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20, maio 2026
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Política e Gestão

CNJ fará mutirão no mês de junho para revisar prisões

por Editor 19 de maio de 2026
escrito por Editor

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) realizará entre 1º e 30 de junho o II Mutirão Processual Penal do plano Pena Justa, com revisão de processos em tribunais estaduais e federais. A ação vai analisar prisões preventivas acima de um ano, casos de gestantes e mães presas cautelarmente, condenações por porte de até 40 gramas de maconha e execuções penais com benefícios vencidos, como progressão de regime e liberdade condicional. O objetivo é identificar excessos de prazo, falhas cadastrais e irregularidades no sistema prisional. Ao fim do mutirão, o CNJ divulgará um relatório nacional com os resultados das revisões feitas pelos tribunais participantes. Em 2025, milhares de processos e prisões foram revisados em diferentes estados.

DPU realiza um debate virtual

A Defensoria Pública da União (DPU) vai promover no dia 26 de maio, às 11h, um encontro do Grupo de Trabalho de Assistência e Proteção às Vítimas de Tráfico de Pessoas (GTTP), voltado para defensores federais e estaduais, estudantes, vítimas e público em geral. A reunião será online, sem necessidade de inscrição prévia, e terá como tema Crimes Cibernéticos e Tráfico de Pessoas. A ação será transmitida no Youtube.

OAB contra sigilo de 100 anos na LAI

OAB contra sigilo de 100 anos na LAI
A conselheira da OAB, Helia Nara Parente Santos JacomeCrédito: Raul Spinassé/OAB

O Conselho Pleno do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil aprovou durante sessão realizada na segunda(18), o ajuizamento de uma ação direta de inconstitucionalidade (ADI) no STF contra trecho da Lei de Acesso à Informação (LAI) que permite sigilo automático de dados pessoais por até 100 anos. A OAB argumenta que a regra pode ferir princípios como publicidade administrativa, liberdade de expressão e direito de acesso à informação. O trecho questionado pela OAB é o artigo 31, §1º, inciso I, da Lei de Acesso à Informação (Lei 12.527/2011).

Situação atrapalha atividade jornalística

O artigo determina que informações pessoais relativas à intimidade, vida privada, honra e imagem tenham acesso restrito por até 100 anos, independentemente de classificação formal de sigilo. A conselheira federal Helia Nara Parente Santos Jacome (TO), que relatou o caro, disse que lei “afeta diretamente a atividade jornalística, a pesquisa científica e o controle social da atuação estatal”.

Indenização I

Alunos e ex-alunos do Instituto de Educação e tecnologia de Paragominas (Ietep) e da Faculdade de Educação Superior de Paragominas (Facesp) que já cursaram ou ainda cursam graduação e pós-graduação não reconhecidas pelo MEC podem garantir indenizações por danos materiais e morais.

Indenização II

Estabelecida na Justiça Federal em Paragominas (PA), a condenação foi confirmada pelo Tribunal Regional da 1ª Região (TRF1). Para receber a indenização e ressarcimento previstos na decisão judicial, os estudantes deverão iniciar a execução individual da sentença, junto de advogado particular ou da Defensoria.

Elogios às urnas

Durante a primeira abertura da sessão do Tribunal Superior Eleitoral sob Presidência do ministro Nunes Marques, ele destacou a importância histórica da urna eletrônica para a democracia do Brasil. O magistrado afirmou que o sistema é patrimônio da Justiça Eleitoral e deve ser “zelado e preservado”.

Direitos do Cidadão

O subprocurador-geral da República Paulo Thadeu Gomes da Silva toma posse nesta quarta-feira (20) como novo procurador federal dos Direitos do Cidadão, órgão do Ministério Público Federal responsável pela defesa de direitos constitucionais. A cerimônia será realizada às 18h30, na sede da PGR, em Brasília. O mandato será para o biênio 2026/2028.

Ditadura I

O Ministério Público Federal defendeu a continuidade de um processo de indenização movido por uma mulher que alega ter sido presa ilegalmente e torturada durante a ditadura militar. Segundo o MPF, documentos do Arquivo Nacional e do Arquivo Público do RJ reforçam a versão apresentada pela autora da ação.

Ditadura II

Na manifestação enviada à Justiça Federal, o MPF também pediu a realização de perícia médica para verificar possíveis sequelas físicas e psicológicas atribuídas às torturas relatadas pela autora. O órgão sustenta que documentos e registros oficiais no processo reforçam a necessidade de continuidade da ação de indenização.

19 de maio de 2026
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Destaque

Superávit da balança comercial chega a R$ 59,3 bilhões em abril

por Editor 19 de maio de 2026
escrito por Editor

Exportações cresceram 14,3% impulsionadas pelo agronegócio, petróleo e indústria de transformação

A balança comercial brasileira fechou abril de 2026 com superávit de US$ 10,5 bilhões (R$ 59,3 bilhões), segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). O resultado foi impulsionado pelo crescimento das exportações do agronegócio, do petróleo e da indústria de transformação.

As exportações brasileiras somaram US$ 34,1 bilhões (R$ 192,7 bilhões) em abril, alta de 14,3% na comparação com o mesmo mês de 2025. As importações chegaram a US$ 23,6 bilhões (R$ 133,4 bilhões), crescimento de 6,2%. Com isso, o saldo comercial aumentou 37,5% em relação ao registrado no mesmo período do ano passado.

A China permaneceu como principal destino das exportações brasileiras. O país concentrou compras de soja, minério de ferro, petróleo e carnes. Os Estados Unidos aparecem na sequência, com destaque para produtos industriais, petróleo e aço. A Argentina também ampliou a participação nas compras do Brasil, principalmente no setor automotivo.

Entre os principais parceiros comerciais do Brasil ainda estão União Europeia, Singapura e México. As exportações para países asiáticos continuaram concentrando parte relevante das vendas externas brasileiras, sobretudo de commodities agrícolas e minerais.

O agronegócio respondeu por parte significativa das vendas externas do país. Segundo o Ministério da Agricultura, o setor exportou US$ 16,65 bilhões (R$ 94,1 bilhões) em abril, crescimento de 11,7% frente ao mesmo mês de 2025.

Os produtos com maior participação nas exportações foram soja, carnes, café, celulose e produtos florestais. O avanço ocorreu com aumento do volume embarcado e elevação dos preços internacionais. O volume exportado pelo agro cresceu 9,5%, enquanto os preços médios tiveram alta de 2,1%.

A indústria extrativa também registrou crescimento nas exportações, influenciada pelas vendas de petróleo. Segundo o MDIC, o setor teve alta de 17,9% em abril. Já a indústria de transformação apresentou crescimento de 11,6% nas exportações.

2026

No acumulado de janeiro a abril, a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 24,7 bilhões (R$ 139,6 bilhões), alta de 43,5% na comparação com o primeiro quadrimestre de 2025.

As exportações totalizaram US$ 116,5 bilhões (R$ 658,7 bilhões) no período. As importações somaram US$ 91,7 bilhões (R$ 518,5 bilhões).

O governo federal projeta superávit comercial de US$ 72,1 bilhões (R$ 407,6 bilhões) para 2026. A estimativa é de exportações de US$ 364,2 bilhões (R$ 2,05 trilhões) e importações de US$ 280,2 bilhões (R$ 1,58 trilhão) ao longo do ano.

19 de maio de 2026
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Economia e Orçamento

INSS muda regras do consignado e exige biometria facial

por Editor 19 de maio de 2026
escrito por Editor

As novas regras para contratos de empréstimo consignado de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) passam a valer nesta terça-feira (19). As mudanças incluem a obrigatoriedade de validação por biometria facial, redução do limite de comprometimento da renda e ampliação de prazos para pagamento.

Segundo o governo federal, as alterações têm como objetivo aumentar a segurança nas operações de crédito e reduzir riscos de fraude.

Validação por biometria passa a ser obrigatória

A principal mudança é a exigência de confirmação da contratação por biometria facial, realizada por meio do aplicativo ou site do Meu INSS. Após a solicitação do empréstimo junto à instituição financeira, o beneficiário receberá a proposta com status de “pendente de confirmação” e terá até cinco dias corridos para validar a operação.

Caso a confirmação não seja feita dentro do prazo, o contrato será cancelado automaticamente.

De acordo com o INSS, a medida segue legislação aprovada pelo Congresso Nacional no ano passado e sancionada no início de 2026 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A exigência também atende recomendações do Tribunal de Contas da União (TCU) para reforço na prevenção de fraudes.

Mudanças no crédito consignado

  • Servidores da Fundação CASA aprovam proposta salarial
  • Regra consignado
  • CORREIO ECONÔMICO | Maior feira de agronegóciodo país em Ribeirão Preto/SP
  • Empréstimo consignado para CLTs
  • Consignado II

Além da biometria, outras regras passam a valer para novos contratos:

  • O prazo máximo para pagamento sobe de 96 para 108 meses (9 anos);
  • A margem consignável cai de 45% para 40% da renda do benefício;
  • Para o Benefício de Prestação Continuada (BPC), o limite será de 35%;
  • O início do pagamento poderá ocorrer em até 90 dias após a contratação.

Também fica proibida a contratação de empréstimo consignado por telefone ou por procuração de terceiros.

Cartão consignado tem limites reduzidos

A medida provisória que alterou as regras também modificou o funcionamento do cartão consignado e do cartão de benefícios. As parcelas vinculadas a essas modalidades passam a ter limite máximo de 5% cada, dentro do total da margem consignável.

Com isso, o governo elimina a divisão anterior que permitia até 10% exclusivos para esses produtos.

Contexto da medida

Segundo o governo federal, as mudanças fazem parte de um conjunto de ajustes no crédito consignado e estão relacionadas a ações do programa Novo Desenrola, que também alterou regras para servidores públicos federais.

A avaliação oficial é de que as novas regras ampliam o acesso ao crédito, ao mesmo tempo em que reforçam mecanismos de proteção ao consumidor, especialmente aposentados e pensionistas.

19 de maio de 2026
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Política e Gestão

Servidores da Fundação CASA aprovam proposta salarial

por Editor 18 de maio de 2026
escrito por Editor

Servidores da Fundação CASA aprovaram a proposta da Campanha Salarial 2026 apresentada pela direção da instituição em assembleia geral realizada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Entidades de Assistência e Educação à Criança, ao Adolescente e à Família do Estado de São Paulo (SITSESP). O acordo prevê reajuste salarial de 3,54%, índice baseado no IPC-Fipe acumulado entre março de 2025 e fevereiro de 2026, com pagamento retroativo a março. O percentual também será aplicado a benefícios como vale-alimentação, vale-refeição e auxílio-creche. Outros pontos da pauta, incluindo reivindicações ligadas ao PCCS e ao dissídio coletivo, seguem em negociação.

Encerrada a greve em Florianópolis

O Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Florianópolis informou que a greve, que durou 23 dias, será encerrada após a categoria ter aceitado a proposta da prefeitura. A categoria pedia melhores condições de trabalho e pontuava que o governo não atendeu à pauta de reivindicações durante as negociações. De acordo com a Prefeitura, as mais de 200 demissões serão mantidas e a proposta será homologada.

Aprovação da Convenção 151 da OIT

Aprovação da Convenção 151 da OIT
Sede do Ministério Público da União, em BrasíliaCrédito: Júlio Minasi/Universidade de Brasília

A Federação Nacional dos Trabalhadores e das Trabalhadoras do Judiciário Federal e Ministério Público da União (Fenajufe) intensificou a articulação política na Câmara pela aprovação do PL 1893/2026, que regulamenta a Convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) no serviço público. A entidade representa servidores do Judiciário Federal e do Ministério Público. A proposta prevê regras para negociação coletiva e representação sindical de servidores públicos das três esferas, além de licença remunerada para mandato classista e mediação de conflitos trabalhistas.

“Uma bomba contra os servidores”

O Sindicato União dos Servidores do Poder Judiciário de SP criticou a Portaria nº 10.809/2026 do TJ-SP, publicada no Diário Oficial na sexta-(15) e classificou a medida como “uma bomba contra o servidor”. A norma prevê perda de até 10 dias de férias em casos de faltas, mesmo justificadas, o que o SindUni considera “punição adicional aos servidores do Judiciário paulista”. A entidade vai cobrar revisão da medida.

Concurso no DF I

A Secretaria de Desenvolvimento Social do DF (Sedes-DF) publicou edital com 1.197 vagas imediatas e 3.591 para cadastro reserva. As oportunidades são para cargos de níveis médio e superior nas áreas de assistência e desenvolvimento social, com salários iniciais entre R$ 4,3 mil e R$ 6 mil. As inscrições serão abertas em junho.

Concurso no DF II

As vagas serão distribuídas entre a Secretaria de Desenvolvimento Social, Secretaria da Mulher e Secretaria de Justiça e Cidadania. O concurso terá provas objetiva e discursiva em setembro, organizadas pelo Instituto Quadrix. As taxas de inscrição variam de R$ 84 a R$ 113, conforme o cargo escolhido pelos candidatos.

Reajuste do teto

Entidades de juízes pediram para o Supremo Tribunal Federal (STF) enviar ao Congresso um projeto que prevê fazer um reajuste do teto do funcionalismo público, que é de R$ 43,6 mil. De acordo com a Associação dos Juízes Federais do Brasil, a correção pelo IPCA elevaria o valor para cerca de R$ 71,5 mil.

Regra consignado

O empréstimo consignado para servidores federais passará a ter novas regras a partir desta semana. As mudanças incluem autorização prévia para novos contratos, redução gradual da margem consignável e ampliação do prazo de pagamento para até 120 parcelas. O governo afirma que as medidas ampliam a segurança.

Piso Professores I

O Congresso Nacional tem até o dia 1º de junho para votar a Medida Provisória nº 1334/2026, que altera as regras de reajuste do piso salarial nacional dos professores da educação básica pública. A medida, que tem força de lei por até 120 dias, mudou a fórmula de atualização do piso, considerando inflação e receitas do Fundeb.

Piso Professores II

Pela proposta, o reajuste anual do piso do magistério passa a levar em conta o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e a variação das receitas do Fundeb. Caso a Medida Provisória 1334/2026 não for aprovada pela Câmara e pelo Senado dentro do prazo, o texto perde a validade.

18 de maio de 2026
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Política e Gestão

UFRJ lidera projeto para ampliar produção nacional de lúpulo

por Editor 18 de maio de 2026
escrito por Editor

Pesquisa busca adaptar cultivo ao clima brasileiro, reduzir dependência de importações e expandir cadeia produtiva ligada à indústria cervejeira e farmacêutica.

Pesquisadores da Coppe, instituto de pós-graduação e pesquisa em engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), lideram um projeto que pretende ampliar a produção nacional de lúpulo e reduzir a dependência brasileira das importações do insumo usado na fabricação de cervejas. A iniciativa é desenvolvida no Centro Avançado em Sustentabilidade, Ecossistemas Locais e Governança (Casulo) e busca adaptar o cultivo da planta ao clima tropical brasileiro, com uso de agricultura de precisão e tecnologias de manejo.

O lúpulo é responsável pelo amargor, aroma e estabilidade da cerveja, mas também possui aplicações nos setores alimentício, farmacêutico, cosmético e de etanol. Hoje, a maior parte do produto consumido no Brasil é importada de países como Estados Unidos e Alemanha, onde há apenas uma safra anual.

Segundo os pesquisadores, o objetivo é repetir com o lúpulo um processo semelhante ao ocorrido com culturas como soja e trigo: adaptar a produção às condições brasileiras e ampliar a competitividade do país. “Estamos falando de estruturar uma nova cadeia produtiva no país, integrando desde o cultivo com agricultura de precisão até o processamento industrial e o controle de qualidade em laboratório próprio”, afirmou Amanda Xavier, coordenadora do projeto e pesquisadora do Programa de Engenharia de Produção da Coppe.

Uma das apostas da iniciativa é o uso de suplementação luminosa para compensar as diferenças de fotoperíodo em relação aos países de clima temperado. Com isso, o Brasil poderia alcançar até 2,5 safras por ano.

Os dados do setor mostram o potencial de expansão. Em 2024, a produção mundial de lúpulo foi estimada em cerca de 114 mil toneladas. No mesmo período, o Brasil produziu apenas 81 toneladas, enquanto a demanda interna chegou a aproximadamente 7 mil toneladas. O mercado nacional movimenta cerca de R$ 878 milhões por ano.

Em parceria com a Aprolúpulo, a Coppe elaborou o Mapa do Lúpulo Brasileiro 2024, publicado em março deste ano. O documento reúne informações sobre áreas de cultivo, infraestrutura e potencial produtivo. “Teremos agora dados para planejar locais de cultivo, demandas de infraestrutura e iniciativas de capacitação técnica”, disse Amanda Xavier.

O projeto também prevê a produção de extratos de lúpulo com tecnologia de extração por CO? para diferentes segmentos industriais. A expectativa é que a expansão da cadeia produtiva reduza importações, gere empregos e fortaleça o agronegócio.

18 de maio de 2026
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Economia e Orçamento

Enfermagem pressiona Senado por reajuste e jornada menor

por Editor 18 de maio de 2026
escrito por Editor

Profissionais da enfermagem intensificaram a mobilização pela aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 19/2024, em tramitação no Senado. A proposta prevê reajuste anual do piso salarial e redução da jornada de trabalho para enfermeiros, técnicos, auxiliares de enfermagem e parteiras. Segundo entidades da categoria, as mudanças podem impactar cerca de 3 milhões de profissionais no país.

A PEC, de autoria da senadora Eliziane Gama (PSD-MA), estabelece jornada máxima de 30 horas semanais e reajuste anual do piso com correção mínima pela inflação do ano anterior. O texto foi aprovado em abril pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, com emenda do relator Fabiano Contarato (PT-ES), que definiu jornada de 36 horas semanais como referência para ampliar a viabilidade da proposta.

Atualmente, o piso nacional da enfermagem, criado pela Lei 14.434/2022, está vinculado a uma carga horária de 44 horas semanais. Com isso, profissionais que trabalham menos horas recebem valores proporcionais. Representantes da categoria afirmam que o modelo mantém jornadas exaustivas e dificulta a valorização salarial.

Presidente do Conselho Regional de Enfermagem do Distrito Federal (Coren-DF), Elissandro Noronha afirma que a redução da jornada é necessária para preservar a saúde física e mental dos trabalhadores e melhorar a segurança no atendimento à população. Ele também defende o reajuste anual para evitar perdas salariais e insegurança jurídica.

Quase quatro anos após a criação do piso, a implementação ainda enfrenta dificuldades. Segundo o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), mais de 11 mil reclamações sobre o pagamento foram registradas em 2025, incluindo valores inferiores ao piso, descontos considerados irregulares e atrasos.

A regulamentação do piso também gerou disputas judiciais. Em 2022, a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7.222 levou o Supremo Tribunal Federal (STF) a suspender temporariamente a norma. Depois, a Emenda Constitucional 127/2022 garantiu fontes de custeio para o pagamento, enquanto a Lei 14.581/2023 autorizou repasses federais para estados e municípios.

Em julho de 2023, o ministro Luís Roberto Barroso autorizou a aplicação do piso no setor público, condicionando a medida ao repasse de recursos federais e às negociações coletivas no setor privado.

Entidades afirmam que os principais entraves continuam concentrados no setor privado e filantrópico. Segundo representantes da enfermagem, a interpretação de que o piso integra a remuneração global reduz os ganhos efetivos da categoria ao incorporar adicionais e gratificações ao cálculo salarial.

18 de maio de 2026
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Economia e Orçamento

União, estados e municípios recebem R$ 9,4 bilhões em participação especial do petróleo

por Editor 18 de maio de 2026
escrito por Editor

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) concluiu na segunda-feira (18) a distribuição da participação especial referente à produção de petróleo e gás natural do primeiro trimestre de 2026. O total destinado à União, estados e municípios alcançou R$ 9,43 bilhões.

A União recebeu R$ 4,7 bilhões. Os estados ficaram com R$ 3,7 bilhões e os municípios receberam R$ 943,1 milhões. Os repasses contemplaram quatro estados e 21 municípios beneficiários ligados à produção de petróleo e gás em áreas terrestres e marítimas.

Do total destinado à União, o Fundo Social concentrou R$ 4,3 bilhões. O Ministério de Minas e Energia recebeu R$ 233,8 milhões, o Ministério do Meio Ambiente ficou com R$ 58,4 milhões, enquanto educação e saúde receberam R$ 63,4 milhões e R$ 21,1 milhões, respectivamente.

Estados 

O Rio de Janeiro concentrou a maior parcela entre os estados, com R$ 3,2 bilhões. O Espírito Santo recebeu R$ 340,5 milhões, São Paulo ficou com R$ 137,4 milhões e o Amazonas recebeu R$ 13,5 milhões.

Municípios

Nos municípios, Maricá (RJ) liderou os repasses nacionais, com R$ 397,8 milhões. Niterói (RJ) recebeu R$ 336,2 milhões e o município do Rio de Janeiro ficou com R$ 62,3 milhões. Outras cidades fluminenses também receberam parcelas da arrecadação foram Campos dos Goytacazes (R$ 8,5 milhões), Cabo Frio (R$ 4 milhões), Rio das Ostras (R$ 3,9 milhões), Paraty (R$ 2,7 milhões), Macaé (R$ 2 milhões), Armação dos Búzios (R$ 975 mil), Casimiro de Abreu (R$ 871 mil), Arraial do Cabo (R$ 445 mil), Quissamã (R$ 80,4 mil) e Carapebus (R$ 41,2 mil).

No Espírito Santo, Marataízes recebeu R$ 32,1 milhões, Itapemirim ficou com R$ 27,5 milhões, Presidente Kennedy recebeu R$ 25,2 milhões e Piúma, R$ 275 mil.

Em São Paulo, São Sebastião e Ilhabela receberam R$ 17,1 milhões cada. E no Amazonas, Coari recebeu R$ 3,3 milhões e Tefé ficou com R$ 62,5 mil.

Sobre o dinheiro

A participação especial é uma compensação financeira paga por empresas concessionárias que exploram campos de petróleo e gás com grande volume de produção ou alta rentabilidade. A arrecadação é calculada trimestralmente pela ANP com base na receita líquida de cada campo produtor.

O cálculo leva em consideração fatores como volume produzido, tempo de produção e localização da lavra. A legislação também prevê deduções referentes a royalties, tributos, investimentos em exploração, custos operacionais e depreciação.

Os critérios de distribuição variam conforme o tipo de exploração e a localização dos campos produtores. Nos campos terrestres, a legislação determina que 50% dos recursos sejam destinados à União, 40% aos estados produtores e 10% aos municípios produtores. Já nos campos marítimos e áreas do pré-sal, os percentuais seguem regras específicas previstas nas leis federais 9.478/97, 12.351/10 e 12.858/13. Parte da arrecadação oriunda do pré-sal também é direcionada ao Fundo Social.

Os valores detalhados e os históricos de distribuição permanecem disponíveis no portal oficial da ANP e no sistema do Banco do Brasil, na opção “PEA – Participação Especial ANP”.

18 de maio de 2026
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Economia e Orçamento

Serviços recuam 1,2% em março e interrompem estabilidade, diz IBGE

por Editor 16 de maio de 2026
escrito por Editor

Queda atingiu todas as cinco atividades pesquisadas pela Pesquisa Mensal de Serviços. Segmento de transportes teve o principal impacto negativo no resultado do mês.

O setor de serviços no Brasil registrou queda de 1,2% em março de 2026 na comparação com fevereiro, segundo dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O resultado interrompeu a estabilidade observada no mês anterior e atingiu todas as cinco atividades pesquisadas pelo instituto.

De acordo com o levantamento, o principal impacto veio do segmento de transportes, que recuou 1,7% no período e eliminou o ganho acumulado nos dois primeiros meses do ano, de 0,8%. O transporte de passageiros caiu 3,4% em março, enquanto o transporte de cargas teve retração de 1%.

Também apresentaram resultado negativo os serviços prestados às famílias, os serviços profissionais, administrativos e complementares, os serviços de informação e comunicação e o grupo de outros serviços. A retração foi disseminada em todas as áreas acompanhadas pela pesquisa.

Apesar da queda mensal, o setor ainda mostra crescimento na comparação anual. Frente a março de 2025, o volume de serviços avançou 3%, no 24º resultado positivo consecutivo nessa base de comparação. No acumulado do primeiro trimestre, a expansão foi de 2,3%, enquanto o acumulado em 12 meses chegou a 2,8%.

O nível de atividade do setor permanece 18,2% acima do patamar registrado em fevereiro de 2020, antes da pandemia de covid-19. Ainda assim, o volume de serviços em março ficou 1,7% abaixo do pico da série histórica, alcançado em outubro de 2025.

O índice de atividades turísticas também registrou retração em março. Segundo o IBGE, o segmento caiu 4% em relação a fevereiro, acumulando perda de 5,4% em dois meses consecutivos de queda. O turismo opera atualmente 6,3% abaixo do recorde da série histórica, registrado em dezembro de 2024.

Na média móvel trimestral, o setor de serviços apresentou recuo de 0,4% no trimestre encerrado em março frente ao trimestre anterior. Entre os segmentos analisados, os serviços profissionais, administrativos e complementares tiveram queda de 0,7%, seguidos pelos transportes e pelos serviços prestados às famílias, ambos com retração de 0,3%.

Segundo o gerente da pesquisa no IBGE, Rodrigo Lobo, “o comportamento negativo do setor em março foi acompanhado por todas as atividades investigadas”. Ele destacou que os transportes tiveram o maior peso no resultado do mês, especialmente por conta da redução no transporte de passageiros e de cargas.

Com informações da Agência Brasil

16 de maio de 2026
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Economia e Orçamento

Tesouro Direto amplia opções de investimento com lançamento do Tesouro Reserva

por Editor 16 de maio de 2026
escrito por Editor

Programa do Tesouro Nacional reúne títulos atrelados à Selic, inflação e juros prefixados, além de modalidades voltadas à aposentadoria e ao planejamento educacional.

Com a chegada do Tesouro Reserva, o Tesouro Nacional agora conta com seis modalidades de títulos públicos voltadas a objetivos como reserva de emergência, proteção contra a inflação, aposentadoria e planejamento educacional. Os papéis do Tesouro Direto possuem regras diferentes de rentabilidade, prazo e pagamento de rendimentos.

Os títulos públicos são emitidos pelo governo federal para financiar a dívida pública. Em troca, o investidor recebe uma remuneração definida pelas regras de cada papel. As aplicações podem ser feitas pela internet, por meio de bancos e corretoras habilitados, com valores acessíveis.

Atualmente, o programa reúne títulos atrelados à taxa Selic, à inflação oficial e a juros prefixados, além de modalidades voltadas ao recebimento de renda mensal futura.

Tesouro Reserva

O Tesouro Reserva foi lançado em 2026 como modalidade voltada à formação de reserva de emergência. O produto acompanha a rentabilidade do Tesouro Selic, seguindo as variações da taxa básica de juros da economia.

A principal diferença em relação aos demais títulos do Tesouro Direto é o funcionamento contínuo. O investidor pode realizar aplicações e resgates em qualquer horário, inclusive durante fins de semana e feriados. Nos demais papéis, as operações seguem horários específicos do mercado financeiro.

O produto foi criado para ampliar o acesso a investimentos com liquidez imediata em ambiente digital. A proposta é permitir movimentações rápidas para quem precisa de acesso frequente aos recursos aplicados.

Tesouro Selic

O Tesouro Selic é um título pós-fixado cuja rentabilidade acompanha a taxa básica de juros definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central.

Esse papel é utilizado principalmente para reserva de emergência por apresentar menor oscilação de preço em relação a outros títulos públicos. O investidor pode solicitar resgate antes do vencimento, e o Tesouro Nacional recompra os papéis em dias úteis.

O rendimento varia conforme as mudanças da Selic ao longo do período da aplicação. Quando a taxa básica sobe, a rentabilidade do título também tende a aumentar.

Tesouro Prefixado

O Tesouro Prefixado oferece uma taxa de juros definida no momento da compra. Quem mantém o papel até o vencimento recebe a rentabilidade contratada no ato da aplicação.

Se um investidor compra um título com taxa de 12% ao ano, por exemplo, esse será o rendimento anual até o vencimento, independentemente das mudanças futuras na Selic ou na inflação.

Antes do vencimento, o valor do título oscila conforme as condições do mercado. Por isso, quem vende antecipadamente pode receber valor maior ou menor do que o investido inicialmente.

Há versões tradicionais e modalidades com pagamento semestral de juros. Nesse modelo, parte da remuneração é transferida ao investidor a cada seis meses.

Tesouro IPCA+

O Tesouro IPCA+ combina inflação e juros fixos. A remuneração é formada pela variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) somada a uma taxa prefixada.

Na prática, o investidor recebe a inflação acumulada no período mais uma taxa previamente definida. Um título com remuneração de IPCA + 6% ao ano, por exemplo, garante retorno equivalente à inflação registrada no período acrescida de 6%.

O objetivo desse tipo de papel é preservar o poder de compra dos recursos ao longo do tempo. O Tesouro IPCA+ costuma ser utilizado em estratégias de médio e longo prazo.

Assim como ocorre com os títulos prefixados, o preço do papel oscila antes do vencimento. Também existem versões com pagamento semestral de juros.

Tesouro RendA+

O Tesouro RendA+ foi criado para planejamento de aposentadoria. O título possui duas etapas: acumulação e recebimento de renda.

Na fase inicial, o investidor acumula recursos até a data escolhida. Depois disso, passa a receber pagamentos mensais por um período de 20 anos.

Os valores pagos são corrigidos pela inflação. O investidor define no momento da compra quando deseja iniciar o recebimento da renda mensal.

Durante a fase de acumulação, não há pagamento periódico de juros. O rendimento permanece incorporado ao valor do título até o início dos pagamentos.

Tesouro Educa+

O Tesouro Educa+ segue modelo semelhante ao RendA+, mas voltado ao planejamento de despesas educacionais.

O investidor acumula recursos até a data escolhida e, posteriormente, recebe pagamentos mensais corrigidos pela inflação por cinco anos.

O produto foi desenvolvido para auxiliar no custeio de despesas relacionadas à educação, como mensalidades, cursos e outras formações.

Tributação e custos

Os investimentos no Tesouro Direto estão sujeitos à cobrança de Imposto de Renda sobre os rendimentos. A tributação segue tabela regressiva, com alíquotas menores para aplicações mantidas por mais tempo.

Também pode haver cobrança de taxa de custódia da B3, responsável pela guarda dos títulos.

As aplicações podem ser feitas pelo site ou aplicativo do Tesouro Direto, além das plataformas de instituições financeiras habilitadas.

16 de maio de 2026
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Política e Gestão

STF suspende julgamento sobre aposentadoria compulsória aos 75 anos

por Editor 15 de maio de 2026
escrito por Editor

O Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu o julgamento que vai definir se empregados públicos de empresas estatais e sociedades de economia mista devem se aposentar compulsoriamente ao completar 75 anos.

O caso começou a ser analisado no plenário virtual do tribunal, mas foi interrompido em 28 de abril, apesar de ter registrado maioria inicial favorável à aplicação da regra previdenciária. Não há prazo para a retomada do julgamento.

A Corte decidiu aguardar a indicação do décimo primeiro ministro, vaga aberta com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso. No mês passado, o advogado-geral da União, Jorge Messias, foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ocupar a posição, mas o nome não foi aprovado pelo Senado.

Contexto e questão em análise

O julgamento trata da validade da Emenda Constitucional 103 de 2019, aprovada durante o governo de Jair Bolsonaro, que determina a aposentadoria automática de empregados públicos que tenham cumprido o tempo mínimo de contribuição ao atingirem 75 anos.

A Corte ainda vai decidir se a regra pode ser aplicada a casos anteriores à emenda e se o desligamento dos empregados gera direito ao pagamento de verbas trabalhistas. O caso concreto envolve uma funcionária da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) que teve seu contrato rescindido ao atingir a idade limite.

Votos e divergências

O relator do processo, ministro Gilmar Mendes, votou pela validade da emenda, defendendo que a aposentadoria compulsória independe da manifestação do empregado ou do empregador. Segundo Mendes, o desligamento não gera direito a verbas rescisórias e deve ter aplicação imediata. Seu voto foi acompanhado por Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Nunes Marques.

Em divergência, cinco ministros apresentaram entendimentos diferentes:

  • Flávio Dino reconheceu a compulsória aos 75 anos, mas defendeu que o desligamento gera pagamento de verbas rescisórias, acompanhado por Dias Toffoli.
  • Edson Fachin, Luiz Fux e André Mendonça entenderam que a aposentadoria compulsória deve ser regulamentada por lei específica.

O STF ainda não definiu data para retomar o julgamento, que será concluído após a nomeação do novo ministro, completando o plenário.

15 de maio de 2026
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