC

por Editor 7 de maio de 2026
escrito por Editor

O percentual de famílias brasileiras com dívidas voltou a subir e atingiu o maior nível da série histórica da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Em abril, 80,9% das famílias relataram possuir algum tipo de dívida, acima dos 80,4% registrados em março e dos 77,6% observados no mesmo mês de 2025.

O levantamento mostra que quatro em cada cinco famílias possuem contas parceladas, financiamentos, empréstimos ou compras no cartão de crédito. O índice vem renovando recordes ao longo de 2026. Em janeiro, a taxa havia atingido 79,5%; em fevereiro, 80,2%; em março, 80,4%; até chegar aos 80,9% em abril.

Apesar da alta do endividamento, a inadimplência apresentou avanço menor. O percentual de famílias com contas em atraso ficou em 29,7% em abril, ante 29,6% em março e 29,1% em abril de 2025. Já a parcela das famílias que afirmam não ter condições de pagar as dívidas atrasadas permaneceu em 12,3%.

O cartão de crédito continua sendo a principal modalidade de dívida entre os brasileiros, seguido pelos carnês de loja e pelo crédito pessoal. Entre as famílias inadimplentes, 49,5% afirmaram estar com débitos atrasados há mais de 90 dias. O tempo médio de atraso permaneceu em 65,1 dias pelo terceiro mês consecutivo.

A pesquisa também mostra diferenças entre as faixas de renda. Entre as famílias com rendimento de até três salários mínimos, o índice de endividamento alcançou 83,6%, enquanto 38,2% relataram contas em atraso.

No grupo com renda entre três e cinco salários mínimos, 82,8% das famílias estão endividadas. Entre aquelas com renda de cinco a dez salários mínimos, o percentual chegou a 80,1%. Já nas famílias com renda superior a dez salários mínimos, o índice ficou em 70,8%.

Os dados da CNC apontam que o avanço do endividamento ocorre em meio ao aumento do custo do crédito e ao maior comprometimento da renda das famílias. Ao mesmo tempo, programas de renegociação seguem em expansão. O governo federal lançou neste mês a segunda etapa do Novo Desenrola Brasil, com descontos para renegociação de dívidas e possibilidade de parcelamento com juros reduzidos.

A Peic é divulgada mensalmente pela CNC e acompanha indicadores relacionados ao acesso ao crédito, inadimplência e capacidade de pagamento das famílias brasileiras.

7 de maio de 2026
0 FacebookTwitterPinterestThreadsBlueskyEmail
Política e Gestão

Congresso avança com propostas de pisos, jornada e aposentadoria para servidores em ano eleitoral

por Editor 6 de maio de 2026
escrito por Editor

Em ano eleitoral, o Congresso Nacional tem avançado com propostas que ampliam direitos de servidores públicos em áreas como saúde, educação e limpeza urbana. As medidas incluem criação e reajuste de pisos salariais, redução de jornada e mudanças nas regras de aposentadoria.

Uma das propostas em tramitação é a PEC 14 de 2021, como principal autor o Deputado Dr. Leonardo (Solidariedade-MT)que trata dos agentes comunitários de saúde e de combate a endemias. O texto prevê aposentadoria com regras mais flexíveis, possibilidade de antecipação do benefício, efetivação de vínculos temporários e garantia de integralidade e paridade. A proposta foi aprovada na Câmara e está em análise no Senado.

No Senado, a Comissão de Assuntos Econômicos aprovou piso de R$ 13,6 mil para médicos e cirurgiões-dentistas. A proposta, de autoria da senadora Daniella Ribeiro (PP-PB) ainda precisa passar por outras etapas de tramitação. Para a enfermagem, a PEC 19/2024, de autoria da senadora Eliziane Gama (PSD-MA), reduz a carga horária para 36 horas semanais, sem redução salarial, e estabelece reajuste anual do piso com base na inflação.

Na Câmara, foi aprovado projeto de autoria do deputado Duarte Júnior (PSB-MA) que fixa piso de R$ 3.036 para trabalhadores da limpeza urbana, com adicional de 40% de insalubridade. O texto depende de encaminhamento no Senado.

Na área da educação, propostas em tramitação preveem a redução da jornada do magistério para 30 horas semanais (de autoria da deputada federal Professora Luciene Cavalcante (PSOL-SP) e o pagamento de adicional de insalubridade aos profissionais do setor, de diferentes autores. As propostas têm avançado em comissões nas últimas semanas, com presença de representantes das categorias no Congresso. 

O cenário repete o observado em 2022, quando propostas de pisos salariais foram aprovadas durante o período eleitoral. Parlamentares têm buscado acordos para viabilizar a tramitação das matérias. Em alguns casos, a análise pode ser adiada para depois das eleições.

Com informações da Folhapress

6 de maio de 2026
0 FacebookTwitterPinterestThreadsBlueskyEmail
Política e Gestão

Gamescom 2026 movimenta R$ 900 milhões em negócios e reúne mais de mil empresas de 59 países

por Editor 6 de maio de 2026
escrito por Editor

A edição de 2026 da Gamescom latino américa encerrou com indicadores de crescimento no ambiente de negócios e ampliação da participação internacional na indústria de jogos. Realizado entre 29 de abril e 3 de maio, no Distrito Anhembi, em São Paulo, o evento reuniu mais de 154 mil visitantes, alta de 17,5% em relação ao ano anterior.

De acordo com a organização, foram registradas mais de 13 mil reuniões de negócios, avanço de 46% na comparação anual. A estimativa é que os encontros possam gerar US$ 180 milhões (aproximadamente R$ 900 milhões) em novos contratos nos próximos meses. O evento contou com a participação de mais de 1.100 empresas no ambiente B2B,de de 59 países, além de 1.230 marcas presentes na área de exposição.

Ao todo, 175 expositores de 23 países participaram da feira, que também reuniu mais de 700 estúdios de desenvolvimento. A diversidade geográfica das empresas e a presença de diferentes elos da cadeia produtiva ampliaram o volume de conexões comerciais realizadas durante o evento. A programação incluiu mais de 400 jogos e cerca de 60 lançamentos apresentados ao público, incluindo títulos ainda não disponíveis no mercado. 

Gigantes da indústria, como Warner Bros. Games, Nintendo, Roblox, Riot Games, Electronic Arts, Supercell, Remedy Entertainment e muitas outras levaram experiências para o público

A presença de empresas de tecnologia, publishers e plataformas digitais foi acompanhada pela participação de marcas de outros setores, como serviços financeiros, telecomunicações e alimentos, interessadas na audiência do mercado de games. Essa variedade ampliou as possibilidades de parcerias comerciais, ativações de marca e acordos de licenciamento.

O Brasil concentra mais de mil estúdios de desenvolvimento de jogos distribuídos pelo país, o que contribui para a presença nacional nas rodadas de negócios e para a oferta de projetos a investidores estrangeiros. A edição também integrou o BIG Festival, que recebeu 960 jogos inscritos de 75 países, com 81 títulos finalistas distribuídos em 18 categorias.

Além do ambiente corporativo, a programação incluiu mais de 300 horas de conteúdo e a participação de cerca de 500 palestrantes, sendo mais de 120 internacionais. O evento também reuniu mais de 2 mil criadores de conteúdo, ampliando a visibilidade comercial dos lançamentos e das empresas participantes.

Para Gustavo Steinberg, CEO da gamescom, o evento é  “uma grande celebração para a comunidade gamer, reunindo as principais marcas do mundo e proporcionando, com exclusividade, a possibilidade de conhecer os jogos e, principalmente, de testar os próximos lançamentos do mercado. E Isso só é possível graças ao nosso DNA, que começou impulsionando os negócios da indústria e expandiu para um hub de experiências”, disse.

6 de maio de 2026
0 FacebookTwitterPinterestThreadsBlueskyEmail
Postagens mais recentes
Postagens mais antigas

Posts recentes

  • Renda média mensal dos brasileiros chega a R$ 3.367 em 2025 e bate novo recorde
  • Varejo testa escala 5×2 e enfrenta desafios para adaptar operação
  • Associações de bancos reagem à suspensão do consignado
  • 24 milhões de pessoas ainda não fizeram a declaração do IR
  • Retirada da poupança soma R$ 41,7 bilhões até abril em cenário de endividamento recorde das famílias

Comentários

Nenhum comentário para mostrar.

Follow Us

Recent Posts

  • Renda média mensal dos brasileiros chega a R$ 3.367 em 2025 e bate novo recorde

    8 de maio de 2026
  • Varejo testa escala 5×2 e enfrenta desafios para adaptar operação

    8 de maio de 2026
  • Associações de bancos reagem à suspensão do consignado

    8 de maio de 2026
  • 24 milhões de pessoas ainda não fizeram a declaração do IR

    8 de maio de 2026
  • Retirada da poupança soma R$ 41,7 bilhões até abril em cenário de endividamento recorde das famílias

    8 de maio de 2026

Categories

  • Concursos (17)
  • Destaque (19)
  • Destaque 2 (12)
  • Destaque 3 (5)
  • Destaque 4 (12)
  • Economia e Orçamento (191)
  • Lifestyle (2)
  • Política e Gestão (138)
  • Politics (1)
  • Projetos de Lei (60)

Jornal do Servidor

Uma publicação do Jornal Correio da Manhã.

  • Email: correiodamanha@gmail.com

Links

  • Sobre nós
  • Contato
  • Anuncie Conosco
  • Relações de Midia
  • Conformidade

Termos de Uso

  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Política de Legenda Oculta
  • Declaração de Acessibilidade

Newsletter

Últimas Notícias

Retirada da poupança soma R$ 41,7 bilhões até abril em cenário de endividamento recorde das famílias
STF analisa “revisão da vida toda” para aposentados do INSS
Indústria cresce 0,1% em março e acumula alta de 3,1% em 2026
Inadimplência atinge 29,7% das famílias brasileiras em abril, aponta CNC

©2025 – Todos os direitos reservados. Projetado e desenvolvido pelo Correio da Manhã.

Facebook Twitter Instagram Youtube
  • Home