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	<description>Uma publicação do Correio da Manhã</description>
	<lastBuildDate>Thu, 02 Apr 2026 02:53:21 +0000</lastBuildDate>
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	<item>
		<title>Fonacate prepara proposta para retomar adicional por tempo de serviço no funcionalismo</title>
		<link>https://jornaldoservidor.com.br/fonacate-prepara-proposta-para-retomar-adicional-por-tempo-de-servico-no-funcionalismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 02:53:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[O Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate) iniciou a elaboração de um projeto para restabelecer o adicional por tempo&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate) iniciou a elaboração de um projeto para restabelecer o adicional por tempo de serviço — conhecido como quinquênio — para servidores públicos. A iniciativa foi apresentada durante reunião da Mesa Nacional de Negociação Permanente (MNNP), realizada no fim de março, e ocorre após decisão recente do Supremo Tribunal Federal (STF) favorável à manutenção do benefício para magistrados.</p>



<p>Durante o encontro, o presidente do Fonacate, Rudinei Marques, solicitou ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) que a retomada do adicional passe a integrar a pauta das próximas negociações com o governo federal. Segundo a entidade, a discussão ganhou força após o entendimento do STF que preservou o pagamento do adicional por tempo de serviço no Judiciário, reacendendo o debate sobre tratamento isonômico entre carreiras públicas.</p>



<p>Para Marques, a diferenciação entre categorias não se justifica. “Todos somos servidores e contribuímos com o nosso trabalho para que o Estado brasileiro cumpra as suas funções.”</p>



<p>O Fonacate informou que prepara um projeto com base em iniciativas já em tramitação no Congresso Nacional, com o objetivo de resgatar o benefício para o conjunto dos servidores públicos. O adicional por tempo de serviço consiste em um acréscimo remuneratório concedido conforme os anos de exercício no cargo, tradicionalmente calculado em percentuais acumulados ao longo da carreira.</p>



<p>Outros benefícios</p>



<p>Na mesma reunião, o governo apresentou atualização de benefícios pagos ao funcionalismo federal, incluindo novos valores para auxílio-alimentação, assistência pré-escolar e auxílio-saúde,&nbsp;que já entraram na folha desse mês de abril. Ainda assim, representantes das entidades avaliaram que houve poucos avanços nas reivindicações estruturais apresentadas pelos servidores.</p>



<p>O presidente do Fonacate destacou a necessidade de avanço nas negociações institucionais com o Executivo. “Precisamos que o governo cumpra com a principal promessa desse ano, que é regulamentação da negociação coletiva no serviço público”, ressaltou Marques.</p>



<p><strong>Descongela</strong></p>



<p>Durante a pandemia, a contagem do tempo de serviço para benefícios como o quinquênio foi suspensa pela Lei Complementar 173/2020, o que interrompeu progressões e adicionais ligados ao tempo de carreira. Após o período de restrições, alguns estados e municípios retomaram a contagem do tempo perdido, mas no serviço público federal o quinquênio ainda não voltou integralmente, dependendo de medidas administrativas ou projetos de lei.</p>



<p>A decisão recente do STF que manteve o pagamento do quinquênio para juízes e promotores abriu precedente jurídico para que outros segmentos do funcionalismo reivindiquem a retomada do benefício, funcionando como parte do chamado “Descongela”, que busca recompor direitos suspensos durante os anos de contenção fiscal.</p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Trabalhadores da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares entram em greve nacional</title>
		<link>https://jornaldoservidor.com.br/trabalhadores-da-empresa-brasileira-de-servicos-hospitalares-entram-em-greve-nacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 02:38:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque 2]]></category>
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					<description><![CDATA[Trabalhadores da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) deflagraram uma greve nacional, envolvendo unidades de hospitais universitários em ao menos oito estados:&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Trabalhadores da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) deflagraram uma greve nacional, envolvendo unidades de hospitais universitários em ao menos oito estados: Goiás, Ceará, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Piauí, Paraná, Bahia e Tocantins. A mobilização é coordenada por sindicatos filiadas à Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef/Fenadsef) e busca pressionar o governo federal por avanços nas negociações trabalhistas e condições de trabalho nos hospitais geridos pela Ebserh.</p>



<p>Segundo os representantes sindicais, a paralisação é resultado de anos de reivindicações não atendidas, incluindo a reposição salarial de acordo com a inflação, melhorias nas cláusulas sociais do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) e a reestruturação dos Planos de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS). Para os trabalhadores, a defasagem salarial e a falta de avanços nos direitos compromete a qualidade do atendimento prestado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) nas unidades federais.</p>



<p>A Ebserh administra 45 hospitais universitários federais distribuídos por todo o&nbsp;país.&nbsp;Dados mais recentes divulgados pelo Governo Federal&nbsp;mostram que há 67.892 trabalhadores atuando&nbsp;nas&nbsp;unidades , incluindo empregados contratados pelo regime CLT e outros vínculos .&nbsp;Milhões de pessoas são atendidas anualmente nesses hospitais pelo Sistema Único de Saúde (SUS)</p>



<p>Nos hospitais que entram em greve, a categoria está mantendo o mínimo legal de 30% do efetivo, garantindo o atendimento das atividades essenciais e urgentes à população, como emergências e procedimentos críticos. Essa medida segue a legislação sobre serviços essenciais, equilibrando a pressão sobre a empresa com a proteção à saúde dos pacientes.</p>



<p>A mobilização nacional acontece&nbsp;em meio a negociações dos trabalhadores com a Ebserh, que apresentou uma proposta de reajuste de apenas 1,4%, considerada insuficiente frente à inflação e às perdas acumuladas ao longo dos últimos anos. A categoria reivindica a aplicação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado, somado a um ganho real de 15%, para recompor o poder de compra dos servidores. A divergência entre as propostas tem sido apontada como a principal motivação para a greve.</p>



<p>Além de questões salariais, os trabalhadores denunciam a lentidão da Ebserh em apresentar uma contraproposta para as cláusulas econômicas do ACT, o que intensificou a insatisfação nacional. Representantes sindicais afirmam que as negociações mediadas pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) ainda não avançaram de forma satisfatória, motivando a ampliação da mobilização para várias unidades pelo país.</p>



<p><strong>Período eleitoral</strong></p>



<p>O movimento também alerta para o impacto da legislação eleitoral, que restringe reajustes acima da inflação a partir de 6 de abril de 2026, o que aumenta a pressão sobre o governo federal para chegar a um acordo antes do prazo. Para os sindicatos, a mobilização nacional visa fortalecer a unidade da categoria e mostrar a gravidade da situação aos gestores da Ebserh e às autoridades federais.</p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>STF autoriza penduricalhos e fixa limite de 35% acima do teto</title>
		<link>https://jornaldoservidor.com.br/stf-autoriza-penduricalhos-e-fixa-limite-de-35-acima-do-teto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 04:42:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque 2]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria e definiu novas regras para o pagamento dos chamados “penduricalhos” no funcionalismo público, autorizando que&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria e definiu novas regras para o pagamento dos chamados “penduricalhos” no funcionalismo público, autorizando que verbas indenizatórias elevem a remuneração de magistrados e membros do Ministério Público em até 35% acima do teto constitucional. A decisão foi concluída nesta quarta-feira (25) após o julgamento conjunto de ações que discutiam os limites dos salários no serviço público.</p>



<p>Pela tese fixada, adicionais como indenizações, gratificações e auxílios poderão somar até 35% do subsídio dos ministros do Supremo — hoje em R$ 46.366,19 — o que representa cerca de R$ 16,2 mil extras mensais. Na prática, juízes e promotores continuarão podendo receber valores superiores ao teto, desde que respeitado o novo limite nacional.</p>



<p>A proposta foi apresentada em voto conjunto dos ministros Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Flávio Dino e Gilmar Mendes, que atuam como relatores das ações sobre o tema. O entendimento foi acompanhado pelos demais integrantes da Corte, consolidando consenso para uniformizar regras que até então variavam entre tribunais.</p>



<p>Além do limite percentual, o STF autorizou a retomada do adicional por tempo de serviço — conhecido como quinquênio — com acréscimo de 5% a cada cinco anos de carreira, podendo alcançar também até 35% do salário. Somados os benefícios, os ganhos podem chegar, em situações específicas, a cerca de 70% acima do teto constitucional.</p>



<p>Os ministros argumentaram que a decisão cria segurança jurídica e padroniza pagamentos em todo o país, substituindo o modelo atual, marcado por interpretações divergentes e pela proliferação de benefícios classificados como indenizatórios. A Corte também condicionou o pagamento das parcelas à previsão legal e determinou que a regra valerá até que o Congresso Nacional aprove legislação geral sobre o tema.</p>



<p>Segundo estimativas apresentadas no julgamento, a fixação de limites pode gerar economia anual de aproximadamente R$ 7,3 bilhões aos cofres públicos ao reduzir excessos e estabelecer critérios uniformes.</p>



<p>O julgamento encerra anos de disputas judiciais sobre os supersalários no serviço público. Embora mantenha a possibilidade de remunerações acima do teto, o STF buscou estabelecer um parâmetro nacional para controlar os chamados penduricalhos, tema que agora deverá ser regulamentado de forma definitiva pelo Congresso.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>STF forma maioria para limitar penduricalhos no serviço público</title>
		<link>https://jornaldoservidor.com.br/stf-forma-maioria-para-limitar-penduricalhos-no-servico-publico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 04:24:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Orçamento]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para limitar o pagamento dos chamados “penduricalhos” no funcionalismo público e avançou no julgamento que&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para limitar o pagamento dos chamados “penduricalhos” no funcionalismo público e avançou no julgamento que pode redefinir as regras sobre remunerações acima do teto constitucional, atualmente fixado em R$ 46.366,19, valor equivalente ao subsídio dos próprios ministros do Supremo Tribunal Federal.</p>



<p>Até Corte analisa liminares concedidas pelos ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes que suspenderam o pagamento de verbas indenizatórias utilizadas para ampliar salários além do limite previsto na Constituição. Esses adicionais — como auxílios, gratificações e compensações financeiras — não entram formalmente no cálculo do teto, mas passaram a elevar significativamente a remuneração total de membros do Judiciário e do Ministério Público.</p>



<p>Relator do caso, Flávio Dino, votou pela manutenção das suspensões e afirmou que indenizações devem ter caráter eventual e finalidade específica, sem possibilidade de uso permanente como complemento salarial. Segundo o ministro, &#8220;permitir pagamentos contínuos fora do teto compromete o princípio da moralidade administrativa e gera desigualdade dentro do próprio serviço público&#8221;.</p>



<p>Gilmar Mendes acompanhou o entendimento e defendeu a criação de parâmetros nacionais para evitar interpretações divergentes entre tribunais. Para ele, &#8220;a ausência de regras uniformes favoreceu a proliferação de benefícios classificados como indenizatórios, mas com natureza remuneratória&#8221;.</p>



<p>Também já votaram os ministros Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Dias Toffoli e André Mendonça, formando maioria favorável à validação das liminares e à fixação de uma tese com repercussão geral. O objetivo é estabelecer critérios obrigatórios para toda a administração pública até que o Congresso Nacional aprove legislação específica sobre o tema.</p>



<p>Entre os pontos ainda em debate estão a definição de um limite percentual para os adicionais e a criação de regras de transição, evitando cortes imediatos nos contracheques. Estudos técnicos apresentados ao Supremo indicam que pagamentos acima do teto podem alcançar cerca de R$ 17 bilhões anuais no Judiciário e no Ministério Público.</p>



<p>Apesar da maioria já formada, o julgamento ainda não foi concluído. Restam votos de outros ministros e ajustes finais na tese jurídica. A decisão deverá alcançar os três Poderes e todas as esferas federativas, podendo representar a mudança mais ampla já promovida pelo STF no controle dos supersalários desde a criação do teto constitucional.</p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Câmara dos Deputados mantém 881 cargos vagos</title>
		<link>https://jornaldoservidor.com.br/camara-dos-deputados-mantem-881-cargos-vagos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 23:39:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política e Gestão]]></category>
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					<description><![CDATA[O quadro de servidores da Câmara dos Deputados&#160;tem 16.300 servidores ativos, incluindo efetivos, comissionados, assessores e estagiários.&#160;Porém, entre esses, existem 881 cargos&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O quadro de servidores da Câmara dos Deputados&nbsp;tem 16.300 servidores ativos, incluindo efetivos, comissionados, assessores e estagiários.&nbsp;Porém, entre esses, existem 881 cargos vagos, distribuídos entre servidores efetivos e cargos de confiança.</p>



<p>Entre os 2.626 servidores efetivos, 743 cargos estão vagos, principalmente entre técnicos legislativos e analistas.&nbsp;O Secretariado Parlamentar, que atende os 513 deputados, tem 10.082 servidores. Os Cargos de Natureza Especial (CNE) somam 1.738 ocupantes, com 65 vagas abertas, e as Funções Comissionadas (FC) têm 1.699 ocupantes, com 73 cargos vagos.&nbsp;Completa o quadro&nbsp;a&nbsp;Polícia Legislativa, com 900 agentes ativos.</p>



<p>A Câmara mantém ainda 3.291 aposentados e 376 ex-deputados. O sistema de pensões atende 1.230 beneficiários de servidores e 468 de ex-parlamentares, totalizando 1.698 pensionistas.</p>



<p>A lista de&nbsp;benefícios assistenciais inclui&nbsp;Auxílio-alimentação (14.277 pessoas), Assistência médica e odontológica (35.269 pessoas, sendo 20.046 titulares e 15.223 dependentes);Assistência pré-escolar ( 2.638 beneficiários) e&nbsp;Auxílio-transporte (457 beneficiários).</p>



<p><strong>Concursos em andamento</strong></p>



<p>Para reduzir essas vagas, a Casa&nbsp;realizou dois concursos públicos em 2026. O principal certame&nbsp; oferece 70 vagas imediatas e 70 vagas em cadastro de reserva, para os cargos de Analista Legislativo (Processo Legislativo e Gestão) e Técnico Legislativo (Assistente Legislativo e Administrativo). As provas&nbsp;foram realizadas no dia 8 de março e o resultado preliminar está previsto para ser publicado em 8 de abril.</p>



<p>O outro concurso oferece 40 vagas imediatas para cargos de nível superior, mais 40 vagas em cadastro de reserva&nbsp;para o cargo de técnico legislativo, especialidade Policial Legislativo Federal. As provas objetivas e discursivas serão aplicadas em todas as capitais, no dia 26 de abril.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Governo federal fixa regras e limita a cinco casos a suspensão do estágio probatório</title>
		<link>https://jornaldoservidor.com.br/governo-federal-fixa-regras-e-limita-a-cinco-casos-a-suspensao-do-estagio-probatorio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 00:27:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Orçamento]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) publicou novas regras que restringem as hipóteses de suspensão do estágio&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) publicou novas regras que restringem as hipóteses de suspensão do estágio probatório de servidores públicos federais. A medida foi formalizada pela Instrução Normativa SGP/MGI nº 88, de 9 de março de 2026, que estabelece de forma definitiva apenas cinco situações capazes de interromper a contagem do período de avaliação funcional.</p>



<p>A norma busca padronizar procedimentos na administração pública federal e reduzir divergências existentes entre órgãos. Até então, diferentes interpretações administrativas permitiam que variados tipos de afastamento suspendessem o estágio probatório, o que frequentemente prolongava o prazo para aquisição da estabilidade e gerava questionamentos administrativos e judiciais.</p>



<p>O estágio probatório corresponde, em regra, aos três primeiros anos de exercício do servidor aprovado em concurso público. Durante esse período, são avaliados critérios como assiduidade, disciplina, responsabilidade, produtividade e capacidade de adaptação às atribuições do cargo. A aprovação nessa etapa é condição necessária para a estabilidade no serviço público.</p>



<p>Com a Instrução Normativa nº 88/2026, a suspensão do estágio passa a ocorrer somente em cinco hipóteses específicas: licença para acompanhar cônjuge deslocado, licença para atividade política, afastamento para atuação em organismo internacional do qual o Brasil participe, participação em curso de formação exigido para outro cargo público e licença para tratamento de saúde de familiar. Situações fora dessa lista deixam de interromper a contagem do prazo.</p>



<p>Na prática, a mudança tende a evitar prorrogações automáticas do estágio probatório motivadas por afastamentos anteriormente interpretados de forma distinta pelos órgãos federais. O governo argumenta que a uniformização traz maior segurança jurídica, previsibilidade administrativa e clareza tanto para gestores quanto para servidores em avaliação.</p>



<p>A nova regulamentação complementa normas recentes sobre gestão de desempenho no serviço público federal e integra o processo de atualização das regras do estágio probatório conduzido pelo MGI desde 2025. Entidades sindicais, como a Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), acompanham a implementação da medida e defendem atenção aos impactos práticos da aplicação das novas regras sobre a carreira dos servidores.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Número de servidores federais poderá ultrapassar 1 milhão após aprovação no Senado</title>
		<link>https://jornaldoservidor.com.br/numero-de-servidores-federais-podera-ultrapassar-1-milhao-apos-aprovacao-no-senado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Mar 2026 20:38:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Projetos de Lei]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a aprovação, pelo Senado Federal, do projeto que reestrutura carreiras públicas e cria mais de 24 mil novos cargos efetivos, o&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com a aprovação, pelo Senado Federal, do projeto que reestrutura carreiras públicas e cria mais de 24 mil novos cargos efetivos, o número de servidores ativos do Poder Executivo federal deverá crescer e pode ultrapassar a marca simbólica de 1 milhão de trabalhadores em exercício nos próximos anos, caso todas as vagas sejam preenchidas.</p>



<p>Dados do Portal da Transparência mostram que a administração federal conta atualmente com cerca de 987,5 mil servidores ativos, além de 1,05 milhão de aposentados e pensionistas vinculados aos órgãos da União. Com a criação dos novos postos, o total potencial de servidores em atividade poderá chegar a aproximadamente 1,01 milhão, representando aumento próximo de 2,4% no quadro funcional.</p>



<p>A maior parte das novas vagas será destinada à área educacional. O projeto recém aprovado prevê cerca de 13 mil cargos para professores de universidades e institutos federais, sendo aproximadamente 3,8 mil docentes do magistério superior e 9,5 mil professores do ensino básico, técnico e tecnológico.&nbsp;</p>



<p>Órgão com maior estrutura da União, o Ministério da Educação possui hoje cerca de 403,7 mil servidores ativos e 162 mil aposentados e pensionistas.&nbsp;</p>



<p>O Ministério da Defesa, que reúne militares e servidores civis, mantém cerca de 390,9 mil ativos e 461,4 mil inativos e pensionistas. O projeto não prevê expansão relevante direta na área militar, mantendo estabilidade proporcional do quadro.</p>



<p>Na área social, o Ministério da Saúde soma aproximadamente 64,2 mil servidores ativos e 144 mil aposentados e pensionistas, enquanto o Ministério da Justiça e Segurança Pública registra cerca de 34,2 mil ativos e 24 mil beneficiários inativos, incluindo carreiras policiais federais.</p>



<p>Já o Ministério da Fazenda conta com cerca de 19,7 mil servidores ativos e 20,7 mil aposentados e pensionistas, números próximos entre ativos e inativos. O Ministério da Previdência Social possui aproximadamente 23 mil servidores em exercício e 49 mil aposentados e pensionistas.</p>



<p>Entre órgãos especializados, o Banco Central reúne cerca de 4,3 mil servidores ativos e 6,4 mil aposentados e pensionistas, enquanto o Ministério da Agricultura e Pecuária mantém aproximadamente 7,4 mil ativos.</p>



<p>Somados, os demais órgãos federais concentram cerca de 187,5 mil servidores ativos e 239,6 mil inativos e pensionistas.</p>



<p>A criação das novas vagas tende a alterar gradualmente essa distribuição. A implementação deverá de forma progressiva, condicionada à realização de concursos públicos, como o CNU &#8211; Concurso Nacional Unificado.&nbsp;</p>



<p>O projeto aprovado pelo Senado ainda depende da sanção do Presidente Lula.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mesmo sob risco, Amazonprev aplica R$ 390 milhões em bancos</title>
		<link>https://jornaldoservidor.com.br/mesmo-sob-risco-amazonprev-aplica-r-390-milhoes-em-bancos/</link>
					<comments>https://jornaldoservidor.com.br/mesmo-sob-risco-amazonprev-aplica-r-390-milhoes-em-bancos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 20:40:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Orçamento]]></category>
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					<description><![CDATA[A gestão da Fundação de Previdência do Amazonas (Amazonprev) ignorou as recomendações de analistas da própria instituição e de uma empresa de&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A gestão da Fundação de Previdência do Amazonas (Amazonprev) ignorou as recomendações de analistas da própria instituição e de uma empresa de consultoria, a LDB, contratada pela Amazonprev para prestar assessoria na área de investimentos. Ambos recomendaram que os recursos do fundo previdenciário dos servidores públicos do estado, administrado pela fundação, não fossem usados para a aquisição de letras financeiras emitidas por instituições privadas. O fundo reúne cerca de 130 mil servidores ativos, aposentados e pensionistas, que dependem dos recursos para garantir aposentadorias e pensões futuras.</p>



<p>De acordo com a investigação, aproximadamente R$ 390 milhões foram aplicados em letras financeiras de junho a setembro de 2024. Os aportes, segundo as investigações, não seguiram normas de governança nem as regras federais que disciplinam os investimentos dos Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS).</p>



<p>A Amazonprev destinou R$ 50 milhões no Banco Master, que foi liquidado pelo Banco Central em novembro de 2025; aplicação de R$ 257,7 milhões no C6 Bank, R$ 51,7 milhões no Daycoval e R$ 42,2 milhões no BTG Pactual. Essa movimentação levou a Polícia Federal (PF) pedir à Justiça Federal autorização para realizar a Operação Sine Consensu com o apoio do Ministério da Previdência Social.</p>



<p>As letras financeiras são títulos de renda fixa emitidos por instituições financeiras interessadas em captar investimentos de longo prazo, com a promessa de, em troca, entregar aos investidores lucros maiores que os de outros papéis.</p>



<p>De acordo com a PF, a série de investimentos que a Amazonprev fez, em apenas quatro meses, contrariou &#8220;normas de governança e regras federais aplicáveis aos investimentos de recursos previdenciários&#8221;. Fato que levou à abertura de um inquérito para apurar possíveis irregularidades e as suspeitas de corrupção e gestão temerária.</p>



<p>Ao longo da investigação, os policiais federais identificaram &#8220;movimentações financeiras atípicas&#8221; que motivaram a PF a solicitar à Justiça Federal&nbsp; desta sexta-feira.</p>



<p><strong>Impacto para servidores</strong></p>



<p>A apuração aponta para movimentações financeiras atípicas e falhas nos mecanismos internos de controle da Amazonprev. As operações realizadas no Banco Master são consideradas de alto risco, já que não contam com a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), o que aumenta a vulnerabilidade do patrimônio previdenciário e, consequentemente, de servidores.</p>



<p>O caso gera preocupação entre os 130 mil beneficiários da Amazonprev, que veem ameaçada a segurança de um fundo essencial para o pagamento de aposentadorias e pensões. A operação reforça a necessidade de maior transparência e fiscalização na gestão dos RPPS, que administram bilhões de reais em todo o país.</p>



<p>Ao atender o pedido da PF para realizar buscas e apreender documentos na sede da Amazonprev e em outros endereços residenciais e comerciais dos principais alvos da operação, com o aval do Ministério Público Federal (MPF), a juíza da 4ª Vara Federal Criminal, Ana Paula Serizawa Silva Podedworny, destacou que, ao contrário de outros investimentos, as letras financeiras não têm a segurança da cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Ou seja, quem colocar dinheiro neste tipo de investimento assume o risco perder tudo em caso de insolvência da instituição emissora.</p>



<p>&#8220;Ocorre que na gestão de fundos de natureza previdenciária, nos quais são alocados recursos de terceiros, que depositam valores de forma compulsória ao longo dos anos de trabalho a fim de garantir as respectivas pensões e aposentadorias&#8221;, escreveu.</p>



<p>&#8220;É necessário proceder com a máxima prudência na administração do valor depositado, para que sempre exista a quantia suficiente para pagar os benefícios devidos aos servidores públicos aposentados&#8221;, acrescentou a juíza em sua decisão.</p>



<p><strong>Bancos</strong></p>



<p>Com base em informações fornecidas pela PF e pelo Ministério da Previdência Social, a magistrada destaca que, &#8220;apesar das restrições&#8221; dos analistas da Fundação e da consultoria contratada, a Amazonprev adquiriu R$ 50 milhões em Letras Financeiras emitidas pelo Banco Master em junho de 2024, &#8220;sem discussão prévia do Comitê de Investimento e sem a realização de cotações entre instituições financeiras diferentes&#8221;.</p>



<p>Em novembro de 2025, o Banco Central determinou a liquidação do Master, por emitir falsos títulos de créditos. O que, na avaliação da juíza federal, configura um risco concreto de prejuízo.</p>



<p>&#8220;Considerando que as letras financeiras são títulos não protegidos pelo FGC, existe a séria possibilidade de o prejuízo provocado pela aplicação ter que ser suportado pelos próprios contribuintes do Amazonprev, ou mesmo pelo governo do Amazonas&#8221;, escreve a magistrada.</p>



<p>Ao admitir a existência de &#8220;indícios de gestão inapropriada e fraudulenta dos recursos financeiros à disposição da Amazonprev&#8221;, a juíza Ana Paula assinala, na decisão, que também &#8220;chamou a atenção da equipe de auditoria o fato de a fundação, exceto na aquisição das letras emitidas pelo Banco Master, ter adquirido os títulos por meio de corretoras, gerando custos e gastos de remuneração da intermediação, quando podia ter feito as aplicações diretamente junto às instituições financeiras&#8221;.</p>



<p>Até o momento, ao que se saiba, nenhuma das entidades bancárias citadas é alvo da investigação da PF, sendo a emissão de Letras Financeiras prática legal e corrente no mercado financeiro.</p>



<p><strong>Afastamentos</strong></p>



<p>Além de autorizar os policiais federais a realizarem buscas e apreenderem documentos que possam subsidiar a investigação, a juíza determinou o imediato afastamento de suas funções de três servidores da Amazonprev: o gestor de recursos e coordenador do Comitê de Investimentos da fundação, Claudinei Soares; o diretor de Previdência, André Luis Bentes de Souza, e o diretor de Administração e Finanças, Cláudio Marins de Melo.</p>



<p><strong>Suspeitas</strong></p>



<p>De acordo com a PF, Soares foi &#8220;o principal responsável por operar as aplicações em Letras Financeiras&#8221; sob suspeita e recebeu R$ 273,8 mil da empresa de Niterói (RJ), Alfa A Consultoria e Gestão de Frota, pertencente ao empresário Sávio Loyola e Silva, investigado e alvo da operação policial.&nbsp;Segundo as investigações, os ex-diretores teriam recebido R$ 620,1 mil da empresa.</p>



<p>A magistrada escreveu em sua decisão a informação da PF sobre Melo ter recebido R$ 185,35 mil e Souza, R$ 161 mil, da Alfa A. A investigação diz ainda que Melo figura como o &#8220;responsável por ordenar a aplicação de R$ 50 milhões em letras financeiras emitidas pelo Banco Master&#8221; e Souza como o &#8220;responsável pelo deferimento do credenciamento dos bancos Master e C6 como emissores de títulos junto a Amazonprev&#8221;.</p>



<p>&#8220;Existem indícios de que funcionários do fundo responsáveis pelos investimentos acima citados, receberam valores de forma indevida e sem justificativa aparente da empresa Alfa A&#8221;, apontou a juíza.</p>



<p>Segundo a magistrada, não há, nos autos, até o momento, &#8220;justificativa aparente&#8221; para os valores remetidos aos então diretores da Amazonprev.</p>



<p>&#8220;De fato, é completamente atípico que uma empresa que teria como objeto a administração de frotas de automóveis para terceiros e sediada na cidade de Niterói/RJ, repasse valores na casa da centena de milhares de reais a diretores de um fundo previdenciário do Estado do Amazonas, a milhares de quilômetros de distância da sede da empresa&#8221;.</p>



<p><strong>Colaboração</strong></p>



<p>Em nota enviada à Agência Brasil, a Amazonprev informou que está colaborando com as investigações e que permanece à disposição para prestar todas as informações solicitadas pelos órgãos competentes, com o objetivo de contribuir para o pleno esclarecimento dos fatos.</p>



<p>Sem citar nomes, a fundação informou que um dos três alvos da operação policial de sexta-feira deixou o cargo comissionado e o quadro funcional ainda em 2024 &#8211; sem especificar o mês. E que os outros dois servidores do quadro efetivo do órgão já foram afastados de suas funções, conforme determinação judicial.</p>



<p>A Amazonprev afirmou que as aplicações suspeitas não representam riscos para o pagamento dos benefícios de aposentados e pensionistas do estado, pois o Fundo de Previdência do Amazonas apresenta superávit atuarial de R$ 1,7 bilhão, com mais de R$ 11 bilhões em recursos.</p>



<p>&#8220;O saldo é suficiente para garantir o pagamento de todas as aposentadorias e pensões do presente e os benefícios futuros dos servidores atualmente na ativa.&#8221;</p>



<h1 class="wp-block-heading">Auditorias apontaram aportes</h1>



<p>O Ministério da Previdência Social (MPS), pasta responsável por definir regras para os regimes próprios de previdência dos estados e municípios, quando identifica indícios de irregularidades envolvendo Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS) pode suspender o Certificado de Regularidade Previdenciária, esse documento comprova se os investimentos seguem os limites da Resolução CMN nº 4.963/2021.</p>



<p>A pasta informou que movimentações de bancos (de todos os portes) entraram no radar em 2023, quando passaram a oferecer letras financeiras para os regimes próprios prometendo prazos mais longos e remuneração superior. A estratégia atraiu gestores públicos, mas logo levantou preocupações.</p>



<p>No ano seguinte, o ministério identificou riscos e publicou notas técnicas orientando os RPPS sobre a necessidade de avaliar o crédito e seguir critérios rigorosos para aplicações em ativos bancários. No mesmo ano, foram enviados&nbsp;ofícios de comunicação aos órgãos de fiscalização e controle para realização de auditorias&nbsp;em órgãos ou entidades gestoras dos RPPS.</p>
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		<title>JORNAL DO SERVIDOR &#124; Sindicato de servidores do BC diz confiar em solidez do órgão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[pablo_admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 20:46:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Projetos de Lei]]></category>
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					<description><![CDATA[O Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal) emitiu uma nota na quinta-feira (5) onde afirma confiar na solidez institucional do&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal) emitiu uma nota na quinta-feira (5) onde afirma confiar na solidez institucional do Banco Central (BC). A manifestação ocorreu após a investigação que apura suspeitas de irregularidades ligadas ao Banco Master descobrir o envolvimento de servidores de carreira do órgão.</p>



<p>&#8220;Confiamos na solidez institucional do Banco Central do Brasil, na qualidade técnica e ética de seu corpo funcional e na atuação dos órgãos responsáveis pela apuração&#8221;, afirmou e acrescentou que, caso irregularidades sejam comprovadas, os responsáveis devem ser punidos conforme a lei, preservando a credibilidade da instituição perante a sociedade.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Servidores já estavam afastados</h1>



<p>Os dois servidores já estavam afastados de suas funções por decisão anterior do próprio Banco Central, que abriu uma investigação interna para apurar a atuação deles.</p>



<p>Em nota, o sindicato afirmou que acompanha &#8220;com atenção&#8221; os desdobramentos do caso, mas evitou comentar o mérito das investigações. &#8220;Sem entrar no mérito das apurações em curso, reafirmamos nosso compromisso com a institucionalidade da autarquia, com o respeito às decisões das autoridades competentes e com os princípios que regem o Estado Democrático de Direito&#8221;.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Alvos de mandados de busca</h1>



<p>O sindicato emitiu a nota por conta da terceira fase da Operação Compliance Zero, quando o ex-diretor de Fiscalização do BC e servidor Paulo Sérgio Neves de Souza e o servidor Bellini Santana, ex-chefe chefe do Departamento de Supervisão Bancária do BC, terem sido alvo de mandados de busca e apreensão.</p>



<p>A operação investiga possíveis irregularidades relacionadas à gestão do Banco Master.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Defesa do devido processo legal</h1>



<p>O Sinal destacou ainda que é fundamental que os fatos sejam completamente esclarecidos, com respeito às garantias legais previstas. Segundo o sindicato, a apuração deve ocorrer com observância do devido processo legal, do direito ao contraditório e da ampla defesa. A entidade afirma que essas garantias são essenciais para assegurar a legitimidade das decisões e a segurança jurídica.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Declaração</h1>



<p>O informe de rendimentos é indispensável para o preenchimento correto da declaração junto à Receita Federal. O acesso é digital, por meio do site ou do aplicativo do SouGov.br.</p>



<p>A declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2026 começa em março e vai até o dia 29 de maio.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Rendimentos</h1>



<p>Os servidores públicos do Executivo federal — sejam eles ativos ou inativos, além de pensionistas — já podem consultar o comprovante de rendimentos do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2026, referente ao ano-base 2025. O documento reúne informações sobre rendimentos e descontos realizados ao longo de 2025.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Envio</h1>



<p>Quanto antes o contribuinte se organizar e enviar o formulário, maiores serão as chances de receber a restituição mais cedo, caso tenha direito. Como o informe tem como ano-base 2025, não há a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, uma vez que a isenção passou a vigorar a partir deste ano.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Passo I</h1>



<p>Para acessar o comprovante, os servidores devem acessar o aplicativo ou site do SouGov.br.</p>



<p>Na tela inicial, o servidor deve buscar por &#8220;Atendimento&#8221;.</p>



<p>Depois, selecionar a opção &#8220;Rendimentos IRPF&#8221;.</p>



<p>Ao clicar em &#8220;Comprovante de Rendimentos&#8221;, será exibido o documento mais recente disponível (ano-base 2025).</p>



<h1 class="wp-block-heading">Passo II</h1>



<p>Na aba &#8220;Comprovante de Rendimentos&#8221; também será possível visualizar o vínculo do documento. Caso o servidor acumule licitamente mais de um cargo na administração pública, todos os comprovantes serão listados individualmente. Também é possível baixar todos os documentos em um único arquivo.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Prazo não-oficial</h1>



<p>A declaração do Imposto de Renda 2026 (ano-base 2025) deve ocorrer entre meados de março e 29 de maio de 2026. A expectativa é que o prazo oficial inicie em 16 ou 17 de março. Estão obrigados a declarar quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 3,8 mil ou não tributáveis de R$ 200 mil em 2025.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>&#8216;Vozes do Serviço Público&#8217; vai até o dia 31</title>
		<link>https://jornaldoservidor.com.br/vozes-do-servico-publico-vai-ate-o-dia-31/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 20:44:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Projetos de Lei]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI) prorrogou para até 31 de março o prazo para participar da segunda&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI) prorrogou para até 31 de março o prazo para participar da segunda edição da Pesquisa Vozes do Serviço Público Federal: evidências para a Gestão de Pessoas, realizada pela pasta, em parceria com a Escola Nacional de Administração Pública (Enap).</p>



<p>O questionário é uma oportunidade para servidores públicos federais darem sua sugestão e opinião sobre a gestão pública no país. A participação é voluntária, e os dados são tratados de forma confidencial.</p>



<p>A pesquisa aborda temas ligados à rotina, como equilíbrio entre vida pessoal e profissional, saúde e bem-estar, além de mapear necessidades e oportunidades de desenvolvimento e capacitação ao longo da carreira. Podem participar servidores públicos federais ativos, incluindo temporários e comissionados, com ou sem vínculo efetivo.</p>



<p>Os interessados em participar devem responder a um questionário no aplicativo ou site do SouGov.br. O formulário pode ser encontrado na aba &#8220;Pesquisa&#8221;. O tempo para resposta é de até 25 minutos, e a participação é anônima.</p>



<p><strong>Bloco de perguntas</strong></p>



<p>O questionário está organizado em blocos de perguntas. As respostas ficam salvas durante o preenchimento. Após responder, basta clicar em &#8220;Enviar tudo&#8221;.</p>



<p>O MGI lembra que, por ser anônimo, o objetivo é consolidar dados que apontem caminhos e diagnósticos para o funcionalismo de forma ampla. E, quanto a maior a participação, maior a capacidade de identificar padrões por órgãos, carreira e perfil profissional, além de orientar investimentos em capacitação e aprimorar ambientes de trabalho.</p>



<p><strong>Pesquisa anterior</strong></p>



<p>A primeira edição da Pesquisa Vozes foi realizada entre novembro de 2024 e janeiro de 2025, reunindo 49.777 respostas de aproximadamente 200 órgãos federais.</p>



<p>Entre as descobertas, 90% disseram achar importante que seu trabalho contribua para o interesse coletivo, enquanto 77% informaram se identificar com a missão do órgão em que atuam.</p>



<p>Além disso, 69% disseram estar satisfeitas com o trabalho que realizam. Apenas 10% disseram querer deixar o serviço público.</p>



<p>Em relação à progressão funcional, 78% dos ervidores que responderam a pesquisa disseram que a avaliação de desempenho é um fator determinante para promoção, enquanto 75% veem a experiência profissional e a formação educacional.</p>
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