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	<title>Destaque 2</title>
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	<description>Uma publicação do Correio da Manhã</description>
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	<title>Destaque 2</title>
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	<item>
		<title>STF autoriza penduricalhos e fixa limite de 35% acima do teto</title>
		<link>https://jornaldoservidor.com.br/stf-autoriza-penduricalhos-e-fixa-limite-de-35-acima-do-teto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 04:42:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque 2]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria e definiu novas regras para o pagamento dos chamados “penduricalhos” no funcionalismo público, autorizando que&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria e definiu novas regras para o pagamento dos chamados “penduricalhos” no funcionalismo público, autorizando que verbas indenizatórias elevem a remuneração de magistrados e membros do Ministério Público em até 35% acima do teto constitucional. A decisão foi concluída nesta quarta-feira (25) após o julgamento conjunto de ações que discutiam os limites dos salários no serviço público.</p>



<p>Pela tese fixada, adicionais como indenizações, gratificações e auxílios poderão somar até 35% do subsídio dos ministros do Supremo — hoje em R$ 46.366,19 — o que representa cerca de R$ 16,2 mil extras mensais. Na prática, juízes e promotores continuarão podendo receber valores superiores ao teto, desde que respeitado o novo limite nacional.</p>



<p>A proposta foi apresentada em voto conjunto dos ministros Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Flávio Dino e Gilmar Mendes, que atuam como relatores das ações sobre o tema. O entendimento foi acompanhado pelos demais integrantes da Corte, consolidando consenso para uniformizar regras que até então variavam entre tribunais.</p>



<p>Além do limite percentual, o STF autorizou a retomada do adicional por tempo de serviço — conhecido como quinquênio — com acréscimo de 5% a cada cinco anos de carreira, podendo alcançar também até 35% do salário. Somados os benefícios, os ganhos podem chegar, em situações específicas, a cerca de 70% acima do teto constitucional.</p>



<p>Os ministros argumentaram que a decisão cria segurança jurídica e padroniza pagamentos em todo o país, substituindo o modelo atual, marcado por interpretações divergentes e pela proliferação de benefícios classificados como indenizatórios. A Corte também condicionou o pagamento das parcelas à previsão legal e determinou que a regra valerá até que o Congresso Nacional aprove legislação geral sobre o tema.</p>



<p>Segundo estimativas apresentadas no julgamento, a fixação de limites pode gerar economia anual de aproximadamente R$ 7,3 bilhões aos cofres públicos ao reduzir excessos e estabelecer critérios uniformes.</p>



<p>O julgamento encerra anos de disputas judiciais sobre os supersalários no serviço público. Embora mantenha a possibilidade de remunerações acima do teto, o STF buscou estabelecer um parâmetro nacional para controlar os chamados penduricalhos, tema que agora deverá ser regulamentado de forma definitiva pelo Congresso.</p>
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		<title>CORREIO ECONÔMICO &#124; Ágio do leilão do pré-sal chega a 251,63% em um bloco</title>
		<link>https://jornaldoservidor.com.br/correio-economico-agio-do-leilao-do-pre-sal-chega-a-25163-em-um-bloco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2025 19:06:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Orçamento]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque 2]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque 3]]></category>
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					<description><![CDATA[O leilão de sete blocos de exploração de petróleo na região do pré-sal no litoral do Sudeste, nesta quarta-feira (22), terminou com&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O leilão de sete blocos de exploração de petróleo na região do pré-sal no litoral do Sudeste, nesta quarta-feira (22), terminou com cinco áreas arrematadas e R$ 452 milhões em investimentos contratados. O ágio médio de óleo excedente (divisão de lucro) compartilhado com a União ficou em 91,20%. Em um dos blocos, o sobrepreço chegou a 251,63%.</p>



<p>A sessão pública do 3º Ciclo da Oferta Permanente de Partilha da Produção (OPP) foi realizada na sede da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), no Rio de Janeiro.</p>



<p>A ANP colocou em disputa sete áreas no chamado polígono do pré-sal, principal fronteira petrolífera do país. Os campos ficam nas Bacias de Campos e de Santos.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Habilitadas</h1>



<p>Das 15 empresas habilitadas, oito apresentaram lances, e cinco foram vencedoras. O destaque ficou com a Petrobras e a norueguesa Equinor, maiores vencedoras, cada uma com duas áreas arrematadas. Em uma delas, inclusive, formam o consórcio explorador.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Bônus</h1>



<p>O total de bônus de assinatura alcançou R$ 103,7 milhões. No regime de partilha &#8211; modelo das áreas do pré-sal &#8211; o critério para escolha da empresa ou consórcio vencedor não é o valor do bônus fixado no edital, mas o maior percentual de óleo excedente entregue à União.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Privatizada, Eletrobras passa a se chamar Axia Energia</h1>



<p><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://www.correiodamanha.com.br/_midias/jpg/2025/10/22/axia-494654.jpg" width="640" height="410" alt="">Conheça nova marca da Eletrobras, agora Axia Energia | Foto: Divulgação/Axia</p>



<p>Após ser privatizada em 2022, a Eletrobras anunciou seu novo nome: Axia Energia. Agora ela passará por um processo de mudança de nome e identidade visual (rebranding).</p>



<p>A companhia é a maior empresa de energia renovável no Hemisfério Sul e responde por 17% da capacidade de geração nacional e 37% do total de linhas de transmissão do Sistema Interligado Nacional (SIN). A agora Axia possui 81 usinas, sendo 47 hídricas, 33 eólicas e uma solar.</p>



<p>De acordo com comunicado divulgado pela empresa, Axia &#8220;vem do grego e significa &#8216;valor&#8217;, carrega a ideia de eixo &#8211; de conexão, articulação e centralidade&#8221;.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Grupo Governo</h1>



<p>O Grupo Governo, composto por acionistas como a União, BNDES, Banco do Nordeste, BB Asset, Caixa Asset, fundos de previdência da Petrobras (Petros) e do Banco do Brasil (Previ), detém 41,4% das ações totais e 14% das preferenciais, que dão direito a voto.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Trabalhadores</h1>



<p>Durante o processo de privatização, o governo permitiu que trabalhadores investissem parte do saldo do FGTS em ações da Eletrobras, negociadas na bolsa de valores com o código (ticker) ELET. A partir de 10 de novembro, os papéis receberão o ticker AXIA.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Âmbar I</h1>



<p>Na última quarta-feira (15), a empresa vendeu toda a participação (68% do total de ações) que tinha na Eletronuclear, empresa responsável pelo Complexo Nuclear de Angra dos Reis, no litoral sul do Rio de Janeiro. O comprador foi a Âmbar Energia, do Grupo J&amp;F.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Âmbar II</h1>



<p>A Âmbar pagará R$ 535 milhões pela participação societária. Além do valor, a empresa compradora se comprometeu a assumir as garantias prestadas pela Eletrobras em favor da Eletronuclear e a integralização de títulos de dívida acordadas com a União, no valor de R$ 2,4 bi.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>JORNAL DO SERVIDOR &#124; Conselhos têm 90 dias para cumprir lei sobre cargos</title>
		<link>https://jornaldoservidor.com.br/jornal-do-servidor-conselhos-tem-90-dias-para-cumprir-lei-sobre-cargos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Oct 2025 02:56:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Concursos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque 2]]></category>
		<category><![CDATA[Política e Gestão]]></category>
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					<description><![CDATA[A ocupação de pelo menos 60% de&#160;funções comissionadas exercidas por servidores efetivos, conforme determina a Lei 14.204/2021 devem ser preenchidas por servidores.&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A ocupação de pelo menos 60% de&nbsp;funções comissionadas exercidas por servidores efetivos, conforme determina a Lei 14.204/2021 devem ser preenchidas por servidores. A decisão é do Tribunal de Contas da União (TCU), que&nbsp;estabeleceu regras para a regulamentação da ocupação de cargos comissionados nos conselhos de fiscalização profissional.</p>



<p>O ministro Bruno Dantas, relator do processo, determinou 90 dias de prazo para que cumpram o percentual mínimo. A investigação focou em 29 entidades federais que regulamentam Medicina, Odontologia, Engenharia e Psicologia.</p>



<p>A normatização sobre funções de confiança e a exigência de fiscalização primária pelos conselhos federais devem seguir a legislação federal.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Entendimento do STJ</h1>



<p>A decisão reafirma o entendimento consolidado pelo Superior Tribunal de Justiça (Tema 1009), segundo o qual pagamentos indevidos por erro operacional da Administração somente podem ser devolvidos quando comprovada a má-fé do beneficiário, hipótese que não se verifica no caso em tela.</p>



<p>O Sindireceita reafirma seu empenho e compromisso com seus filiados e filiadas, estando o Centro de Atendimento Jurídico ao Filiado (CAJF) à disposição para sanar eventuais dúvidas ou para mais esclarecimentos.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Retroatividade</h1>



<p>No caso concreto, buscou-se estender retroativamente esse entendimento para o período de janeiro de 2020 a agosto de 2024, exigindo a devolução de valores já recebidos de boa-fé pela pensionista.</p>



<p>Na ação, a diretoria questionou a legalidade da cobrança administrativa. O Juízo reconheceu que os valores foram recebidos de boa-fé, que possuem natureza alimentar e que a beneficiária, pessoa idosa, não tinha condições de identificar eventual erro administrativo. Diante disso, concluiu pela indevida restituição ao erário.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Conselhos não cumprem a lei</h1>



<p>De acordo com o levantamento da área técnica do TCU, a maioria dos conselhos profissionais não cumprem o que a lei determina. Nas diligências realizadas, o tribunal solicitou informações sobre normas internas, composição atual dos cargos e medidas planejadas para adequação à legislação.</p>



<p>O trabalho técnico foi além da constatação das irregularidades. A Unidade de Auditoria Especializada em Pessoal do TCU — responsável pela análise dos quadros de servidores do Poder Executivo federal — propôs medidas corretivas concretas.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Decisão garante suspensão em descontos indevidos</h1>



<p>A Diretoria de Assuntos Jurídicos (DAJ) do Sindireceita informa que foi publicada, em 09 de outubro de 2025, decisão favorável em ação individual de filiado do Sindireceita, que determinou à União Federal a suspensão imediata dos descontos sobre os proventos de pensionista, a título de reposição ao erário.</p>



<p>A Administração Pública passou a adotar, a partir da folha de setembro de 2024, nova metodologia de cálculo da contribuição previdenciária incidente sobre pensão por morte, determinando que a base de cálculo da CPSS correspondesse ao valor total do benefício antes do rateio entre os dependentes.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>GDF quer cota extra do orçmento para pagar aposentadorias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Oct 2025 18:34:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque 2]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos de Lei]]></category>
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					<description><![CDATA[O Instituto de Previdência&#160;dos Servidores do Distrito Federal (Iprev-DF) voltou a ganhar destaque na mídia. Dessa vez, por conta de um projeto&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Instituto de Previdência&nbsp;dos Servidores do Distrito Federal (Iprev-DF) voltou a ganhar destaque na mídia. Dessa vez, por conta de um projeto de lei que prevê a criação de alíquota extraordinária patronal sobre a folha de pagamentos das secretarias de Saúde e da Educação. Os recursos seriam usados&nbsp; para cobrir despesas com pagamento de aposentadorias e pensões, o que pode reduzir a capacidade orçamentária das áreas de Educação e Saúde, com efeitos indiretos sobre o funcionamento das políticas públicas.</p>



<p>Importante destacar que a&nbsp;alíquota, se aprovada, vai incidir sobre o orçamento das secretarias, e não sobre os contracheques dos servidores. No entanto, pode limitar recursos disponíveis para outras despesas das pastas.&nbsp;As alíquotas extras podem variar de 14% a 28% para &#8220;garantir a sustentabilidade, a integridade do sistema previdenciário do Distrito Federal, e o equacionamento do déficit&#8221;.&nbsp;O texto chegou à Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) na segunda-feira (22) e tramita em caráter de urgência.&nbsp;</p>



<p>O pedido extra de recursos tem a finalidade de evitar o calote a servidores inativos e aposentados que se aposentaram depois de 2019. Isso porque&nbsp;uma decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) proíbe o uso de recursos do Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF) para realizar esses pagamentos por dez anos a partir de 2025. Conforme o acórdão da Corte de Contas, somente podem ser utilizados recursos desse fundo para pagar aqueles que se aposentaram até 2019.&nbsp;</p>



<p>Os que se afastaram a partir dessa data (2019) terão que ser pagos com recursos próprios do Iprev. E é aí que a conta não fecha: o quantitativo de ativos é menor que o de inativos e pensionistas. E isso impacta o caixa do Iprev, que prevê um déficit de&nbsp;R$ 617 milhões até novembro de 2025.</p>



<p>Para se ter uma ideia, em 2022 o instituto contava com a contribuição de 70.718 servidores ativos. Em 2024,&nbsp;esse número de contribuintes caiu 8,2%, a 64.866. Já a folha de aposentados e pensionistas nesses dois períodos estava em 72.277&nbsp; e 75.418, respectivamente.</p>



<p><strong>Fundo garantidor</strong></p>



<p>Caso o projeto passe na Câmara Distrital, o governo poderá utilizar 100% da rentabilidade líquida mensal da carteira de ativos do Fundo Solidário Garantidor (FSG), exclusivamente para custeio de benefícios previdenciários vinculados ao Plano Financeiro do RPPS/DF, a partir do exercício de 2025.</p>



<p>E também vai poder regular a destinação da receita da alienação de ativos pertencentes ao Fundo Solidário Garantidor, que apresentou rendimento de R$ 269,5 milhões em seis meses e rentabilidade de 0,94% em junho, elevando para 6,58% o índice de rentabilidade acumulado nos primeiros seis meses do ano. O fundo possui ainda outros ativos, como imóveis e ações do BRB, que somam mais R$ 1,57 bilhão.</p>



<p>O Iprev publicou em sua página oficial que &#8220;os fundos de investimentos administrados pelo Iprev-DF contribuíram para o crescimento do patrimônio previdenciário, com rentabilidade de R$ 371,8 milhões no primeiro semestre deste ano. Com isso, o montante dos ativos financeiros subiu para R$ 6,19 bilhões no período. O total da carteira foi para R$ 7,76 bilhões, incluindo imóveis e ações do Banco de Brasília (BRB).</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Abono de permanência deve entrar no 13º e nas férias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Oct 2025 13:27:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque 2]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) promete mexer no bolso e na rotina de servidores públicos em todo o país.&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) promete mexer no bolso e na rotina de servidores públicos em todo o país. A Primeira Seção da Corte, ao julgar o Tema 1.233 sob o rito dos recursos repetitivos, firmou entendimento de que o abono de permanência deve ser incluído no cálculo do 13º salário e do adicional de férias.</p>



<p>A tese reconhece que o benefício possui natureza remuneratória e permanente, devendo compor a base de cálculo das vantagens, e não ser tratado como verba eventual ou transitória. O valor é pago ao servidor que já completou os requisitos para aposentadoria voluntária, mas opta por permanecer em atividade, explica a Associação dos Sargentos, Subtenentes e Tenentes da Brigada Militar e Bombeiros Militares (ASSTBM).</p>



<h1 class="wp-block-heading">Compensação</h1>



<p>A relatora do caso, ministra Regina Helena Costa, destacou que o abono é pago como compensação integral da contribuição previdenciária e, ao integrar a remuneração habitual, deve repercutir nos demais direitos trabalhistas, como férias e gratificação natalina.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Emenda 41/2003</h1>



<p>Criado pela Emenda Constitucional nº 41/2003, o abono funciona como compensação: o servidor continua contribuindo para a previdência, mas recebe de volta, mensalmente, o equivalente a essa contribuição. O abono serve como incentivo para manter profissionais.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Casal homoafetivo: parceiro (a) tem direito a pensão</h1>



<p><img decoding="async" src="https://www.correiodamanha.com.br/_midias/jpg/2025/08/27/600x378/1_close_up_de_casal_de_lesbicas_de_maos_dadas-473395.jpg" width="640" height="410" alt="">Casais homoafetivos têm o mesmo direito que héteros | Foto: Freepik</p>



<p>Pessoas do mesmo gênero constituem uma unidade familiar e têm o mesmo direito de uma união estável heterossexual. Por isso, o juiz federal Valter Leonel Coelho Seixas, da 15ª Vara Federal de Juizado Especial Cível da Seção Judiciária da Bahia, concedeu a um homem uma pensão mensal após a morte de seu companheiro, que era servidor público.</p>



<p>O autor da ação havia pedido à Fundação Nacional da Saúde (Funasa) o benefício, onde o parceiro trabalhava, mas recebeu negativa por insuficiência de provas da união e da dependência econômica. Para a 15ª Vara Federal, o homem comprovou por fotos e comprovantes em comum a relação de mais de 16 anos e faz jus à pensão por morte.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Retroativos</h1>



<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) reconhece a união entre pessoas do mesmo gênero como núcleo familiar e a dependência financeira entre o casal. &#8220;O direito à pensão por morte de servidor público federal é regido pela Lei nº 8.112/90, que exige a comprovação da qualidade de segurado do instituidor e a condição de dependente do beneficiário&#8221;, afirmou o magistrado. Ficou decidido que o homem tem direito a receber as parcelas relativas a todo o tempo após a morte do parceiro.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Jurisprudência</h1>



<p>&#8220;No que tange à união estável homoafetiva, a jurisprudência conferiu interpretação conforme a Constituição Federal ao art. 1.723 do Código Civil, reconhecendo as uniões entre pessoas do mesmo sexo como entidade familiar. Tal reconhecimento implica a aplicação das mesmas regras e consequências jurídicas destinadas à união estável heterossexual, inclusive para fins previdenciários, onde a dependência econômica entre os companheiros é presumida&#8221;, escreveu o juiz Valter Leonel Coelho.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Servidores estabilizados não têm direito ao abono de permanência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Oct 2025 13:24:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque 2]]></category>
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					<description><![CDATA[Os servidores estabilizados pelo artigo 19 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT) da Constituição Federal não têm direito ao abono de&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os servidores estabilizados pelo artigo 19 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT) da Constituição Federal não têm direito ao abono de permanência. A decisão, unânime, é do Tribunal de Contas do Estado (TCE/RN), com base no entendimento de que a estabilidade excepcional conferida pelo referido artigo não equivale à efetividade no cargo público.</p>



<p>O abono de permanência, previsto no artigo 40, § 19, da Constituição Federal, é um direito pecuniário transitório destinado exclusivamente aos servidores públicos titulares de cargos efetivos, cuja investidura exige aprovação prévia em concurso público. Segundo o TCE, a ausência de previsão constitucional impede a extensão desse benefício aos servidores estabilizados.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Limite</h1>



<p>Nesse ponto, os conselheiros decidiram que a superação do limite prudencial não constitui fundamento jurídico válido para recusar o benefício. O TCE destacou que o abono de permanência é um direito subjetivo de matriz constitucional, não sujeito ao gestor.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Negativa</h1>



<p>O Tribunal também analisou a possibilidade de negar o abono de permanência a servidores efetivos em situações em que o ente público ultrapasse o limite prudencial de gastos com pessoal, conforme estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).</p>



<h1 class="wp-block-heading">PL autoriza acúmulo de GAS com função comissionada</h1>



<p><img decoding="async" src="https://www.correiodamanha.com.br/_midias/jpg/2025/09/08/600x378/1_seguranca_judicial_cnjnoticias-478709.jpeg" width="640" height="410" alt="">Servidor deverá estar lotado na segurança judiciária | Foto: CNJ</p>



<p>Um projeto de lei que autoriza o acúmulo da Gratificação de Atividade de Segurança (GAS) com funções comissionadas ou cargos em comissão foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados. Caso não haja solicitação para análise pelo Plenário da Câmara, a proposta seguirá para o Senado.</p>



<p>A CCJ aprovou um substitutivo ao Projeto de Lei 2447/22, proposto pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Entre as alterações, está a autorização para que a GAS seja acumulada com funções comissionadas, desde que o servidor exerça atividades de segurança institucional e esteja lotado em unidades de segurança do Poder Judiciário.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Legislação impedia recebimento</h1>



<p>Atualmente, a legislação para esses servidores proíbe o acúmulo dessa gratificação, que é paga a servidores da área de segurança institucional responsáveis pela proteção de magistrados, servidores e instalações do Judiciário.</p>



<p>A ideia da proposta é corrigir distorções e recompor os quadros da área de segurança. O projeto também define as denominações de inspetor e agente de polícia judicial para os ocupantes dos cargos de segurança no Poder Judiciário.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Contratação de 491 temporários</h1>



<p>O governo federal autorizou a contratação temporária de 491 profissionais por meio da lista de esperada dos aprovados na primeira edição do Concurso Nacional Unificado (CNU). A medida foi publicada em portarias conjuntas do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e do Ministério da Saúde (MS) para reforçar as atividades administrativas e técnicas. Do total de vagas, 300 serão destinadas ao próprio Ministério da Saúde e 191 à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).</p>
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		<item>
		<title>Iniciativa reforça cuidados com o funcionalismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 19:35:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque 2]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A quantidade de servidores públicos com algum transtorno fez com que o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) lançasse um Serviço de Suporte Psicossocial.</p>



<p>O programa é voltado para servidores, empregados públicos, estagiários e até aposentados há menos de seis meses. A iniciativa é inédita e deve atender tanto ao MGI quanto aos órgãos que integram o Centro de Serviços Compartilhados (ColaboraGov), que reúne outros 12 ministérios.</p>



<p>O serviço terá vigência de 24 meses e será um canal de apoio psicológico emergencial, com atendimento imediato e de curta duração. O público-alvo são profissionais que enfrentam situações de sobrecarga, estresse, tensão no ambiente de trabalho.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Escopo do programa</h1>



<p>Os problemas na vida pessoal, bem como outras dificuldades emocionais, sejam de origem pessoal ou profissional também estão no escopo do programa. Entre os serviços estão: aconselhamento psicológico 24 horas, 7 dias por semana, por meio de uma central telefônica gratuita (0800), apoio em casos de dependência química e o atendimento presencial gratuito em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo. O serviço foi desenvolvido pela Coordenação-Geral de Promoção à Saúde e Qualidade de Vida da Diretoria de Gestão de Pessoas do MGI.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Provas objetivas do CPNU 2 serão no próximo domingo</h1>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="378" src="https://jornaldoservidor.com.br/wp-content/uploads/2025/10/1_concurso-486117.jpeg" alt="" class="wp-image-1896" srcset="https://jornaldoservidor.com.br/wp-content/uploads/2025/10/1_concurso-486117.jpeg 600w, https://jornaldoservidor.com.br/wp-content/uploads/2025/10/1_concurso-486117-300x189.jpeg 300w, https://jornaldoservidor.com.br/wp-content/uploads/2025/10/1_concurso-486117-585x369.jpeg 585w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<p>As provas objetivas da segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) acontecem no próximo domingo (5/10) em todas as unidades da Federação. A aplicação será realizada em 228 cidades. O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) reforça algumas das principais informações previstas em edital, com foco em planejamento, identificação e acesso aos locais de prova, para que a organização ao longo da semana seja tranquila e sem imprevistos. Consulte o local de prova com antecedência no portal da FGV (<a href="https://conhecimento.fgv.br/cpnu2" target="_blank" rel="noopener">https://conhecimento.fgv.br/cpnu2</a>). Verifique endereço, rota e tempo de deslocamento.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Aplicativos oficiais</h1>



<p>Documentos digitais são aceitos apenas quando apresentados nos aplicativos oficiais com login GOV.BR, como e-Título, CNH Digital e Carteira de Identidade Digital (quando disponível pelo estado emissor). Não serão aceitos prints, PDFs, fotos ou cópias.</p>



<p>Nome social e atendimentos especializados concedidos estarão registrados no Cartão de Confirmação e serão observados nos locais de aplicação.</p>



<p>As provas começam às 13h (horário de Brasília) e têm duração de 5 horas (nível superior) ou 3h30 (nível intermediário).</p>



<h1 class="wp-block-heading">Cartão impresso</h1>



<p>Embora não seja obrigatório, o MGI e a FGV recomendam que o cartão seja impresso e levado no dia da prova, a fim de facilitar a organização e a localização dos locais de aplicação. Chegue cedo: os portões serão abertos às 11h30 e têm horário rígido de fechamento às 12h30 (horário de Brasília), 30 minutos antes do início das provas. Ajuste o relógio em cidades com fuso horário diferente e planeje-se para eventuais alterações no trânsito. Leve caneta esferográfica de tinta azul ou preta (corpo transparente) e o documento oficial com foto.</p>
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		<title>Servidores estabilizados não têm direito ao abono de permanência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 19:19:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque 2]]></category>
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					<description><![CDATA[Os servidores estabilizados pelo artigo 19 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT) da Constituição Federal não têm direito ao abono de&#8230;]]></description>
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<p>Os servidores estabilizados pelo artigo 19 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT) da Constituição Federal não têm direito ao abono de permanência. A decisão, unânime, é do Tribunal de Contas do Estado (TCE/RN), com base no entendimento de que a estabilidade excepcional conferida pelo referido artigo não equivale à efetividade no cargo público.</p>



<p>O abono de permanência, previsto no artigo 40, § 19, da Constituição Federal, é um direito pecuniário transitório destinado exclusivamente aos servidores públicos titulares de cargos efetivos, cuja investidura exige aprovação prévia em concurso público. Segundo o TCE, a ausência de previsão constitucional impede a extensão desse benefício aos servidores estabilizados.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Limite</h1>



<p>Nesse ponto, os conselheiros decidiram que a superação do limite prudencial não constitui fundamento jurídico válido para recusar o benefício. O TCE destacou que o abono de permanência é um direito subjetivo de matriz constitucional, não sujeito ao gestor.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Negativa</h1>



<p>O Tribunal também analisou a possibilidade de negar o abono de permanência a servidores efetivos em situações em que o ente público ultrapasse o limite prudencial de gastos com pessoal, conforme estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).</p>



<h1 class="wp-block-heading">PL autoriza acúmulo de GAS com função comissionada</h1>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="377" src="https://jornaldoservidor.com.br/wp-content/uploads/2025/10/1_seguranca_judicial_cnjnoticias-478709.jpeg" alt="" class="wp-image-1884" srcset="https://jornaldoservidor.com.br/wp-content/uploads/2025/10/1_seguranca_judicial_cnjnoticias-478709.jpeg 600w, https://jornaldoservidor.com.br/wp-content/uploads/2025/10/1_seguranca_judicial_cnjnoticias-478709-300x189.jpeg 300w, https://jornaldoservidor.com.br/wp-content/uploads/2025/10/1_seguranca_judicial_cnjnoticias-478709-585x368.jpeg 585w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<p>Um projeto de lei que autoriza o acúmulo da Gratificação de Atividade de Segurança (GAS) com funções comissionadas ou cargos em comissão foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados. Caso não haja solicitação para análise pelo Plenário da Câmara, a proposta seguirá para o Senado.</p>



<p>A CCJ aprovou um substitutivo ao Projeto de Lei 2447/22, proposto pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Entre as alterações, está a autorização para que a GAS seja acumulada com funções comissionadas, desde que o servidor exerça atividades de segurança institucional e esteja lotado em unidades de segurança do Poder Judiciário.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Legislação impedia recebimento</h1>



<p>Atualmente, a legislação para esses servidores proíbe o acúmulo dessa gratificação, que é paga a servidores da área de segurança institucional responsáveis pela proteção de magistrados, servidores e instalações do Judiciário.</p>



<p>A ideia da proposta é corrigir distorções e recompor os quadros da área de segurança. O projeto também define as denominações de inspetor e agente de polícia judicial para os ocupantes dos cargos de segurança no Poder Judiciário.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Contratação de 491 temporários</h1>



<p>O governo federal autorizou a contratação temporária de 491 profissionais por meio da lista de esperada dos aprovados na primeira edição do Concurso Nacional Unificado (CNU). A medida foi publicada em portarias conjuntas do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e do Ministério da Saúde (MS) para reforçar as atividades administrativas e técnicas. Do total de vagas, 300 serão destinadas ao próprio Ministério da Saúde e 191 à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).</p>
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		<title>Mais de 642 mil servidores não receberam o Pasep</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 19:06:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque 2]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) começou a processar as informações encaminhadas com atraso por prefeituras de todo o país, o&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) começou a processar as informações encaminhadas com atraso por prefeituras de todo o país, o que retardou a liberação do abono salarial do Pasep de 2025 (referente ao ano-base de 2023) para 642.694 servidores públicos, no total de R$ 719.096.583.</p>



<p>Para resolver o problema, a pasta abriu um prazo excepcional para o envio de dados pelos municípios até 20 de junho. E isso permitiu o processamento das informações para que esses servidores recebam o benefício em 15 de outubro.</p>



<p>A partir de 5 de outubro, esses trabalhadores já poderão consultar o valor a receber de abono por meio da Carteira de Trabalho Digital ou do portal Gov.br.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Direito</h1>



<p>Têm direito ao abono salarial os servidores cadastrados no Pasep há pelo menos cinco anos e ter exercido atividade remunerada durante pelo menos 30 dias, consecutivos ou não, e ter recebido até dois salários mínimos em média no ano-base de referência.</p>



<h1 class="wp-block-heading">No BB</h1>



<p>O pagamento do abono salarial do Pasep é feito pelo Banco do Brasil, preferencialmente por meio de crédito em conta. O dinheiro também pode ser transferido via TED ou Pix. Para os trabalhadores que não tem conta ou chave Pix, o saque é permitido nas agências do BB.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Quadro de funcionários de agências caiu 15%</h1>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="377" src="https://jornaldoservidor.com.br/wp-content/uploads/2025/10/1_19330252343_488aff5973_o-321404.jpg" alt="" class="wp-image-1881" srcset="https://jornaldoservidor.com.br/wp-content/uploads/2025/10/1_19330252343_488aff5973_o-321404.jpg 600w, https://jornaldoservidor.com.br/wp-content/uploads/2025/10/1_19330252343_488aff5973_o-321404-300x189.jpg 300w, https://jornaldoservidor.com.br/wp-content/uploads/2025/10/1_19330252343_488aff5973_o-321404-585x368.jpg 585w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<p>As agências reguladoras federais enfrentaram uma redução de cerca de 15% em seu quadro de servidores de 2015 a 2024, segundo estudo feito pela FGV Direito Rio. A pesquisa também mostra que, paralelamente, houve diminuição de aproximadamente 30% no orçamento total desses órgãos.</p>



<p>Por conta disso, o peso relativo das despesas obrigatórias e com pessoal aumentou significativamente, apontou o estudo. Em 2024, cerca de 70% das despesas dessas autarquias eram de natureza obrigatória, e as despesas com pessoal (exceto aposentadorias) correspondiam a 46,6% do total.</p>



<p>Entre as agências estão ANA, Anac, Anatel, Anvisa, ANS, Aneel e ANP.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Suspensão de concurso da Marinha</h1>



<p>Os concursos em andamento promovidos pela Marinha podem ser suspensos. O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou uma ação civil pública solicitando a suspensão imediata do certame até que o número de vagas reservadas a candidatos cotistas seja ajustado conforme as regras vigentes.</p>



<p>Segundo o MPF, foi identificada a restrição da quantidade de vagas destinadas a pessoas pretas, pardas e com deficiência nos certames, por meio do fracionamento do total de vagas.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Nenhuma vaga destinada a PCD</h1>



<p>Um dos casos analisados trata do concurso para o quadro técnico do Corpo auxiliar da Marinha, com 62 vagas. A seleção deveria ter reservado, pelo menos, 20% das vagas para candidatos pretos ou pardos e 5% para pessoas com deficiência, conforme a legislação vigente em fevereiro, quando o edital foi publicado. No entanto, foram estabelecidas apenas 11 vagas para cota racial — número inferior ao percentual mínimo — e nenhuma vaga foi destinada a candidatos com deficiência.</p>
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		<title>Sinpro vai debater militarização nas escolas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 19:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque 2]]></category>
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					<description><![CDATA[A militarização das escolas públicas será tema do seminário Educar Não É Militarizar, que será realizado no dia 22 de setembro (segunda-feira),&#8230;]]></description>
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<p>A militarização das escolas públicas será tema do seminário Educar Não É Militarizar, que será realizado no dia 22 de setembro (segunda-feira), às 19h, no auditório do Sindicato dos Professores do Distrito Federal (Sinpro), no Setor de Indústrias Gráficas (SIG). As inscrições para participar do evento vão até sexta-feira (19).</p>



<p>A mesa de debates contará com a participação da professora da Faculdade de Educação da UnB, Catarina de Almeida Santos, e com o professor da rede pública do Distrito Federal, Amaral Rodrigues Gomes. O objetivo do Sinpro é aprofundar as discussões por meio de informações sobre a realidade das escolas militarizadas e as consequências desse modelo para a educação pública e para a gestão democrática.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Educação pública</h1>



<p>&#8220;São latentes os problemas que a militarização de escolas públicas trouxe para a educação e para os direitos de crianças e adolescentes no DF&#8221;, aponta a coordenadora da Secretaria de Políticas Educacionais do Sinpro-DF, Ana Bonina.</p>



<p>De acordo com a educadora, &#8220;esse projeto se opõe inteiramente à educação pública, gratuita e de qualidade que defendemos, e precisa ser revertido&#8221;.</p>



<p>Para participar do debate promovido pelo Sinpro, é preciso fazer inscrição gratuitamente por meio do site https://www.sinprodf.org.br/</p>



<h1 class="wp-block-heading">Professores concursados</h1>



<p>O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) vai abrir inscrições para professores concursados que desejam atuar na elaboração e na revisão de questões do Encceja. A remuneração será feita por meio Auxílio de Avaliação Educacional, com valor de até R$ 2 mil, informou o Inep.</p>



<p>Os interessados poderão se candidatar a partir das 9h de 22 de setembro até as 18h de 5 de novembro, por meio do endereço eletrônico bni.inep.gov.br/inscricao.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Eleições do Funpresp podem ser prorrogadas de novo</h1>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="378" src="https://jornaldoservidor.com.br/wp-content/uploads/2025/10/1_funpresp-452835.jpg" alt="" class="wp-image-1876" srcset="https://jornaldoservidor.com.br/wp-content/uploads/2025/10/1_funpresp-452835.jpg 600w, https://jornaldoservidor.com.br/wp-content/uploads/2025/10/1_funpresp-452835-300x189.jpg 300w, https://jornaldoservidor.com.br/wp-content/uploads/2025/10/1_funpresp-452835-585x369.jpg 585w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<p>As eleições da Funpresp 2025 podem ser prorrogadas novamente caso não seja atingido o quórum mínimo de 11.493 votantes, informou o SindiReceita. Se confirmado o número insuficiente exigido pelo Edital de Convocação das Eleições haverá nova prorrogação, de 16/9, às 9h, até 20/9, às 17h.</p>



<p>A Comissão Eleitoral determinou, sem a eliminação dos votos registrados até agora, a abertura da 1ª prorrogação do processo eleitoral.</p>



<p>O voto pode ser registrado pela Sala do Participante, disponível em participante.funpresp.com.br, ou pelo aplicativo da Funpresp no celular. E para conhecer as chapas e suas propostas, acesse o site www.funpresp.com.br/eleicoes2025.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Governança e representatividade</h1>



<p>&#8220;A participação dos eleitores é essencial para fortalecer a governança e a representatividade da Funpresp&#8221;, diz o sindicato.</p>



<p>Ainda conforme o sindicato de auditores-fiscais, &#8220;o voto define os representantes que irão defender os interesses dos participantes e atuar nas decisões que impactam diretamente o futuro da previdência complementar do serviço público federal&#8221;. Serão escolhidos membros dos Conselhos Deliberativo e Fiscal e dos Comitês de Assessoramento.</p>
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