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	<title>Projetos de Lei</title>
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	<description>Uma publicação do Correio da Manhã</description>
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	<title>Projetos de Lei</title>
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		<title>Número de servidores federais poderá ultrapassar 1 milhão após aprovação no Senado</title>
		<link>https://jornaldoservidor.com.br/numero-de-servidores-federais-podera-ultrapassar-1-milhao-apos-aprovacao-no-senado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Mar 2026 20:38:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Projetos de Lei]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a aprovação, pelo Senado Federal, do projeto que reestrutura carreiras públicas e cria mais de 24 mil novos cargos efetivos, o&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com a aprovação, pelo Senado Federal, do projeto que reestrutura carreiras públicas e cria mais de 24 mil novos cargos efetivos, o número de servidores ativos do Poder Executivo federal deverá crescer e pode ultrapassar a marca simbólica de 1 milhão de trabalhadores em exercício nos próximos anos, caso todas as vagas sejam preenchidas.</p>



<p>Dados do Portal da Transparência mostram que a administração federal conta atualmente com cerca de 987,5 mil servidores ativos, além de 1,05 milhão de aposentados e pensionistas vinculados aos órgãos da União. Com a criação dos novos postos, o total potencial de servidores em atividade poderá chegar a aproximadamente 1,01 milhão, representando aumento próximo de 2,4% no quadro funcional.</p>



<p>A maior parte das novas vagas será destinada à área educacional. O projeto recém aprovado prevê cerca de 13 mil cargos para professores de universidades e institutos federais, sendo aproximadamente 3,8 mil docentes do magistério superior e 9,5 mil professores do ensino básico, técnico e tecnológico.&nbsp;</p>



<p>Órgão com maior estrutura da União, o Ministério da Educação possui hoje cerca de 403,7 mil servidores ativos e 162 mil aposentados e pensionistas.&nbsp;</p>



<p>O Ministério da Defesa, que reúne militares e servidores civis, mantém cerca de 390,9 mil ativos e 461,4 mil inativos e pensionistas. O projeto não prevê expansão relevante direta na área militar, mantendo estabilidade proporcional do quadro.</p>



<p>Na área social, o Ministério da Saúde soma aproximadamente 64,2 mil servidores ativos e 144 mil aposentados e pensionistas, enquanto o Ministério da Justiça e Segurança Pública registra cerca de 34,2 mil ativos e 24 mil beneficiários inativos, incluindo carreiras policiais federais.</p>



<p>Já o Ministério da Fazenda conta com cerca de 19,7 mil servidores ativos e 20,7 mil aposentados e pensionistas, números próximos entre ativos e inativos. O Ministério da Previdência Social possui aproximadamente 23 mil servidores em exercício e 49 mil aposentados e pensionistas.</p>



<p>Entre órgãos especializados, o Banco Central reúne cerca de 4,3 mil servidores ativos e 6,4 mil aposentados e pensionistas, enquanto o Ministério da Agricultura e Pecuária mantém aproximadamente 7,4 mil ativos.</p>



<p>Somados, os demais órgãos federais concentram cerca de 187,5 mil servidores ativos e 239,6 mil inativos e pensionistas.</p>



<p>A criação das novas vagas tende a alterar gradualmente essa distribuição. A implementação deverá de forma progressiva, condicionada à realização de concursos públicos, como o CNU &#8211; Concurso Nacional Unificado.&nbsp;</p>



<p>O projeto aprovado pelo Senado ainda depende da sanção do Presidente Lula.</p>
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		<title>JORNAL DO SERVIDOR &#124; Sindicato de servidores do BC diz confiar em solidez do órgão</title>
		<link>https://jornaldoservidor.com.br/jornal-do-servidor-sindicato-de-servidores-do-bc-diz-confiar-em-solidez-do-orgao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pablo_admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 20:46:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Projetos de Lei]]></category>
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					<description><![CDATA[O Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal) emitiu uma nota na quinta-feira (5) onde afirma confiar na solidez institucional do&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal) emitiu uma nota na quinta-feira (5) onde afirma confiar na solidez institucional do Banco Central (BC). A manifestação ocorreu após a investigação que apura suspeitas de irregularidades ligadas ao Banco Master descobrir o envolvimento de servidores de carreira do órgão.</p>



<p>&#8220;Confiamos na solidez institucional do Banco Central do Brasil, na qualidade técnica e ética de seu corpo funcional e na atuação dos órgãos responsáveis pela apuração&#8221;, afirmou e acrescentou que, caso irregularidades sejam comprovadas, os responsáveis devem ser punidos conforme a lei, preservando a credibilidade da instituição perante a sociedade.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Servidores já estavam afastados</h1>



<p>Os dois servidores já estavam afastados de suas funções por decisão anterior do próprio Banco Central, que abriu uma investigação interna para apurar a atuação deles.</p>



<p>Em nota, o sindicato afirmou que acompanha &#8220;com atenção&#8221; os desdobramentos do caso, mas evitou comentar o mérito das investigações. &#8220;Sem entrar no mérito das apurações em curso, reafirmamos nosso compromisso com a institucionalidade da autarquia, com o respeito às decisões das autoridades competentes e com os princípios que regem o Estado Democrático de Direito&#8221;.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Alvos de mandados de busca</h1>



<p>O sindicato emitiu a nota por conta da terceira fase da Operação Compliance Zero, quando o ex-diretor de Fiscalização do BC e servidor Paulo Sérgio Neves de Souza e o servidor Bellini Santana, ex-chefe chefe do Departamento de Supervisão Bancária do BC, terem sido alvo de mandados de busca e apreensão.</p>



<p>A operação investiga possíveis irregularidades relacionadas à gestão do Banco Master.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Defesa do devido processo legal</h1>



<p>O Sinal destacou ainda que é fundamental que os fatos sejam completamente esclarecidos, com respeito às garantias legais previstas. Segundo o sindicato, a apuração deve ocorrer com observância do devido processo legal, do direito ao contraditório e da ampla defesa. A entidade afirma que essas garantias são essenciais para assegurar a legitimidade das decisões e a segurança jurídica.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Declaração</h1>



<p>O informe de rendimentos é indispensável para o preenchimento correto da declaração junto à Receita Federal. O acesso é digital, por meio do site ou do aplicativo do SouGov.br.</p>



<p>A declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2026 começa em março e vai até o dia 29 de maio.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Rendimentos</h1>



<p>Os servidores públicos do Executivo federal — sejam eles ativos ou inativos, além de pensionistas — já podem consultar o comprovante de rendimentos do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2026, referente ao ano-base 2025. O documento reúne informações sobre rendimentos e descontos realizados ao longo de 2025.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Envio</h1>



<p>Quanto antes o contribuinte se organizar e enviar o formulário, maiores serão as chances de receber a restituição mais cedo, caso tenha direito. Como o informe tem como ano-base 2025, não há a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, uma vez que a isenção passou a vigorar a partir deste ano.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Passo I</h1>



<p>Para acessar o comprovante, os servidores devem acessar o aplicativo ou site do SouGov.br.</p>



<p>Na tela inicial, o servidor deve buscar por &#8220;Atendimento&#8221;.</p>



<p>Depois, selecionar a opção &#8220;Rendimentos IRPF&#8221;.</p>



<p>Ao clicar em &#8220;Comprovante de Rendimentos&#8221;, será exibido o documento mais recente disponível (ano-base 2025).</p>



<h1 class="wp-block-heading">Passo II</h1>



<p>Na aba &#8220;Comprovante de Rendimentos&#8221; também será possível visualizar o vínculo do documento. Caso o servidor acumule licitamente mais de um cargo na administração pública, todos os comprovantes serão listados individualmente. Também é possível baixar todos os documentos em um único arquivo.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Prazo não-oficial</h1>



<p>A declaração do Imposto de Renda 2026 (ano-base 2025) deve ocorrer entre meados de março e 29 de maio de 2026. A expectativa é que o prazo oficial inicie em 16 ou 17 de março. Estão obrigados a declarar quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 3,8 mil ou não tributáveis de R$ 200 mil em 2025.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8216;Vozes do Serviço Público&#8217; vai até o dia 31</title>
		<link>https://jornaldoservidor.com.br/vozes-do-servico-publico-vai-ate-o-dia-31/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 20:44:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Projetos de Lei]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI) prorrogou para até 31 de março o prazo para participar da segunda&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI) prorrogou para até 31 de março o prazo para participar da segunda edição da Pesquisa Vozes do Serviço Público Federal: evidências para a Gestão de Pessoas, realizada pela pasta, em parceria com a Escola Nacional de Administração Pública (Enap).</p>



<p>O questionário é uma oportunidade para servidores públicos federais darem sua sugestão e opinião sobre a gestão pública no país. A participação é voluntária, e os dados são tratados de forma confidencial.</p>



<p>A pesquisa aborda temas ligados à rotina, como equilíbrio entre vida pessoal e profissional, saúde e bem-estar, além de mapear necessidades e oportunidades de desenvolvimento e capacitação ao longo da carreira. Podem participar servidores públicos federais ativos, incluindo temporários e comissionados, com ou sem vínculo efetivo.</p>



<p>Os interessados em participar devem responder a um questionário no aplicativo ou site do SouGov.br. O formulário pode ser encontrado na aba &#8220;Pesquisa&#8221;. O tempo para resposta é de até 25 minutos, e a participação é anônima.</p>



<p><strong>Bloco de perguntas</strong></p>



<p>O questionário está organizado em blocos de perguntas. As respostas ficam salvas durante o preenchimento. Após responder, basta clicar em &#8220;Enviar tudo&#8221;.</p>



<p>O MGI lembra que, por ser anônimo, o objetivo é consolidar dados que apontem caminhos e diagnósticos para o funcionalismo de forma ampla. E, quanto a maior a participação, maior a capacidade de identificar padrões por órgãos, carreira e perfil profissional, além de orientar investimentos em capacitação e aprimorar ambientes de trabalho.</p>



<p><strong>Pesquisa anterior</strong></p>



<p>A primeira edição da Pesquisa Vozes foi realizada entre novembro de 2024 e janeiro de 2025, reunindo 49.777 respostas de aproximadamente 200 órgãos federais.</p>



<p>Entre as descobertas, 90% disseram achar importante que seu trabalho contribua para o interesse coletivo, enquanto 77% informaram se identificar com a missão do órgão em que atuam.</p>



<p>Além disso, 69% disseram estar satisfeitas com o trabalho que realizam. Apenas 10% disseram querer deixar o serviço público.</p>



<p>Em relação à progressão funcional, 78% dos ervidores que responderam a pesquisa disseram que a avaliação de desempenho é um fator determinante para promoção, enquanto 75% veem a experiência profissional e a formação educacional.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sindireceita destaca projetos para a pauta feminina</title>
		<link>https://jornaldoservidor.com.br/sindireceita-destaca-projetos-para-a-pauta-feminina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tayck]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 10:33:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Projetos de Lei]]></category>
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					<description><![CDATA[Em meio às celebrações da Semana da Mulher de 2026, o Sindicato Nacional dos Analistas-Tributários da Receita Federal do Brasil (Sindireceita) divulgou&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em meio às celebrações da Semana da Mulher de 2026, o Sindicato Nacional dos Analistas-Tributários da Receita Federal do Brasil (Sindireceita) divulgou um levantamento sobre os principais projetos de lei em análise no Congresso Nacional voltados à pauta feminina.</p>



<p>As propostas abrangem desde o combate à violência até iniciativas de autonomia econômica e valorização do trabalho de cuidado. Dados do Atlas da Violência 2025, publicado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública trazem um panorama aterrador: 1.568 mulheres foram vítimas de feminicídio em 2025, uma alta de 4,7% ante 2024. O atlas aponta que 5,4% das mulheres foram mortas pelo parceiro íntimo.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Violência contra a mulher</h1>



<p>O enfrentamento à violência é prioridade. Entre os projetos, destacam-se a tipificação da misoginia digital (PL 6733/2025), o endurecimento das penas para crimes virtuais (PL 1033/2025) e a criação do Auxílio Recomeço, benefício emergencial para mulheres em situação de vulnerabilidade (PL 5835/2025). Também estão em debate medidas como a obrigatoriedade de síndicos comunicarem indícios de violência doméstica (PL 6922/2025) e a perda automática de cargo para agentes públicos condenados por assédio sexual (PL 6849/2025).</p>



<h1 class="wp-block-heading">Autonomia econômica e trabalho</h1>



<p>A pauta econômica busca reduzir barreiras financeiras e valorizar a economia do cuidado, explica o Sindireceita. Entre as propostas, estão incentivos fiscais (PL 7023/2025), adicional na aposentadoria para mulheres que se dedicaram integralmente ao cuidado dos filhos (PL 6841/2025) e redução de taxas bancárias para chefes de família inscritas no CadÚnico (PL 6956/2025).</p>



<h1 class="wp-block-heading">Proteção</h1>



<p>O Sindireceita destaca uma frase da bancada feminina no Congresso: &#8220;A pauta feminina não é apenas uma questão de direitos humanos, mas um pilar central para o desenvolvimento econômico e social do Brasil. Em 2026, o foco está na proteção digital e na valorização do trabalho de cuidado&#8221;.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Perspectivas</h1>



<p>A bancada feminina do Congresso definiu como prioridade a implementação do Orçamento Sensível ao Gênero, que direciona recursos públicos para reduzir desigualdades. Além disso, a recente lei que obriga a publicação de relatórios bienais sobre a situação da mulher no Brasil deve servir de base técnica para futuras legislações.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Saúde e social</h1>



<p>Na área social, pontua o Sindireceita, o destaque é a tipificação do crime de abandono à gestante (PL 6870/2025) e a exigência de estratégias de proteção para mulheres negras, indígenas e com deficiência (PL 6603/2025). Outro projeto (PL 6675/2025) assegura matrícula prioritária em escolas próximas à casa da vítima.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Atlas mostra números aterradores</h1>



<p>O Atlas da Violência publicado pelo Sindireceita mostra que desde a promulgação da Lei do Feminicídio em março de 2015, 13.703 mulheres foram mortas. Amapá, São Paulo e Rondônia apresentaram alta no índice de feminicídios de 2021 a 2025. Sendo 120,3% (AP), 96,4% (SP) e 53,8% (RO). A lei 13.104 alterou o Código Penal para incluir a morte de mulheres motivado por menosprezo, discriminação ou violência doméstica/familiar como qualificadora do homicídio.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Alta de 34%</h1>



<p>O Brasil teve 6.904 casos consumados e tentados de feminicídio em 2025, alta de 34% ante 2024, quando houve 5.150 vítimas. Foram 4.755 tentativas e 2.149 assassinatos, totalizando 5,89 mulheres mortas por dia no país, aponta o Relatório Anual de Feminicídios no Brasil, do Laboratório de Estudos de Feminicídios da Universidade Estadual de Londrina (Lesfem).</p>



<h1 class="wp-block-heading">Dados de estados</h1>



<p>O levantamento supera em 38,8%, ou seja, em mais de 600, o número de vítimas de feminicídio divulgados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp). Os dados que constam no sistema são informados pelos estados.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Subnotificação</h1>



<p>Segundo a última atualização, no mês passado, foram 1.548 mulheres mortas por feminicídio em 2025.A pesquisadora do Lesfem, Daiane Bertasso, integrante da equipe que elabora o relatório, explicou que a subnotificação dos casos de violência contra a mulher se reflete nessa diferença entre os dados.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Gonet recomenda limitar penduricalhos no MP</title>
		<link>https://jornaldoservidor.com.br/gonet-recomenda-limitar-penduricalhos-no-mp/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 09:52:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Projetos de Lei]]></category>
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					<description><![CDATA[O procurador-geral da República, Paulo Gonet, encaminhou aos ramos do Ministério Público uma recomendação para que o pagamento de benefícios retroativos —&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O procurador-geral da República, Paulo Gonet, encaminhou aos ramos do Ministério Público uma recomendação para que o pagamento de benefícios retroativos — conhecidos como penduricalhos — respeite o teto remuneratório constitucional de R$ 46,3 mil. A medida foi anunciada após decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que reforçou a proibição de repasses acima do limite.</p>



<p>Os chamados penduricalhos são vantagens adicionais que, somadas ao salário, ultrapassam o teto constitucional. A manifestação enviada pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), presidido por Gonet, foi encaminhada ao STF na segunda-feira (2).</p>



<h1 class="wp-block-heading">Sem manobras para repasses</h1>



<p>A decisão de Gilmar Mendes suspendeu o pagamento de penduricalhos a membros do Ministério Público e dos Tribunais de Justiça, além de proibir manobras financeiras para acelerar repasses retroativos. O ministro também determinou que o CNMP prestasse esclarecimentos sobre o cumprimento da medida, o que motivou a recomendação de Gonet. O tema integra um debate mais amplo sobre os limites da remuneração no serviço público. O teto constitucional, equivalente ao salário dos ministros do STF (R$ 46,3 mil), visa conter distorções.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Pagamentos retroativos</h1>



<p>No documento enviado ao Supremo, o conselho esclarece que os pagamentos retroativos não poderão exceder o limite mensal e que devem ser interrompidos após o prazo de 45 dias fixado na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 6.606/MG. O documento também veda antecipações de verbas programadas para os meses seguintes ou reprogramações financeiras que acelerem desembolsos.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Incorporação de benefícios</h1>



<p>Apesar do teto constitucional, ao longo dos anos, diferentes categorias passaram a incorporar benefícios adicionais, gerando questionamentos sobre a legalidade dos pagamentos. Na semana passada, o Supremo adiou para 25 de março a votação definitiva das decisões de Gilmar Mendes e de Flávio Dino, que também suspenderam o pagamento de penduricalhos nos Três Poderes.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Previsibilidade</h1>



<p>O movimento do procurador-geral, somado aos esforços dos ministros do Supremo, Paulo Gonet, reforça a tentativa de dar maior transparência e previsibilidade às regras de remuneração, em um momento em que o tema ganha destaque no debate público sobre gastos e privilégios no setor público.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Legalidade</h1>



<p>O julgamento deve consolidar o entendimento da Corte sobre a prática e definir parâmetros para o futuro das remunerações no Judiciário e no MP. Com a recomendação de Gonet, o Ministério Público busca alinhar-se às determinações do STF e evitar novos questionamentos sobre a legalidade dos pagamentos.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Sociedade civil</h1>



<p>Vinte organizações da sociedade civil divulgaram uma carta aberta pedindo que o plenário da Corte mantenha as medidas defendidas pelos minsitros Flávio dino e Gilmr Mendes, destacando que os supersalários custam R$ 20 bilhões por ano e beneficiam apenas 1,34% do funcionalismo.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Iniciativa</h1>



<p>A iniciativa é da Coalizão pelo Fim dos Supersalários, liderada pelo Movimento Pessoas à Frente, e reúne entidades como Transparência Brasil, República.org, Movimento Brasil Competitivo, Fundação Tide Setubal, Transparência Internacional, entre outras. Desde 2025, a Coalizão pelo Fim dos Supersalários alerta sobre esses pagamentos.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Pedido de veto</h1>



<p>Em fevereiro de 2026, o grupo enviou ofício ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva pedindo veto integral a trechos de projetos que criavam novos &#8220;penduricalhos&#8221; para servidores do Congresso e do Tribunal de Contas da União. O pedido foi atendido, e Lula vetou os dispositivos em 18 de fevereiro.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Transição</h1>



<p>O STF e o Congresso decidiram elaborar em conjunto uma proposta de regra de transição para regulamentar o pagamento das chamadas verbas indenizatórias. O formato ainda não está definido, mas a iniciativa busca evitar que complementos salariais ultrapassem o teto constitucional.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Nova lei preocupa defensores públicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 09:50:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Projetos de Lei]]></category>
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					<description><![CDATA[Aprovada em novembro, a Lei 12.252, que dispõe sobre os direitos da pessoa natural usuária de serviços financeiros, promete reduzir os juros&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Aprovada em novembro, a Lei 12.252, que dispõe sobre os direitos da pessoa natural usuária de serviços financeiros, promete reduzir os juros dos empréstimos consignados, mas especialistas alertam para o risco de ampliar o comprometimento integral da renda dos trabalhadores e aposentados.</p>



<p>A legislação permite que bancos quitem dívidas diretamente com recursos de outras instituições, amplia o acesso ao crédito consignado, mas flexibiliza a proteção da renda e reduz o risco para os bancos, o que pode resultar em juros menores.</p>



<p>A expectativa é de que a medida beneficie quem busca substituir dívidas mais caras, como as do cartão de crédito, por empréstimos com taxas reduzidas. No entanto, defensores públicos alertam que a nova regra elimina a possibilidade de suspender descontos em situações emergenciais.</p>



<p>O defensor público Antônio Carlos Cintra, da Associação Nacional das Defensoras e Defensores Públicos (Anadep), afirma que a lei pode agravar o cenário de superendividamento. No Distrito Federal, mais de 8 mil pessoas já têm 100% do salário retido mensalmente. Em nota técnica, a entidade recomenda que sejam aplicados limites semelhantes aos do crédito consignado, além de teto para juros.</p>



<p>Dados do Instituto Fecomércio mostram que, em 2025, o índice de endividados e inadimplentes chegou a 69,05% no país. O cartão de crédito é o principal vilão, responsável por 85% dos atrasos.</p>



<p><strong>Teto do consignado</strong></p>



<p>Para mitigar os riscos, o documento propõe que a lei aplique o mesmo teto utilizado no crédito consignado. Além disso, recomenda o estabelecimento de limites de juros para essas operações.</p>



<p>De acordo com o economista e professor do Ibmec, Gilberto Braga, o endividamento&nbsp;é resultado de uma combinação de fatores: crédito caro, baixa educação financeira e falta de planejamento familiar. O professor destaca que o aumento do crédito fácil e do consumo sem planejamento leva muitas famílias a comprometerem grande parte da renda com dívidas.</p>



<p>&#8220;O consumidor deve avaliar melhor suas compras e evitar comprometer o orçamento com dívidas de longo prazo, especialmente em períodos de instabilidade econômica&#8221;, orienta o economista.</p>



<p>Braga chama atenção para o impacto dos juros: os juros elevados no Brasil tornam o custo do crédito muito pesado, dificultando a quitação das dívidas e aumentando o risco de inadimplência.</p>
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		<item>
		<title>Educação: STF aceita combinação de regras para aposentadoria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 09:45:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Projetos de Lei]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que professores da educação infantil, fundamental e médio que entraram no serviço público até 16 de&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que professores da educação infantil, fundamental e médio que entraram no serviço público até 16 de dezembro de 1998 podem se aposentar mais cedo e com benefícios melhores. O Supremo atendeu petição do Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) e permitiu que&nbsp;os docentes combinem a aposentadoria especial do magistério com a regra de transição da EC 47/2005. Isso reduz a idade mínima de aposentadoria para quem ingressou antes de 16/12/1998, garantindo proventos integrais, paridade e abono de permanência.</p>



<p>A primeira regra especial dos docentes, que reduz em cinco anos a idade e o tempo de contribuição exigidos. A segunda é a regra de transição da Emenda Constitucional nº 47/2005, que garante aposentadoria com integralidade, ou seja, com o valor do último salário da ativa, e paridade, que assegura os mesmos reajustes concedidos aos servidores em atividade.</p>



<p><strong>Requisitos</strong></p>



<p>Na prática, para ter direito a esses benefícios, o professor precisa cumprir 30 anos de contribuição, no caso dos homens, ou 25 anos, no caso das mulheres, além de atender ao tempo mínimo de serviço público, carreira e cargo.</p>



<p>A idade mínima também pode ser reduzida em um ano para cada ano de contribuição que ultrapasse o mínimo exigido. Assim, um professor com 31 anos de magistério pode se aposentar aos 54 anos, enquanto uma professora com 26 anos de magistério pode se aposentar aos 49 anos.</p>



<p>Quem já cumpriu os requisitos mas continua trabalhando tem direito ao abono de permanência, que devolve o valor da contribuição previdenciária. Esse benefício pode ser pago retroativamente, respeitando o prazo de 5 anos.</p>



<p>Ou seja, a decisão permite que professores se aposentem mais cedo, com salário integral e reajustes iguais aos da ativa, além de garantir o abono de permanência. É um avanço para quem dedicou a vida ao magistério.</p>



<p><strong>Assembleia</strong></p>



<p>No dia 18 de março, em meio a um cenário político intenso no Distrito Federal, professores e orientadores educacionais vão realizar uma assembleia geral com paralisação. Esse será o primeiro encontro de 2026 e terá como pauta principal o debate e a aprovação do calendário de lutas do ano, que reúne temas considerados decisivos para garantir avanços nos direitos e conquistas da categoria. A assembleia está marcada para as 9h30, no estacionamento da Funarte.</p>



<p>Um dos pontos centrais do calendário é a continuidade da luta pela reestruturação da carreira do magistério público, em direção à Meta 17 do Plano Distrital de Educação (PDE), que prevê a equiparação do vencimento básico de professores e orientadores educacionais à média salarial das demais carreiras de servidores públicos do DF com escolaridade equivalente.</p>



<p>Entre as propostas de reestruturação estão a redução dos padrões da tabela salarial de 25 para 15, com antecipação dos padrões a cada três anos, o que acelera a chegada ao topo da carreira e influencia diretamente no cálculo da aposentadoria de quem ingressou entre 2004 e 2019. Também estão incluídas a garantia da gratificação para coordenadores pedagógicos (Gacop) nos mesmos moldes das demais gratificações de exercício, a extensão da Gratificação de Atividade de Alfabetização (GAA) para docentes dos anos iniciais, ensino fundamental e primeiro segmento da EJA, além da garantia da Gratificação de Atividade de Ensino Especial (GAEE) para professores e orientadores de escolas regulares que atendem estudantes com deficiência ou transtornos.</p>
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		<title>STJ define prazo de dez anos para executar partilha de bens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 09:44:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Projetos de Lei]]></category>
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					<description><![CDATA[Em decisão recente, a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) estabeleceu que o prazo para cobrar judicialmente o cumprimento de&#8230;]]></description>
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<p>Em decisão recente, a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) estabeleceu que o prazo para cobrar judicialmente o cumprimento de sentença em ações de partilha de bens e dívidas após o divórcio é de dez anos. O entendimento foi firmado durante o julgamento de um recurso especial apresentado por uma mulher que defendia a aplicação de prazo menor, de cinco anos, previsto no Código Civil.</p>



<p>A discussão começou quando a ex-esposa alegou que o ex-marido não havia cumprido obrigações previstas em acordo homologado pela Justiça. Entre elas estavam o pagamento de aluguéis e a divisão de dívidas contraídas durante o casamento.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Descumprimento trouxe prejuízos</h1>



<p>Segundo a mulher, o descumprimento trouxe prejuízos financeiros e comprometeu sua subsistência, já que as dívidas haviam sido assumidas em benefício do casal e deveriam ser repartidas igualmente.</p>



<p>O Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR), responsável pelo julgamento inicial, afastou a tese da prescrição de cinco anos e aplicou o prazo de dez anos. O que foi seguido pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).</p>



<h1 class="wp-block-heading">Ministro seguiu entendimento do STF</h1>



<p>No STJ, o ministro Ricardo Villas Bôas Cueva foi o relator do caso. Ele explicou que o direito à partilha tem natureza potestativa, ou seja, não prescreve, pois está ligado à dissolução do patrimônio comum. No entanto, destacou que é preciso diferenciar esse direito das consequências patrimoniais que surgem a partir da sentença de partilha. Segundo o ministro, quando a Justiça fixa a partilha ou homologa um acordo, forma-se um título executivo judicial. A partir daí, as obrigações patrimoniais passam a seguir as regras do artigo 189 do Código Civil.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Extinção do direito unilateral</h1>



<p>Villas Bôas Cueva explicou que, ao definir a partilha, a sentença extingue o direito potestativo (situação jurídica unilateral) e dá origem às consequências patrimoniais. Por isso, a execução deve seguir o prazo da ação correspondente ao direito derivado da decisão judicial, em consonância com a Súmula 150 do STF. O relator rejeitou a aplicação do prazo de cinco anos.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Artigo 206</h1>



<p>O relator ressaltou que o artigo 206, parágrafo 5º, inciso I, do Código Civil, citado pela mulher, trata de instrumentos extrajudiciais firmados pelo devedor, como contratos particulares, e não de sentenças. &#8220;A decisão de partilha, seja imposta pelo Judiciário ou homologada por acordo, constitui título executivo judicial&#8221;.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Prazo geral</h1>



<p>Com esse entendimento, o STJ reafirmou que, quando não há regra específica para execução de sentença de partilha, aplica-se o prazo geral de dez anos previsto no Código Civil. O ministro também destacou que esse prazo vale para outras situações relacionadas à partilha, como sobrepartilha, bens sonegados e herança.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Segurança jurídica</h1>



<p>Especialistas avaliam que a decisão traz mais segurança jurídica se explica por alguns pontos centrais: a clareza sobre prazos e proteção das partes envolvidas. Antes dessa decisão, havia divergência sobre qual prazo deveria ser aplicado: cinco anos (art. 206 do Código Civil) ou dez anos (prazo geral do art. 205).</p>



<h1 class="wp-block-heading">CNJ I</h1>



<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) deu início a uma pesquisa nacional para subsidiar a criação da Política de Cuidados no Poder Judiciário. A iniciativa é conduzida pelo Grupo de Trabalho de Cuidados (GT de Cuidados), instituído pela Portaria nº 379/2025, e busca mapear estruturas de governança, recursos e desafios relacionados ao tema.</p>



<h1 class="wp-block-heading">CNJ II</h1>



<p>O levantamento foi encaminhado a todos os tribunais e seções judiciárias do país. Cada instituição deve enviar sua resposta até 23 de março, seguindo as orientações enviadas via SEI. A pesquisa conta com apoio do Programa Justiça Plural, fruto da cooperação entre o CNJ e o Pnud, da ONU.</p>



<h1 class="wp-block-heading">CNJ III</h1>



<p>Segundo o CNJ, a participação dos tribunais é estratégica para que a futura política reflita as diferentes realidades do Judiciário brasileiro. Os dados coletados vão embasar a formulação de diretrizes voltadas à corresponsabilização social, à equidade e ao bem-estar de magistrados, servidores e terceirizados.</p>
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		<title>Projeto autoriza servidores a advogarem fora do expediente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 10:05:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Projetos de Lei]]></category>
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					<description><![CDATA[Os servidores públicos civis da administração direta, autárquica e fundacional poderão exercer a advocacia, desde que a atividade seja desempenhada fora do&#8230;]]></description>
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<p>Os servidores públicos civis da administração direta, autárquica e fundacional poderão exercer a advocacia, desde que a atividade seja desempenhada fora do horário de expediente e não haja conflito de interesses. O&nbsp;Projeto de Lei 1748/25 está em tramitação na Câmara dos Deputados.&nbsp;</p>



<p>De autoria do deputado Marcos Tavares (PDT-RJ), o texto estabelece que o servidor interessado deverá estar regularmente inscrito na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e não poderá ocupar cargos que já estejam entre os casos de incompatibilidade previstos no Estatuto da Advocacia.</p>



<p>Segundo o parlamentar, a iniciativa busca preencher lacunas na legislação e garantir maior segurança jurídica. Ele argumenta que a medida concilia o direito ao livre exercício profissional com os princípios que regem a administração pública. &#8220;A valorização do servidor público passa pela garantia de sua autonomia profissional, sem prejuízo de seu compromisso institucional&#8221;, afirma.</p>



<p>Atualmente, o Estatuto da Advocacia prevê restrições ao exercício da profissão por ocupantes de determinados cargos públicos. No entanto, de acordo com o autor, a ausência de uma norma geral voltada aos servidores cujas funções não estejam expressamente entre as incompatíveis tem gerado interpretações divergentes.</p>



<p>O projeto determina que o servidor apresente declaração formal de compatibilidade entre a atividade advocatícia e o cargo público, com ciência e manifestação favorável da chefia imediata. Também fica proibida a atuação contra a Fazenda Pública à qual o servidor esteja vinculado, bem como o uso de informações privilegiadas obtidas em razão do cargo.</p>



<p>A proposta autoriza ainda que servidores que recebem gratificação por dedicação exclusiva possam advogar, desde que renunciem ao benefício, sem prejuízo do vínculo com o serviço público.</p>



<p>O texto também veda a utilização da autorização para captação indevida de clientela ou prática de tráfico de influência, mantendo as restrições previstas na Constituição Federal e nos estatutos de carreiras jurídicas específica.</p>



<p>Como é hoje</p>



<p>A possibilidade de servidores públicos exercerem a advocacia depende do cargo ocupado e das restrições previstas na legislação. De modo geral, a atividade é permitida, desde que não haja incompatibilidade legal, conflito de interesses ou prejuízo ao exercício da função pública.</p>



<p>O Estatuto da Advocacia (Lei 8.906/94) estabelece hipóteses específicas em que o exercício da profissão é vedado. É o caso, por exemplo, de magistrados, membros do Ministério Público, delegados de polícia e servidores do Judiciário que atuem diretamente na atividade-fim. Nesses casos, a incompatibilidade é absoluta.</p>



<p>Para os demais servidores, a advocacia pode ser exercida desde que o profissional esteja regularmente inscrito na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), atue fora do horário de expediente e não advogue contra a Fazenda Pública ou o órgão ao qual esteja vinculado. Também é proibido utilizar informações privilegiadas obtidas em razão do cargo.</p>



<p>Outro ponto de atenção são os cargos que exigem dedicação exclusiva. Nessas situações, o servidor somente poderá advogar se a legislação permitir ou se houver renúncia à gratificação vinculada à exclusividade.</p>



<p>A matéria tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o projeto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>



<p><em>Com informações da Agência Câmara de Notícias</em></p>
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		<title>Debate sobre limites vem à tona após intimação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 09:28:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Projetos de Lei]]></category>
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					<description><![CDATA[A intimação do presidente da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Unafisco Nacional), Kléber Cabral, para depor na&#8230;]]></description>
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<p>A intimação do presidente da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Unafisco Nacional), Kléber Cabral, para depor na Polícia Federal após declarações críticas sobre a operação que investigou auditores da Receita Federal, reacende o debate sobre os limites da liberdade de expressão de dirigentes sindicais e sobre a proporcionalidade das medidas cautelares aplicadas contra servidores públicos em fase preliminar de investigação.</p>



<p>A ação foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, que apura suposto acesso indevido a dados sigilosos de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e seus familiares. Em entrevista, Cabral classificou a operação como &#8220;um dos maiores casos de desproporcionalidade da história recente do Judiciário&#8221; e afirmou que &#8220;é menos arriscado fiscalizar membros do PCC do que altas autoridades&#8221;. As declarações, feitas em defesa dos auditores, motivaram a intimação pela PF.</p>



<p>Entre as entidades a emitir nota está a&nbsp;Confederação Nacional dos Servidores Públicos (CNSP). No texto, a entidade repudia o uso do Inquérito nº 4.781, conhecido como &#8220;inquérito das fake news&#8221;, para intimar o presidente da Unafisco Nacional, auditor-fiscal Kléber Cabral. A entidade, que representa mais de 800 mil servidores nas três esferas e Poderes, considera a medida uma afronta à liberdade de manifestação do pensamento garantida pela Constituição Federal.</p>



<p>Segundo a CNSP, instaurado em 2019 sem objeto claramente delimitado e sem prazo para conclusão, o inquérito passou a ser utilizado para convocar dirigentes associativos, criando &#8220;ambiente de intimidação, repressão e mordaça, incompatível com o Estado Democrático de Direito&#8221;. A confederação lembra que o STF já reconheceu, na ADI 1.969, que a liberdade de reunião e associação é fundamento das democracias modernas e que não pode haver exigência de licença para criticar arbitrariedades.</p>



<p>A nota afirma ainda que a intimação de Cabral pela Polícia Federal &#8220;não apenas agride as liberdades constitucionais, como também a dignidade da pessoa humana&#8221;, expondo lideranças sindicais à vulnerabilidade e contrariando a Convenção nº 190 da OIT, que prevê proteção contra assédio e intimidação.</p>



<p>Além da crítica ao inquérito, a CNSP aponta que, enquanto se convoca um dirigente sindical para depor, permanecem sem esclarecimento casos como o do Banco Master e Banco Pleno, que resultaram em prejuízos bilionários ao Fundo Garantidor de Crédito. A entidade cobra explicações do Supremo Tribunal Federal sobre esses episódios, que, segundo a confederação, afetam diretamente milhares de credores.</p>
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